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Briga de facções somou 131 mortes nos primeiros 15 dias de 2017

PCC, Família do Norte e Comando Vermelho foram os protagonistas

Retrospectiva 2017|Peu Araújo, do R7

Rebelião no complexo penitenciário de Manaus
Rebelião no complexo penitenciário de Manaus Rebelião no complexo penitenciário de Manaus

O ano de 2017 começou com repetidos massacres nos presídios brasileiros. Em 15 dias foram 131 mortes, uma média de 8,7 assassinatos por dia. As mortes foram causadas por uma disputa entre facções criminosas, principalmente no norte do País.

O PCC (Primeiro Comando da Capital), a FDN (Família do Norte) e o CV (Comando Vermelho) foram protagonistas no banho de sangue.

A facção paulista, em busca de mais força na região Norte do país para dominar a rota do rio Solimões, na fronteira com Peru e Colômbia, encontrou resistência da principal organização criminosa da região, a FDN, que se aliou ao Comando Vermelho.

O R7 publicou, no dia 14 de janeiro, a reportagem especial “Direto do inferno: um raio-X do sistema penitenciário: por que deu (quase) tudo errado?

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A sequência das mortes em presídios brasileiros

O dia 1º de janeiro terminou com uma rebelião e 56 presos assassinados no Compaj (Complexo Anísio Jobim), em Manaus. O Estado do Amazonas registrou no mesmo dia mais oito mortes.

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No dia 2 de janeiro mais quatro presos foram mortos na UPP (Unidade Prisional de Puraquequara).

Dois dias depois mais dois detentos foram mortos, a tiros, durante uma rebelião no presídio Romero Nóbrega, em Patos, na Paraíba.

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Uma nova chacina deixou 33 presos mortos no dia 6 de janeiro na Pamc (Penitenciária Agrícola de Monte Cristo), em Roraima, e os relatos apontam novamente para um conflito entre facções.

No dia 8 de janeiro quatro detentos foram assassinados na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, local para onde foram os presos ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital). No mesmo dia, a polícia encontrou mais três corpos perto do presídio Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim).

Dois homens foram assassinados, a facadas, na Casa de Custódia de Maceió, na capital alagoana, no dia 12 de janeiro.

A cena se repetiu na Penitenciária de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. Uma das vítimas foi esfaqueada e uma outra, degolada.

No dia 15 de janeiro mais dois homens morreram no Complexo Penitenciário de Piraquara, na região metropolitana de Curitiba após uma fuga. Na ação 26 detentos deixaram a prisão.

No mesmo dia a Secretaria de Segurança do Rio Grande do Norte confirmou pelo menos 26 mortos em rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na região metropolitana de Natal.

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