Blogs R7 http://entretenimento.r7.com/blogs/ RSS único de todos os blogs do R7 pt-br hourly 1 <![CDATA[Nike, Brasil e as desavisadas seleções da Itália e do Taiti. Todos usando o Engenhão. O estádio interditado mais usado de todos os tempos. É o Brasil fazendo história novamente...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/24/nike-brasil-e-as-desavisadas-selecoes-da-italia-e-do-taiti-todos-usando-o-engenhao-o-estadio-interditado-mais-usado-de-todos-os-tempos-e-o-brasil-fazendo-historia-novamente 1reproducao20 Esportes
É mais uma história absurda no futebol brasileiro.

O Engenhão foi interditado por um motivo muito sério.

Houve um erro nas suas estruturas.

A cobertura que pesa toneladas pode desabar.

São milhões de quilos de concreto e ferro.

Ela já apresenta várias rachaduras.

Muita ferrugem.

Incrível porque o estádio foi construído em 2007.

Técnicos apontam grande perigo à cobertura.

Se houver rajadas de vento com mais de 63 quilômetros pode desabar.

O estádio que custou R$ 380 milhões ao Rio foi interditado.

A decisão foi divulgada em março.

O Botafogo decidiu não mais arcar com a administração do complexo.

A prefeitura tirou a administração do clube.

Mas na prática, a liberação do Engenhão ainda fica por conta dos botafoguenses.

5reproducao1 Esportes

Foram eles quem acertaram uma gravação de publicidade da Nike no estádio.

E a multinacional não só usou o campo.

Como colocou 200 figurantes nas arquibancadas.

Bem embaixo da comprometida cobertura do estádio.

Neymar chegou a gravar no gramado.

Foi há duas semanas.

Quando a história vazou, ninguém quis assumir.

A diretoria do Botafogo alegou que pensou que a filmagem seria em torno do estádio.

Mas não mandou ninguém para acompanhar as gravações.

A prefeitura disse que não sabia.

E na prática, logo o comercial da Nike da nova chuteira de Neymar estará no ar.

Mas quem acredita que tudo já foi um absurdo, vem mais por aí.

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A Seleção escolheu justo o gramado do interditado Engenhão.

Será lá que irá treinar no dia 31, na próxima sexta-feira.

Dois dias antes do amistoso contra a Inglaterra.

A liberação aconteceu por parte do próprio prefeito Eduardo Paes.

Todos vão fingir que não há nada de errado na cobertura.

Afinal, se cair, será sobre as arquibancadas.

Só que não para por aí.

A Itália e o Taiti irão usar o interditado estádio.

Treinarão nele antes de seus jogos no Rio pela Copa das Confederações.

Balotelli pensa que só as noitadas serão agitadas.

Mal sabe ele como podem ser seus treinos.

O João Havelange foi reservado também para um dos finalistas da competição.

O Engenhão entrará para a história.

Será o estádio interditado mais usado de todos os tempos.

Tomara que o laudo da empresa SBP seja apenas uma piada.

E que as estruturas da cobertura não estejam tão comprometidas.

Seria um caos se estivesse certo.

Em todo caso vale a torcida.

Para que os ventos no Rio de Janeiro não passem dos 63 quilômetros por hora.

Outra vez, o Brasil brinca com o perigo.

E coloca a Seleção, a Itália e o Taiti em um estádio interditado.

Assim como o libera para propaganda da Nike.

Com seus figurantes sentados no ponto mais perigoso do estádio.

Por quê?

Por que só a Espanha vai treinar em São Januário?

Só José Maria Marin e Eduardo Paes podem responder.

E Felipão, não poderia escolher outro campo?

Por que esta exposição desnecessária?

Será motivo para questionamento em todo planeta.

Ele também está ocupado demais para responder.

Não, o melhor é colocar todos em um estádio interditado.

Mais emoção.

O que significa o laudo da empresa alemã recomendando a interdição?

Aparentemente nada.

Não para Eduardo Paes e José Maria Marin.

Só que ninguém se esqueça.

O prefeito carioca cravou uma frase sobre o Engenhão.

Tão histórica quanto assustadora.

"O estádio foi feito nas coxas..."

É lá que a Seleção, a Itália e o Taiti treinarão...
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Fri, 24 May 2013 13:38:35 -0300
<![CDATA[Para desespero do Santos, Felipão não vai permitir que Neymar negocie com Barcelona ou qualquer clube durante a Copa das Confederações. O foco terá de ser na Seleção. Será o escudo perfeito que o pai do jogador desejava. Sem leilão até julho...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/24/para-desespero-do-santos-felipao-nao-vai-permitir-que-neymar-negocie-com-barcelona-ou-qualquer-clube-durante-a-copa-das-confederacoes-o-foco-tera-de-ser-na-selecao-sera-o-escudo-perfeito-que-o-pai 1cbf Esportes
Faltam apenas quatro dias.

Na terça-feira a Seleção Brasileira se reunirá.

Os 23 jogadores se encontrarão no Rio.

E começarão a preparação para a Copa das Confederações.

Luiz Felipe Scolari e Parreira querem concentração total.

Desejam fazer da competição a primeira etapa para o Mundial de 2014.

Como a janela para o Exterior vai de julho a agosto, haverá uma determinação.

Não aceitarão que os atletas percam o foco negociando troca de clubes.

Entrevistas sobre o assunto serão barradas.

Os jogadores terão a recomendação para falar só sobre Seleção.

O medo responde pelo nome de Neymar.

Para a CBF é péssima essa indefinição sobre a ida ao Barcelona.

Com apenas 21 anos há o temor da uma reação exagerada durante o torneio.

Euforia querendo mostrar de novo o quanto vale.

E que a Europa o precisa levar.

Ou apatia pela perspectiva de mais um ano cobrado no Brasil.

No dependente Santos de Muricy.

Sendo perseguido pela imprensa nacional.

Desta vez com perguntas sobre eventual pré-contrato.

Que assinaria com os catalães em dezembro.

Felipão vai blindar Neymar.

Para ele será fácil.

Usará o seu tom ríspido com os jornalistas.

Não responderá e não permitirá que Neymar fale de Barcelona ou Santos.

O treinador pedirá um pacto ao jogador.

Nada de entrevistas sobre saída de Santos.

Muito menos será liberado para acertar contrato.

Como fez Lucas em plena preparação para a Olimpíada.

Serão vetadas as presenças de representantes.

Nada de empresários do Barcelona, Real, Bayern nos treinos.

Ou nos hotéis em que a Seleção ficará.

Mal sabe ele que esse acordo é tudo o que o pai do atleta deseja.

Neymar 'sênior' se cansou da confusa atitude da diretoria santista.

A perda de tempo.

E agora a precipitação para vender o jogador de qualquer maneira.

O medo desmedido de Luís Álvaro.

De que o jogador não vá ao Exterior nesta janela do meio do ano.

Mas também o dirigente não quer ceder à 'chantagem do Barcelona'.

Esta é a maneira com que os conselheiros tratam a última proposta.

Os espanhóis deixaram 20 milhões de euros, R$ 52,8 milhões.

E mais a arrecadação de dois amistosos.

Um no Brasil e outro na Espanha.

