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Retrospectiva 2016
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Fábio Porchat: "2016 foi o ponto de virada da minha vida e da minha carreira"

Apresentador fala ao R7 sobre o ano em que realizou o sonho de comandar um talk show

Entretenimento|Juliana Moraes, do R7

Fábio Porchat destacou 2016 como o ano da vida
Fábio Porchat destacou 2016 como o ano da vida Fábio Porchat destacou 2016 como o ano da vida

Fábio Porchat se consolidou como um dos principais apresentadores de talk show em 2016, com apenas 33 anos. O ator, roteirista, produtor, diretor e apresentador começou a traçar sua trilha para o sucesso em 2005, quando se formou como ator na CAL (Casa de Arte das Laranjeiras). Em entrevista exclusiva para o R7, ele contou que sempre sonhou em se tornar apresentador de talk show.

— Minha carreira começou em 2005, quando fui para a rua para ser ator de verdade. No mesmo ano montei a peça Infraturas, fiquei um ano e meio em cartaz com o Paulo Gustavo, que se formou na escola comigo. De lá, o Maurício Sherman me chamou para escrever para o Zorra Total. Depois de algum tempo, me chamaram para o Comédia em Pé e foi quando comecei a fazer stand up comedy. Em 2012, montei o Porta dos Fundos. Em 2013, tive uma mudança quando entrei para a Grande Família e no fim de 2015 a Record começou a falar comigo. Sempre tive vontade de ter o meu talk show e foi uma grande realização.

Para Fábio, 2016 foi um dos melhores anos da vida.

— Termino esse ano com chave de ouro. O programa é, sem dúvida, um ponto alto na minha carreira. Chego onde eu não tinha chegado. É o ponto de virada da minha vida e da minha carreira, talvez o melhor ano de todos.

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E o programa, que vai ao ar de segunda a quinta, toma bastante tempo da rotina de Fábio.

— É muito difícil manter, porque é um trabalho eterno. Tem o programa de hoje, o de amanhã, o de depois e o de depois. E gosto muito do factual, então é um trabalho que me consome bastante. Tenho que ir para a redação todos os dias, pesquiso sobre os assuntos, participo dos processos.

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Workaholic assumido, Fábio aprendeu a abrir mão de alguns processos de produção e a confiar mais na equipe que trabalha com ele.

— Com o programa, aprendi a delegar funções, a confiar nas pessoas. Tenho que confiar nessa equipe que está comigo, porque senão não dou conta. Consegui deixar mais na mão das pessoas para ter noção do que está acontecendo. Mas ainda acompanho tudo de perto.

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Antes de ir para a televisão, o apresentador já fazia muito sucesso na internet, no canal de humor Porta dos Fundos, do qual ainda participa. Para ele, os dois formatos têm propostas diferentes e conversam com públicos distintos.

— A TV aberta é uma grande dificuldade, porque tem um compromisso com a audiência. Na verdade, a grande questão de ir para a televisão foi essa de chegar e falar com um público que vai muito mais fundo. Você conversa com pessoas que a internet não chega. A TV aberta tem um alcance muito grande.

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Fábio mergulhou de cabeça no projeto de ter um talk show e nem pensou se poderia ter problemas com a atração.

— Não parei para pensar se daria errado alguma coisa, só vi que deu certo. Mas, depois da estreia, fiquei muito pensando se eu conseguiria fazer dar certo. Mas me senti tão à vontade nesse papel de apresentador desde os pilotos, que sabia que iria funcionar. Me senti com vontade de fazer aquilo dar certo.

Ronnie Von foi um dos convidados que mais surpreendeu Porchat
Ronnie Von foi um dos convidados que mais surpreendeu Porchat Ronnie Von foi um dos convidados que mais surpreendeu Porchat

O Programa do Porchat estreou em 24 de agosto deste ano e o apresentador já entrevistou nomes como Sasha, Wesley Safadão, Simone e Simaria, João Doria Júnior. O apresentador revelou quais convidados mais o encantaram.

— Gostei muito do Ronnie Von, foi muito surpreendente falar com ele, valeu bastante. De modo geral, me divirto bastante com todas as entrevistas, curto muito o que faço. Gostei muito também do papo com o Evandro Mesquita. Dei muita risada, a gente fez umas brincadeiras que deram certo. Adorei.

Em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo Meu Passado Me Condena, no Teatro das Artes, de sexta a domingo, o apresentador pensa em tirar um tempo para descansar no fim do ano.

— Só planejo as minhas férias nesse momento, trabalhei muito nesse ano e preciso descansar. Faço a peça no Rio, gravo aqui, tem o Porta, a mulher...

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Para 2017, Fábio planeja comprar uma casa em São Paulo, pois está morando em um hotel durante a semana enquanto grava o programa.

— É um pouco cansativo, porque não tenho casa aqui e não tem essa tranquilidade de voltar para casa. A primeira coisa que vou fazer no ano que vem, meu primeiro plano, é achar uma casa aqui. Depois de tudo resolvido e das férias, durante o recesso do programa [a atração volta ao ar na Record TV em março de 2017], a gente vai fazer um balanço para ver o que funcionou, se precisa acrescentar quadro, o que precisa mudar. Mas tenho gostado muito do resultado, tem ficado bem legal.

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