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Casal procura cachorrinha desaparecida que foi vista pela última vez em trem no Rio

Família faz campanha na internet para divulgar o caso e tentar obter imagens da Supervia para conseguir localizar a cadelinha

Noinsta|Bruna Oliveira, do R7

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Passageiros tiraram fotos de Molly dentro do vagão de trem
Passageiros tiraram fotos de Molly dentro do vagão de trem

Um casal morador de Bangu, na zona oeste do Rio, faz uma campanha nas redes sociais e oferece recompensa de R$ 1000 para quem ajudar a encontrar a cachorrinha Molly, que desapareceu há quase três meses.

Bianca Saguie e Israel Gonçalves, ambos de 29 anos, contaram que estavam fora de casa e deixaram Molly e a outra cadelinha, Meg, em um quintal compartilhado. Por um descuido de um vizinho, os dois portões ficaram abertos e a cachorrinha fugiu.


A última pista concreta que os tutores receberam de Molly foi sobre ela ter sido vista na estação de trem do bairro e dentro de uma composição em 25 de novembro, no dia seguinte em que ela escapou.

Desde então, Bianca e Israel iniciaram uma busca incessante pela cadelinha. Eles contrataram carro de som, espalharam cartazes, conversaram com passageiros dos trens e tentaram diversos contatos com a concessionária que administra o serviço ferroviário para obter mais informações.


Molly tem uma mancha no lado esquerdo do corpo que pode ajudar na identificação
Molly tem uma mancha no lado esquerdo do corpo que pode ajudar na identificação

"Para a gente ter ao menos um norte, seria importante saber em qual estação ela desceu. É o que a gente vem tentando conseguir: as imagens com a Supervia. Mas eles não liberam", disse Israel.

Procurada pelo R7, a empresa informou que as imagens internas só podem ser cedidas mediante pedido judicial.


Sem raça definida, Molly pode ser identificada por algumas características, como a mancha do pescoço para baixo no lado esquerdo do corpo (veja mais detalhes na imagem abaixo). Quem tiver informações sobre o paradeiro dela pode entrar em contato pelo WhatsApp (21) 98083-3804, com fotos e vídeos. 

Além do casal, a cachorrinha Meg também sente muita falta da companheira.

"A Molly chegou depois. Ela se parece muito com a Meg, e viraram inseparáveis. Nos primeiros dias, a Meg sofreu muito por a Molly não estar aqui. Ela não comia direito e até chorava. A gente trata as duas como nossas filhas peludinhas. A sensação é de que a gente perdeu um membro da família, que a família está incompleta", disse Bianca.

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