Os dois com a presença de Messi, por contrato.

E se foram.

O tom na conversação desagradou principalmente o vice Odílio Rodrigues.

'É isso ou nada'.

Por isso ele entende que a hora é para conversar com Barcelona e Bayern.

Tanto que já acionou representantes desses clubes.

Foi o que mais irritou o pai do atacante.

"Não vou permitir o leilão do meu filho em plena Copa das Confederações.

Chega, não quero nem mais saber de propostas.

Não vou atender ao telefone."

Ele falou ontem de maneira séria, firme.

O que gelou a alma de Luís Álvaro e Odílio.

Os dois têm uma triste certeza.

Neymar 'Sênior' está pronto para enfrentar a pressão.

E esperar até dezembro.

Se tiver coragem, o pai de Neymar pode lucrar pelo menos R$ 50 milhões.

Negociar seu filho com o Barcelona, onde ele tanto quer jogar.

Assinar um pré-contrato em dezembro.

Sem ter de dar um centavo ao Santos.

A DIS, dona de 45% dos direitos do atleta, alega que não ficará na mão.

Terá direito a pelo menos R$ 20 milhões.

Se Neymar acertar sua ida direta por R$ 70 milhões, tudo resolvido.

R$ 20 milhões ao grupo DIS e R$ 50 milhões no bolso.

"Mas o seu Neymar precisará ser macho".

O Santos fará todo tipo de pressão para vender Neymar já.

Não será fácil resistir.

mowapress Esportes

O clube não vai admitir perder o melhor jogador do Brasil de graça.

Isso eu quero ver", me diz um grande empresário paulista.

O pai do jogador insiste.

Não tem drama de consciência.

"Não existe essa história de sair de graça.

O Neymar cumpre o seu contrato.

Faz valer o que assinou.

E o Santos já ganhou muito com ele."

Os números são realmente expressivos.

Quanto Neymar chegou ao time principal tudo era diferente.

Patrocínios rendiam ao clube R$ 6 milhões.

A arrecadação total era de R$ 70 milhões.

E o Santos tinha pouco mais de 17 mil sócios.

Em quatro anos, tudo mudou.

Os patrocinadores levam R$ 35 milhões ao clube.

O faturamento passa dos R$ 198 milhões.

E os sócios se multiplicaram: 65 mil.

Fora os títulos da Libertadores, Recopa, Copa do Brasil.

E tricampeonato paulista.

"Não devemos nada ao Santos.

Tudo que recebemos nós justificamos.

Se o Neymar sair no final de contrato, tudo certo.

Não há essa história de sair de graça, repito.

Os dois lados ganharam muito nestes quatro anos."

O pai do jogador jurou ontem.

Mesmo se o Santos acertar a venda do filho com qualquer clube do mundo.

"A saída só acontecerá com a nossa concordância.

E eu não vou negociar durante a Copa das Confederações.

Não vou tirar a concentração do meu filho.

O que tinha de acontecer, deveria ter acontecido antes.

Não agora."

A Copa das Confederações terminará no dia 30 de junho.

Se o Brasil chegar à final serão 33 dias com Neymar na Seleção.

E sem dificuldade para respeitar a determinação de Felipão.

Ele já está fugindo de entrevistas sobre o tema.

Não quer mesmos falar.

Terá a desculpa que sonhava.

E a Comissão Técnica não está brincado.

Vai exigir dele foco na competição.

Inclusive na Internet.

Haverá o pedido para evitar especulações.

Elas poderiam atrapalhar o time na disputa do torneio.

A janela de transferências abre em julho e vai até 31 de agosto.

O empresário está certo.

O pai de Neymar terá mesmo de mostrar 'ser macho'.

A pressão santista promete ser gigantesca pela venda.

Com o risco de Luís Álvaro ser desmoralizado.

E perder força para fazer o seu sucessor.

Tamanho o eventual desperdício de dinheiro.

Oportuno demais o Santos jogar com o Flamengo em Brasília.

Sem tantos jornalistas para pressionar Neymar.

Após o jogo, ele pretende 'sumir'.

E só aparecer na terça-feira, na Seleção Brasileira.

No Rio não abrirá a boca para falar sobre Barcelona.

Sua negociação virou uma guerra de nervos.

Envolvendo Santos, Barcelona, Real Madrid, Bayern...

Os desesperados Luís Álvaro e Odílio Rodrigues...

O preocupado Felipão...

E o personagem que roubou a cena.

O determinado Neymar 'Sênior'.

Pai que tem de suportar a pressão Santos e Barcelona pelo filho.

"Pelo Neymar eu faço o que for.

Quero o melhor para ele.

E não abro mão disso por nada.

Não vou atender telefone de ninguém.

Não até o fim da Copa das Confederações.

E acabou.

Não vou atrapalhar o meu filho..."
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Fri, 24 May 2013 10:51:01 -0300
<![CDATA[Verdão começa sua caminhada]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/24/verdao-comeca-sua-caminhada  Esportes

Olá galera.

Amanhã o Palmeiras fará sua estreia na Série B do Brasileirão, com o maior objetivo na temporada, conseguir voltar à elite do futebol brasileiro. Entre erros e acertos, o ano de 2013 foi melhor do que o esperado, até o momento.

Assim que o Palmeiras foi rebaixado, muitos já diziam que o clube, provavelmente faria uma fraca campanha no Paulistão e na Libertadores. Na prática não foi isso que aconteceu.

Pelo campeonato estadual, o time chegou nas finais e saiu nas quartas, para o Santos, na Vila Belmiro. O jogo acabou empatado, a eliminação veio apenas na loteria dos pênaltis.

Pela Libertadores, a equipe nunca foi apontada como candidata ao título. A maioria tinha dúvidas até se a turma de Gilson Kleina e cia. passaria de fase. Os palmeirenses se classificaram em primeiro no grupo. Nas oitavas foram derrotados pelo Tijuana, do México.

Claro que pelas tradições do Verdão, os resultados teriam que ser melhores. Mas na difícil situação atual do clube, os jogadores conseguiram honrar a camisa e agora partem para a missão mais importante do ano.

Pensando grande, o Palmeiras fará o primeiro jogo no Estádio Novelli Júnior, em Itu, contra o Atlético Goianiense. Será que o Porco terá uma boa estreia na caminhada de volta para a primeira divisão?

beijim

Mylena

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Fri, 24 May 2013 10:01:11 -0300
<![CDATA[O Atlético Mineiro mostrou raça e muita sorte. Graças a Tardelli e ao coadjuvante Luan. O 2 a 2 contra o Tijuana dá a certeza. A semifinal da Libertadores está nãos mãos do time de Cuca...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/24/o-atletico-mineiro-mostrou-raca-e-muita-sorte-gracas-a-tardelli-e-ao-coadjuvante-luan-o-2-a-2-contra-o-tijuana-da-a-certeza-a-semifinal-da-libertadores-esta-naos-maos-do-time-de-cuca 1reuters13 Esportes
Cuca é o treinador do Brasil que mais acredita em sorte.

Não há ninguém na elite como ele.

Suas medalhinhas, sua camiseta religiosa embaixo do agasalho.

Seus rituais.

E ontem ele saiu de Tijuana convicto.

Os deuses nestas quartas da Libertadores estão com o Atlético.

O que começou trágico acabou sensacional.

E fruto do acaso.

A contusão no adutor da coxa de Bernard mudou o jogo.

O coadjuvante Luan foi fundamental no ótimo resultado.

Mesmo jogando muito mal, o Atlético foi premiado.

Conseguiu o injusto empate em 2 a 2.

Resultado que só pode ser explicado pelos deuses do futebol.

Depois da desgastante viagem de 20 horas até Tijuana, veio o jogo.

O argentino Antonio Mohammed queria usar suas duas armas.

O desgaste físico do time brasileiro.

E o gramado artificial.

Ele sabe o quanto os brasileiros sofrem para se adaptar.

Sua equipe entrou da mesma forma que jogou contra o Corinthians.

Quando derrotou o campeão do mundo.

Marcando pressão e impondo correria.

Principalmente pela esquerda, forçando Núnez e Martínez.

Um erro de avaliação de Cuca foi fatal.

Ele acreditou em Bernard.

Que o jovem jogador superaria o desconforto na coxa esquerda.

Não superou, deu trotes no primeiro tempo.

Não conseguia correr.

Foi como se o Atlético Mineiro jogasse com um homem a menos.

Em seguida ficaria com um olho a menos.

Ronaldinho Gaúcho recebeu bolada forte no olho esquerdo.

Logo a pancada iria inchar seu rosto.

Ele já estava bem marcado, seu desempenho não foi bom.

"Joguei com um olho só.

Estava difícil enxergar com o esquerdo", justificaria.

1a´p Esportes

No primeiro tempo, ninguém do Atlético jogou bem.

O Tijuana criou e desperdiçou várias chances.

O time atuava de maneira compacta, veloz.

E se aproveitando da intimidade com o gramado sintético.

O óbvio gol mexicano saiu aos 31 minutos.

Moreno misturou habilidade e visão.

Deu excelente passe de calcanhar para Riascos.

Gilberto Silva se desdobrou tentando cortar.

Só conseguiu ajeitar.

O chute foi ágil, forte.

Victor não conseguiu defender.

Tijuana 1 a 0.

Cuca estava todo tenso, o sufoco mexicano era para valer.

O Atlético Mineiro fez péssimo primeiro tempo.

Mereceria sair perdendo por dois ou três gols.

No intervalo, Cuca teve de tirar Bernard.

O jogador que o Atlético negocia com o Borussia estava contundido.

Além de atrapalhar o time poderia ter uma lesão mais séria.

Luan entrou com uma missão específica.

Ajudar a travar o lado esquerdo mexicano.

Ele tinha de ajudar na marcação.

E se possível atacar.

Os mexicanos estavam empolgados.

Sentiam a fraqueza física do adversário.

E principalmente a falta de intimidade com o carpete.

Só a Fifa para permitir essa atrocidade.

Como deixar que os mexicanos tenham tanta vantagem?

É mesma coisa que vôlei de praia ser disputado no asfalto.

Tivessem coragem e união, os brasileiros pressionariam a Conmebol.

Para pelo menos protestar.

É muita vantagem ao Tijuana.

Logo aos sete minutos, o segundo gol mexicano.

Victor se esforçou para defender chute de Moreno.

Mas a bola sobrou nos pés de Martínez, livre para fazer 2 a 0.

O resultado era péssimo.

E o Tijuana ainda jogava melhor.

Os atleticanos sabiam que precisavam ao menos descontar.

E aí entrou em campo o aliado de Cuca, o acaso.

Ronaldinho bateu mal um escanteio.

Arce não pegou em cheio na bola.

Ela procurou Tardelli.

O chute saiu fraco, mas o suficiente para enganar Saucedo.

Gol do Atlético Mineiro: 2 a 1, aos 20 minutos.

Um resultado fantástico diante da superioridade mexicana.

No Horto, o time precisaria de uma vitória simples por 1 a 0.

A partida ficou mais tensa, brigada nas intermediárias.

O Tijuana queria de qualquer maneira o terceiro gol.

E o Atlético tinha em Tardelli seu grande jogador.

O homem que lutava para encontrar espaço na zaga mexicana.

O tempo passava rápido e o time brasileiro jogava melhor.

Mais agrupado, trocando passes.

Só que não era noite de Ronaldinho e Jô.

Os dois estavam mal, irreconhecíveis.

Luan dava uma aula de dedicação.

Marcando atrás e lutando no ataque.

Quando parecia que seria decretada a derrota atleticana, veio o inesperado.

Cuca iria tirar Tardelli.

A substituição estava para acontecer.

Quando o atacante pediu para continuar.

Diante da vontade do jogador, Cuca tirou Jô.

Foi a providência o auxiliando.

Coube a Tardelli entrar aos trancos e barrancos pela zaga mexicana.

E servir de bandeja para Luan.

Ele estava livre diante do goleiro.

O chute saiu fraco, mas passou por baixo de Salcedo.

Era o empate do Atlético Mineiro.

Aos 47 minutos do segundo tempo.

2 a 2.

Sim, 47 minutos do tempo final.

Luan chorou demais, comemorando o gol.

Sabia da sua importância.

O resultado é espetacular diante de tantas dificuldades.

Não precisaria nem mais vencer no Independência.

Um empate em 0 a 0 ou 1 a 1 já basta.

Fora a vitória simples.

E a vaga para a semifinal da Libertadores fica garantida.

O Atlético Mineiro teve garra, raça.

Mas muita sorte.

Tardelli jogou por ele e por Ronaldinho.

O time tecnicamente foi mal.

Taticamente, foi engolido pelo Tijuana.

No final, a superação valeu.

E veio o empate.

Cuca tem mesmo que comemorar.

O resultado foi enganoso, injusto com os mexicanos.

Mas Luan e Tardelli mudaram o jogo.

Conseguiram o empate em 2 a 2.

E levar o fim da conversa para o Independência.

O time ontem se safou da derrota.

Mesmo jogando mal quebrou a invencibilidade da defesa mexicana em Tijuana.

Marcou dois gols.

E agora vai se preparar com calma.

Para não depender da sorte na semana que vem.

O Tijuana não é páreo para o Atlético.

Basta ter concentração e jogar de forma compacta.

As chances de vitórias sobre os mexicanos imensas.

Ronaldinho, Jô e Bernard não vão jogar tão mal.

Tudo promete ser muito diferente no Horto.

Mas não há lugar para reclamação.

O empate em 2 a 2 foi um prêmio do destino.

Da sorte para Cuca.

Na próxima quinta-feira, que use a competência para levar adiante o Atlético Mineiro.

E ter o gosto de chegar às semifinais da Libertadores de 2013.

Sem precisar ser refém da sorte de um coadjuvante.

Ensinar para os jogadores do Tijuana o já consagrado refrão.

"Caiu no Horto..."
1afp Esportes

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Fri, 24 May 2013 01:47:44 -0300
<![CDATA[Dunga mudou o destino de Robinho e de Luís Fabiano. Bastou mostrar interesse de levá-los ao Internacional. Milan e São Paulo redescobriram o valor dos seus jogadores...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/23/dunga-mudou-o-destino-de-robinho-e-de-luis-fabiano-bastou-mostrar-interesse-de-leva-los-ao-internacional-milan-e-sao-paulo-redescobriram-o-valor-dos-seus-jogadores 1reuters12 Esportes
Dunga conseguiu.

Sem querer, ele valorizou dois jogadores.

Dois atacantes que fizeram o máximo por ele na África do Sul.

E estavam por baixo no Milan e no São Paulo.

Robinho e Luís Fabiano.

O treinador do Internacional ganhou o Campeonato Gaúcho.

Nem precisou de Grenal final.

Pela incompetência de Vanderlei Luxemburgo.

Ele abriu mão do estadual pela Libertadores.

Não ganhou nem uma coisa nem outra.

Com todos os holofotes voltados a ele, o treinador deixou escapar.

Quer reforços para o Inter.

No planejamento há o anseio de uma vaga à Libertadores de 2014.

Para isso ele precisava de mais atacantes.

E o treinador que só fala o que quer deixou escapar.

O desejo por Robinho e Luís Fabiano.

Dois jogadores o defenderam como puderam depois do Mundial.

Os elos de amizade são realmente grandes entre eles.

Bastou o anúncio do interesse de Dunga.

E houve uma revolução no São Paulo.

Juvenal Juvêncio foi o mais inflamado.

Ele que em uma coletiva narcisista avisou.

Se houvesse uma boa proposta, o atacante poderia sair.

"Para clubes brasileiros, não.

Ainda mais para o Internacional."

Juvenal não perdoou a recusa do clube em negociar Guiñazu.

E ainda mais por ter levado Oscar.

Ney Franco mostrou que há sangue em suas veias.

Procurou o presidente.

Pediu para que o atacante continuasse no São Paulo.

Até mesmo os torcedores mudaram de lado.

Mais uma vez.

Eles que cansaram de chamá-lo de pipoqueiro, não querem a separação.

1gazeta12 Esportes

Gritaram a plenos pulmões em Londrina, após o amistoso de hoje.

Querem que ele fique.

Só faltou contratarem Jane e Herondi para fazer seresta ao jogador.

Luís Fabiano disse que tudo ainda 'está borbulhando'.

Não sabe o que fazer.

Não esperava que Juvenal o mostrasse como disponível.

Dunga é habitante do Brasil.

Sabia que as diretorias dos dois clubes se odeiam.

Mesmo assim mostrou sua vontade em ter o jogador.

Ela não deve se confirmar.

Apenas o manifesto de contratá-lo foi um presente.

Mudou a perspectiva do próprio São Paulo em relação ao jogador de 32 anos.

Justo na hora em que há quem garanta que seu preço é de R$ 16 milhões.

Uma desvalorização de R$ 4 milhões, já que Juvenal pagou R$ 20 milhões.

Dunga também fez a cúpula do Milan se mexer.

Robinho estava em baixa.

Não é titular absoluto do time.

Está cansado do revezamento de Massimiliano Allegri.

Sua relação com ele é péssima.

Embora o treinador esteja deixando o clube, o atacante foi encostado.

Os dois outra vez discutiram.

O brasileiro se viu desvalorizado, colocado na lista de dispensa.

Por coincidência foi quando Dunga falou que gostaria de ter o atacante.

Robinho enfrentou diretorias de clubes europeus para jogar pelo Brasil de Dunga.

O treinador nunca esqueceu disso.

A afirmação de que o ex-treinador da Seleção queria Robinho mudou tudo.

O atacante voltou a ser valorizado.

E foi divulgado que ele seria o substituto natural de Neymar no Santos.

Dunga logo se conformou.

Desistiu da dupla.

Mas suas palavras foram mágicas.

Tiveram um peso enorme.

Chegaram na hora certa.

E valorizaram tanto Luís Fabiano quanto Robinho.

São Paulo e Milan repensaram os atletas que têm nas mãos.

Enquanto o Internacional continua buscando atacantes.

Muito interessante esse tal de futebol...
2reproducao10 Esportes

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Thu, 23 May 2013 17:51:30 -0300
<![CDATA[O surreal julgamento de Carlos Alberto. Com a filha do presidente da Federação Carioca como sua advogada. E Rubens Lopes, o próprio presidente da Ferj, na plateia do TJD. Legal, mas moral?]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/23/o-surreal-julgamento-de-carlos-alberto-com-a-filha-do-presidente-da-federacao-carioca-como-sua-advogada-e-rubens-lopes-o-proprio-presidente-da-ferj-na-plateia-do-tjd-legal-mas-moral 1ae21 Esportes
É uma situação surreal.

Carlos Alberto corria sério risco.

Poderia até ser suspenso por dois anos.

Na urina do jogador do Vasco foram encontradas duas substâncias proibidas.

A hidrocloratiazida.

Ela é um diurético que serve para controlar a pressão arterial.

E o hormônio Carboxi-Tamoxifeno.

Juntos eles podem servir para mascarar o uso de substâncias dopantes.

A urina foi colhida após a vitória do Vasco sobre o Fluminense por 3 a 2.

O jogo aconteceu no dia 2 de março.

E logo vazou a informação sobre a alteração no exame antidoping do jogador.

Carlos Alberto é um jogador problemático.

Surgiu muito bem no futebol.

Do Fluminense foi jogar no Porto, acabou campeão do mundo.

Passou pelo Corinthians e daí por um período de decadência.

Seu estado físico sempre foi questionado.

A briga com a balança virou uma constante.

Seu declínio técnico acentuado.

Discutiu, brigou com vários dirigentes.

Se tornou sinônimo de decepção.

O tempo passou rápido.

Ele já tem 28 anos.

Uma suspensão de dois anos seria um golpe terrível na carreira.

Foi quando o Vasco da Gama indicou sua advogada.

Ela defende o clube há quatro anos.

Seu nome é Luciana Lopes.

Lopes neste caso tem um peso enorme.

Ela é filha do presidente da Federação Carioca de Futebol.

Rubens Lopes.

A nomeação causou espanto.

A incompatibilidade era mais do que evidente.

O jogador foi flagrado em uma partida do Campeonato Carioca.

Iria ser julgada pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio.

Legalmente não havia obstáculo algum.

Mas o grau de parentesco tornava o caso inacreditável.

Como negar a pressão do sobrenome Lopes sobre os auditores?

"Pode ser legal, mas é imoral.

A filha do presidente da Federação é advogada do Carlos Alberto.

Não é ético", desabafou o advogado Nélio Andrade.

Ele representa a farmácia de manipulação Silvestre.

A tese de defesa de Luciana foi exatamente esta.

Que a houve contaminação cruzada nos medicamentos usados pelo jogador.

Carlos Alberto fazia um tratamento ortomolecular.

E consumia remédios manipulados na Silvestre.

O advogado Nélio disse que foi chamado à sede da Federação Carioca.

"Me pediram se eu poderia confirmar a possibilidade de contaminação do medicamento."

A acusação é séria e foi gravada.

Nélio a deu à rádio Tupi do Rio.

O advogado da farmácia insistiu que Carlos Alberto mentiu.

E que não houve qualquer contaminação.

Não haveria maneira de Luciana provar.

O julgamento foi aguardado com toda expectativa.

E ficou absolutamente tenso quando quem chega para acompanhá-lo?

O próprio presidente da Federação Carioca de Futebol.

Sim, Rubens Lopes.

Cena de cinema ou de novela mexicana.

O pai acompanhando a filha.

Sua presença despertou toda a atenção dos jornalistas.

Dos jurados.

Por mais que ele não tenha influência efetiva...

É inegável a pressão psicológica favorável a Carlos Alberto e sua filha.

O julgamento se prolongou por horas.

Ao final, Luciana acompanhou o veredicto abraçada ao jogador.

Ambos choravam emocionados.

Carlos Alberto foi absolvido por 4 votos a 1.

Toda a culpa ficou para a farmácia de manipulação.

O que deixa Deco do Fluminense empolgado.

1facebook1 Esportes

Ele também irá usar a mesma tese.

Foi flagrado com o uso das mesmas substâncias.

E a mesma farmácia.

Ficou tão animado que ontem mesmo comemorou no twitter.

Deco talvez até possa pedir a assistência de Luciana aos seus advogados.

Os dois são amigos íntimos desde os tempos de Porto.

Aos jornalistas, depois da vitória, a filha de Rubens Lopes desabafou.

"Muita gente ruim diz ser um absurdo.

A minha atuação na defesa de um atleta por ser filha do presidente da federação.

Sou filha dele com muito orgulho e milito no tribunal há 13 anos.

Ou seja, bem antes de o meu pai assumir a entidade.

Esse tipo de coisa coloca o próprio tribunal em xeque.

Mas o tribunal é completamente independente.

Defendi o Juninho Pernambucano no ano passado e aconteceu a mesma coisa.

É preciso virar essa página.

Se for assim nenhum filho de jogador pode trabalhar.

É um absurdo.

Mas é ruim ter que provar a competência a cada julgamento.

Por ser filha do Dr. Rubens Lopes."

Ainda haveria espaço para mais depoimentos emocionados.

"Primeiro, agradeço a Deus e depois a Luciana.

Isso só prova a minha idoneidade e honestidade.

Nunca procurei burlar o regulamento, nem ter performance desonesta.

E hoje ficou provado isso.

Passei momentos angustiantes e tive de encarar as dificuldades no dia a dia.

Ela conseguiu a minha absolvição.

Para quem não conhecia, está aqui uma grande advogada.

Uma grande mulher, mãe e filha.

Estou muito feliz por tudo."

As declarações entusiasmadas são de Carlos Alberto.

Fez a propaganda de Juliana a diversos jornalistas.

Com certeza chegará a vários jogadores com problemas.

Quem não gostaria de ter a filha do presidente da Ferj o defendendo?

Depois do julgamento, Carlos Alberto foi comemorar em um churrasco.

Talvez eu seja mesmo uma pessoa muito ruim.

Mas considero um absurdo essa mistura.

A filha do presidente da Federação Carioca defendendo jogador no Rio.

Acusado por doping no Campeonato Carioca.

Em pleno TJD carioca.

A lisura dos auditores não é questionada.

Mas sim a pressão psicológica de ter a filha de Rubens Lopes pela frente.

Ainda mais com o presidente da Federação sentado, acompanhando o julgamento.

De frente para os auditores.

Porque não é apenas um pai dando força a uma filha.

É o presidente da Ferj.

Não há lugar para hipocrisia.

Não é ilegal.

Apenas imoral.

Só que assim caminha o futebol brasileiro.

Fechando os olhos para tudo.

Sempre em nome da legalidade...
1clubedoporto Esportes

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Thu, 23 May 2013 13:59:44 -0300
<![CDATA[Sem o dinheiro fácil da Parmalat, Brunoro escolhe o caminho mais oportunista. Usar o amor do palmeirense. Ingressos a R$ 200,00 e R$ 60,00 na estreia na Segunda Divisão, em Itu, é um desrespeito. E ainda avisa que pode aumentar...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/23/sem-o-dinheiro-facil-da-parmalat-brunoro-escolhe-o-caminho-mais-oportunista-usar-o-amor-do-palmeirense-ingressos-a-r-20000-e-r-6000-na-estreia-na-segunda-divisao-em-itu-e-um-desrespeito-e-ai  Esportes
A ideia foi do manager José Carlos Brunoro.

E vai contra a lógica.

É horrível quando Corinthians e Atlético sangram seus torcedores.

Cobram preços absurdos mas têm uma justificativa plausível.

Jogos importantes, pela Libertadores.

Competição mais importante da América do Sul.

E que reúne a elite do continente.

É uma exploração, sem dúvida.

Ainda mais que os dois usam o Independência e o Pacaembu.

Pequenos demais para a paixão da sua torcida.

Postura oportunista mas compreensível de Kalil e Gobbi.

Agora Brunoro vai em outra direção.

Resolveu explorar os torcedores palmeirenses na pior hora.

Quando o clube começa sua pior trajetória.

Na Segunda Divisão.

Com jogadores limitados enfrentando adversários fracos.

Há a certeza de muita luta e pouquíssima técnica.

Ele tomou uma decisão para espantar o apoio.

Desestimular a torcida.

Ainda mais sendo o jogo na pequena Itu.

Brunoro autorizou que o ingresso mais barato custasse R$ 60,00.

E o mais caro, R$ 200,00.

Ainda avisa que os preços podem subir nos próximos jogos.

Corinthians e Botafogo, jogarão pela Série A no domingo.

São campeões de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Os ingressos custam entre R$ 30,00 e R$ 180,00.

Não basta a humilhação do clube disputar a Segunda Divisão.

O manager quer usar a paixão do palmeirense contra ele mesmo.

Não é por acaso que há tanta revolta na Internet.

Vai além do desrespeito.

É aproveitar a dor.

A inspiração veio no Pacaembu lotado na Libertadores.

O raciocínio tosco.

Os torcedores deram seu dinheiro na competição mais importante do continente.

Havia o amor, a sede de título.

Mas a rivalidade contra Corinthians e São Paulo.

A vontade de fazer uma campanha melhor, ir além.

A comunhão entre o time e torcida foi emocionante.

Os palmeirenses o levaram até as oitavas.

Campanha digna dentro das circunstâncias.

E a recompensa, qual é?

R$ 200,00 e R$ 60,00 contra o Atlético Goianiense.

Todos os times grandes que caíram na Segunda fizeram o contrário.

Principalmente no início da competição.

Estimularam seus torcedores colocando o preço do ingresso baixo.

A intenção era o estádio cheio.

Brunoro quer o contrário.

Deseja o dinheiro dos desavisados.

Sua visão é mercantilista.

Está estranhando não ter o aporte financeiro da Parmalat.

Quando começou no futebol, na década de 90 era fácil.

Bastava escolher os jogadores que o dinheiro chegava da Itália.

Foi assim que ganhou fama como grande dirigente.

Mas o tempo passou.

Montar time sem dinheiro é difícil, exige imaginação, talento.

Relacionamento, conhecimento do mercado.

Situações que ele prega quando dá palestras.

Sangrar o torcedor é uma opção fácil demais.

Paulo Nobre aceitou a sugestão sem pensar duas vezes.

Ele acaba de levantar um empréstimo de R$ 1,5 milhão.

Em seu nome.

Como foi publicado ontem, o Palmeiras não tem crédito na praça.

Os direitos de imagem dos jogadores estão atrasados.

1ae20 Esportes

A situação como um todo é bem difícil.

Mas a hora seria de atrair os torcedores.

Não de sugá-los.

Brunoro tenta se defender.

Diz que a cobrança é para forçar a participação de mais sócios torcedores.

Balela.

O plano Avanti tem 24.248 sócios.

O Palmeiras tem entre 16 e 18 milhões de torcedores.

A desculpa é esfarrapada.

É pura vontade de aproveitar o momento.

Fazer o palmeirense pagar pelos desatinos dos ex-presidentes.

Pelo fraco time atual.

A estratégia é aproveitar o emocional.

Porque o racional não recomenda.

Até Gilson Kleina já deixou escapar.

O Palmeiras na Segunda Divisão não mostrará bons espetáculos.

Entrará em campo para lutar.

Tem o objetivo de subir até porque 2014 é o ano do centenário.

Cobrar mais por um jogo ruim.

A postura de Brunoro é elitista, oportunista.

Provoca imensa decepção entre os que o apoiaram.

Ele é o manager a quem Paulo Nobre deu a camisa 10 do Palmeiras.

Recebe R$ 120 mil, tem carro à disposição.

E carta branca no futebol.

Suas atitudes até agora têm sido questionáveis.

Despachar com rapidez o maior ídolo do clube, Barcos.

Até para anunciar jogador com quem nem tinha conversado.

Como foi o caso de Marcelo Moreno que só humilhou o clube.

E foi para o Flamengo.

Não contratar novo goleiro para a Libertadores.

Com a contusão de Fernando Prass, resolveu economizar.

Manteve Bruno e ele foi o responsável pela eliminação do time.

"Me ofereceram 30 goleiros", disse o manager.

A licença dada por Paulo Nobre vai além do imaginável.

Cobrar R$ 200,00 e R$ 60,00 para a estreia na Segunda Divisão é absurdo.

E avisa que tudo pode ficar pior.

Os preços podem aumentar.

Inacreditável.

Isso não é modernidade.

É inconformismo.

Saudade de quem fez o nome com os milhões da Parmalat.

E escolhe o caminho fácil para escapar da penúria.

Dos R$ 287 milhões em dívidas.

Sangrar o maior aliado: o angustiado torcedor palmeirense...
 Esportes

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Thu, 23 May 2013 10:34:31 -0300
<![CDATA[Fluminense está vivo]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/23/fluminense-esta-vivo 00415062 Esportes

Olá galera.

O Fluminense não conseguiu furar a retranca do Olímpia ontem em São Januário. Agora terá que fazer gol no Paraguai, caso queira se classificar. Mesmo tendo total domínio territorial, o time não criou muitas chances de gol, e nas melhores que teve, faltou tranquilidade. Jogo de volta acontece na próxima quarta-feira.

Leandro Euzébio teve a oportunidade que poderia mudar o panorâma da partida. Após receber passe de Wellington Nem, o zagueiro ficou cara a cara com o goleiro do time paraguaio, mas demorou a concluir, permitindo que o arqueiro desviasse a bola para escanteio. Trocando passes sem muita objetividade, o Flu não fez um bom primeiro tempo.

Na segunda etapa o Tricolor das Laranjeiras melhorou, principalmente depois das entradas de Rafael Sóbis e Felipe, e criou mais que nos primeiros quarenta e cinco minutos. Rhayner, o atacante que ficou mais de dois anos sem marcar, teve a melhor oportunidade. Ele tabelou com Fred e chegou a driblar o goleiro do Olímpia, mas furou na hora de concluir.

O placar não foi o que a torcida, que lotou o estádio e fez belíssima festa, esperava. Dos males o menor, pois o time carioca não tomou gol e poderá se classificar até com um empate, desde que balance a rede adversária. O Defensores del Chaco estará lotado, apoio não vai faltar aos paraguaios. Mas o Fluminense está mais vivo do que nunca, lá os espaços vão aparecer mais para o Time de Guerreiros.

beijim

Mylena

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Thu, 23 May 2013 09:55:30 -0300
<![CDATA[A falta de visão de Abel Braga complicou o Fluminense. Inacreditável deixar Rafael Sóbis e Felipe de fora. O treinador ajudou os paraguaios a levar o 0 a 0 para os Defensores del Chaco...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/23/a-falta-de-visao-de-abel-braga-complicou-o-fluminense-inacreditavel-deixar-rafael-sobis-e-felipe-de-fora-o-treinador-ajudou-os-paraguaios-a-levar-o-0-a-0-para-os-defensores-del-chaco  Esportes
Abel Braga tem toda a responsabilidade.

Ele colaborou o quanto pôde.

Perdeu tempo demais.

Só colocou Rafael Sóbis e Felipe quando estava tarde.

Facilitou demais a missão do Olímpia.

Os paraguaios vieram para o Rio com o 0 a 0 em mente.

O técnico Ever Almeida abriu mão do jogo.

Armou sua equipe com três zagueiros fixos.

E mais três volantes.

A ordem era ter dez jogadores atrás da linha da bola.

A sua intenção era travar o time carioca.

Foi o que fez.

Sem muitas dificuldades.

O time de Abel Braga foi uma imensa decepção.

A torcida do Fluminense esperava muito mais.

Mesmo com a chuva que atormentava o Rio, ela foi a São Januário.

Mais de 14 mil torcedores que gritaram, incentivaram.

E no final cobraram o time.

O Fluminense foi irritante.

Principalmente sem a objetividade de Sóbis e Felipe.

Fred parecia que iria ter um ataque de raiva.

A bola não chegava para ele.

Sem Thiago Neves, Wagner deveria ser o articulador.

Só que esteve apático em campo.

Aceitou passivamente a marcação.

Não conseguiu achar Fred ou Wellington Nem.

Muito menos chutar de fora da área.

O Fluminense não teve força ofensiva.

Por vários motivos.

Abel Braga não conseguiu compactar o time.

Fred, isolado.

Wagner fora do jogo.

Bruno sem força alguma para atuar pela lateral direita.

Jean foi muito bem.

Se desdobrando no meio de campo.

Atuando como volante e meia.

Era o único com coragem de bater para o gol de fora da área.

Rhayner faz tudo perfeito, luta, tabela, avança em velocidade.

Mas sua incompetência em chutar para o gol é algo revoltante.

Inadmissível para um jogador profissional.

O que é visto com bom humor no Rio, na verdade é conivência.

Rhayner ocupa uma posição onde está sempre perto do gol.

Se não souber arrematar é melhor atuar como volante.

Um desperdício.

Vale a pena registrar que houve duas excepcionais chances de gol.

Mas a bola caiu nos pés errados.

Logo aos cinco minutos de jogo...

Wellington Nem descobriu um jogador do Fluminense livre.

Cara-a-cara com Martín.

Embora seja um bom goleiro, o profissional estava sozinho, livre.

Tinha a obrigação de marcar.

A não ser que se chame Leandro Euzébio.

O zagueiro não mostrou a menor sutileza, jeito.

Deu um chute forte em cima de Martín.

1fluminensefc Esportes

Gol incrível desperdiçado.

Mas ele teria companhia na chance jogada fora.

Aos 19 minutos do segundo tempo.

Foi quando Fred saiu da área e serviu Rhayner.

Ele entrou na corrida, driblou Martín.

Mas na hora de chutar, errou o centro da bola.

Bateu de leve e ela saiu fraca, sem direção.

O Olimpia tinha em mente empatar.

Travar o jogo.

Foi o que conseguiu.

A articulação carioca era péssima.

Wagner parado no meio de campo nada fazia de útil.

Abel Braga estava paralisado.

Demorou para colocar Sóbis e Felipe.

Os dois melhoraram a equipe.

Se o Fluminense deu um sufoco verdadeiro no Olimpia foi graças aos dois.

Abel precisa de maneira urgente treinar chutes de fora da área.

Seu time não tinha espaço dentro da área.

Mas fora, sim.

Só que ninguém arriscava.

O 0 a 0 acabou sendo inevitável.

O Olimpia levou ótimo resultado para o Paraguai.

Na quarta-feira basta uma simples vitória e semifinal da Libertadores.

O Fluminense precisa se superar fora de casa.

No Rio, o empate de ontem foi irritante.

"Faltavam jogadas de profundidade.

Nós não conseguimos criar.

Não foi bom o resultado", alertou, preocupado, Fred.

Abel Braga esteve uma péssima noite.

Ele foi o responsável pelo resultado.

Nos últimos dez minutos seu time teve um a mais.

Aranda foi expulso.

Mesmo com mais espaço, o Fluminense como time não existiu.

Só dependeu de jogadas individuais.

De atletas que demoraram para entrar.

A semifinal da Libertadores ficou bem mais difícil.

Sobreviver no Defensores del Chaco será uma façanha.

A situação está tão difícil por falta de visão do seu treinador.

Abel Braga já salvou o Fluminense de situações terríveis.

Em São Januário ontem, ele contribuiu com o adversário.

Facilitou a missão do Olimpia.

Com Vagner, Rhayner ele já foi muito mal.

Deixar Edinho em campo, sem ter a quem marcar outro absurdo.

Agora resta prepara o Fluminense para a pressão paraguaia.

Quarta-feira que vem será um inferno.

Tudo poderia ser muito melhor.

Mas faltou visão do treinador para o time fazer a lição de casa.

Não fez.

E já se prepara para sofrer...

(Abel Braga se irritou ao ser questionado.

Seu raciocínio foi incompreensível.

Havia dito que era melhor empatar em 0 a 0 do que vencer por 2 a 1.

Diante de uma cachoeira de ironias, ele recuou...)
1reuters10 Esportes

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Thu, 23 May 2013 00:53:00 -0300
<![CDATA[O México mostra o que só Felipão finge não saber. O Brasil tem apenas dois ídolos. Interno é Neymar. Para o restante do mundo, Ronaldinho Gaúcho. Talento que o técnico fez questão de virar as costas...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/22/o-mexico-mostra-o-que-so-felipao-finge-nao-saber-o-brasil-tem-apenas-dois-idolos-interno-e-neymar-para-o-restante-do-mundo-ronaldinho-gaucho-talento-que-o-tecnico-fez-questao-de-virar-as-costas 1ae19 Esportes
Mais de 3.500 pessoas invadiram o treino do Atlético.

Ensandecidos pela possibilidade de ficar perto de Ronaldinho.

Isso em Tijuana, no México.

Cuca ficou tão impressionado que definiu.

O treino decisivo para o jogo de amanhã seria fechado.

Mesmo assim há a certeza de que o cerco continuará.

Dentro e fora do hotel.

E mesmo durante o jogo, há a perspectiva de muitos traidores.

Ou seja, mexicanos que gritem por "Dinho", como o meia é chamado por lá.

O que aconteceu foi apenas mais uma prova.

O Brasil tem dois ídolos verdadeiros.

Um é Neymar, um prodígio dentro dos nossos domínios.

Outro para consumo externo e interno, Ronaldinho Gaúcho.

A imprensa mexicana afirma que o debutante time mexicano foi longe demais.

Já abusou dos brasileiros.

Tirou a invencibilidade do campeão mundial Corinthians.

E eliminou o Palmeiras.

Agora a caminhada pela Libertadores deverá ser encerrada.

Não pelo Atlético Mineiro.

Mas pela equipe de Ronaldinho Gaúcho.

O técnico argentino Antonio Mohamed disfarça.

Garante que não teme o camisa 10.

Mas setoristas juram que o Tijuana fará marcação especial sobre ele.

Aliás, todo o sistema defensivo será modificado.

A maneira de marcar será mais forte.

Há muita preocupação.

Tudo graças a um jogador.

O mundo acompanhou de longe as gandaias de Ronaldinho.

Para o Exterior chegam as jogadas mais lindas, os gols.

E desde que ele foi para Belo Horizonte, é isso que o mundo vê.

Por isso não há perdão para o descaso de Luiz Felipe Scolari.

Não nesta falta de rumo da Seleção Brasileira.

Nesta falta de referência.

1efe6 Esportes

Japão, México e Itália entrariam de outra maneira em campo.

Se seus treinadores e jogadores soubesse que o Brasil tem duas armas.

Dois atletas desequilibrantes, capazes de fugir ao script previsível de Felipão.

Mas o treinador não conseguiu encontrar uma maneira de aproveitar tanto talento.

Não quis nem deixá-lo no banco para obrigar os adversários a se preocupar.

Pensar no que fazer se ele entrar.

A pergunta que todos do Atlético mais ouvem no México é uma só.

"Por que Ronaldinho Gaúcho está fora da Copa das Confederações?"

Há grande constrangimento em responder.

Não tem explicação pelo que está jogando.

Repassam a culpa a quem de direito, Felipão.

Jornalistas europeus e sul-americanos vão pelo mesmo caminho.

O veterano treinador cometeu um grande pecado.

E não tem nada a ver com Romário em 2002.

Ronaldinho Gaúcho vive fase excelente.

Muito ao contrário do atacante pouco antes da Copa do Japão.

O Brasil da competição que está para começar pesará sobre Neymar.

Será ele quem terá a responsabilidade de fazer o diferente.

Decidir não só os jogos, mas o torneio para o Brasil.

Justo agora quando sua cabeça está um trevo.

O Barcelona acumula propostas baixas.

Os catalães querem levá-lo por uma barganha.

Sabem que seu contrato termina em julho de 2014.

E podem ficar com ele sem pagar um tostão ao Santos no próximo ano.

Para antecipar a situação, não oferecerem quanto vale, pelo menos R$ 100 milhões.

Se propõem a pagar menos da metade.

O jogador tem de falar para a imprensa que não sabe o que acontece.

A verdade é dura, impera o capitalismo.

Seu pai percebeu que basta esperar até dezembro.

E aí assinar um pré-contrato com o Barcelona.

Acertando tudo, preço dos direitos, luvas, salários.

Ele quer resistir ao assédio agora dos espanhóis.

Mesmo se o Santos ceder, ele vai exigir uma fortuna.

Neymar muda de ideia como muda de cabelo.

De acordo com seus 21 anos.

Muitas vezes quer ficar, outras sair.

Deixa por conta do pai.

Neymar ficou frustrado demais com a perda do tetra paulista.

Não sabe se chegará à outra final com o Santos.

Pode ser vendido.

Ou até pior, continuar muito mal acompanhado.

Com jogadores fracos, que não podem ajudá-lo a carregar o time à nova decisão.

Só sabe que daqui seis dias deverá se apresentar à Seleção.

E aí tudo ficará mais pesado.

Não há com quem dividir a responsabilidade da conquista.

Ronaldinho Gaúcho seria no mínimo um escudo.

Alguém para trocar ideia, mostrar o que viveu saindo do Grêmio cedo demais.

E com certeza, alguém que atrairia metade do interesse da imprensa.

Nacional e, principalmente, internacional.

A competição tem tudo para ser infernal para Neymar.

Felipão virou as costas a um ídolo.

Em um país que tem apenas dois.

E vai arcar com isso.

Ele que prepare sua velha desculpa nas coletivas.

A de não falar sobre um jogador que não convocou.

Pensa que está sendo esperto.

Mas os conselhos de seu assessor só fragilizam sua imagem como técnico.

O mostram como alguém que não precisa dar explicações.

Neste país de cordeiros que vivemos, foi fácil.

Será interessante responder a jornalistas do Exterior.

E principalmente aos torcedores.

As arquibancadas das novas arenas podem ser aliadas à Seleção.

Ou suas piores inimigas.

Ronaldinho Gaúcho seria um aliado que não poderia ser desprezado.

Até em Tijuana se sabe muito bem disso.

Só na sede da CBF que não.

Talvez durante jogos da Copa das Confederações, Felipão se lembre.

Da alegria, da emoção do abraço no reencontro entre os dois.

Por que na convocação ele se esqueceu.

Virou as costas a um dos dois únicos ídolos brasileiros...
1futurapress1 Esportes

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Wed, 22 May 2013 18:30:30 -0300
<![CDATA[Atolado em dívidas, Palmeiras comemora liberação do dinheiro da Caixa ao Corinthians. Sonha em fazer da estatal sua patrocinadora de camisa. Até agora empresa alguma quis ligar a marca ao time da Segunda Divisão...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/22/atolado-em-dividas-palmeiras-comemora-liberacao-do-dinheiro-da-caixa-ao-corinthians-sonha-em-fazer-da-estatal-sua-patrocinadora-de-camisa-ate-agora-empresa-alguma-quis-ligar-a-marca-ao-time-da-segu  Esportes
Nunca uma diretoria do Palmeiras torceu tanto pelo Corinthians.

Paulo Nobre só faltou mandar rezar missa.

Estava desesperado pela liberação do dinheiro da Caixa para o rival.

Era fundamental que o dinheiro da estatal fosse liberado.

Foram três meses de angústia.

Mas o dinheiro público estará estampando a camisa corintiana.

Os R$ 31 milhões continuarão a jorrar nos cofres.

Além da séria perspectiva de a estatal batizar o Itaquerão.

Nobre já preparou rojões.

O motivo é óbvio.

O Palmeiras está mergulhado em dívidas.

O clube deve R$ 287 milhões.

Levantamento da consultoria BDO é cruel.

Mostra que entre os clubes ricos do País foi o pior administrado.

Nos últimos cinco anos, a dívida cresceu 320%.

Em 2008 devia R$ 68 milhões.

As administrações Luiz Gonzaga Belluzzo e a de Salvador Palaia são as vilãs.

Foi quando o clube abriu os cofres e gastou o que não tinha.

Fez excessos absurdos.

Teve Luxemburgo, Muricy, Felipão.

Diego Souza, Kléber, Valdivia.

Aliás, Valdivia continua no clube.

E custando R$ 500 mil mensais.

O chileno já acumula mais de 110 partidas sem entrar em campo.

Mas recebendo em dia.

2reproducao9 Esportes

As dívidas se acumularam e se tornaram insustentáveis.

O clube perdeu credibilidade junto aos bancos.

A ponto de Paulo Nobre estar pedindo dinheiro usando seu nome.

Arnaldo Tirone adiantou todas as cotas de televisão.

O Palmeiras já recebeu o ano passado pelo Paulista de 2015.

Com o rebaixamento para a Série B, patrocinadores viraram as costas ao clube.

O caso Kia Motors foi constrangedor.

No ano passado, o clube deixou que a imprensa e seus torcedores fossem enganados.

O valor fictício de R$ 25 milhões seria o que o clube receberia por sua camisa.

O balanço palmeirense desmoralizou a diretoria passada.

Foi revelado que a Kia nunca pagou mais de R$ 17 milhões.

Tudo ficou ainda mais vexatório.

No final do ano passado, com o rebaixamento, a empresa anunciou sua saída.

Os dirigentes imploraram.

E a Kia aceitou ficar até o Paulista.

Mas pagando apenas R$ 500 mil por mês.

O que daria R$ 6 milhões por ano.

Quantia absurdamente baixa para um clube grande.

"Foi como se o Palmeiras tivesse pedido esmola", desabafa um conselheiro.

Mal acabou o vexame no Paulista, a Kia foi embora de vez.

Não deu abertura para colocar mais dinheiro no clube rebaixado.

Paulo Nobre tem profundos laços com banqueiros.

E é justamente esta proximidade que o fez torcer pelo Corinthians.

Ele sabe que a Caixa Econômica Federal quer bancar outros clubes.

Já tem o Avaí, Atlético Paranaense, Coritiba, Flamengo e Corinthians.

Negocia com o Santos.

Paulo Nobre colocou o Palmeiras na fila pelo dinheiro público.

Os contatos estavam quentes e esfriaram pela ação que bloqueava o dinheiro do rival.

Com a vitória de ontem, a estatal passou a ser sua grande esperança.

Sem patrocínio e sem dinheiro, o clube não fez contratações.

Vai por enquanto com o mesmo time que caiu no Paulista e na Libertadores para a Série B.

Com a obrigação de subir.

Não só por o Palmeiras ser um clube grande, tradicional.

Mas por 2014 marcar o centenário palmeirense.

Seria um vexame absurdo festejar os 100 anos na Segunda Divisão.

Inaugurar sua arena na Série B.

Por isso, Nobre precisa de dinheiro urgente.

Os R$ 287 milhões em dívidas travam o clube.

É preciso dinheiro urgente.

E infelizmente não há discriminação.

O dinheiro público da Caixa seria muito bem-vindo.

Tanto que Paulo Nobre tenta usar toda sua influência no mercado bancário.

Apela a amigos poderosos para a liberação do patrocínio.

Nem sonha com os R$ 31 milhões do Corinthians.

Ou os R$ 25 milhões do Flamengo.

No entanto quer mais do que o banco paga ao Coritiba, R$ 6 milhões.

O desejo é por R$ 15 milhões anuais.

Mas R$ 10 milhões seriam aceitos com muito alívio.

As empresas estão fugindo da camisa verde na Segunda Divisão.

Por isso Paulo Nobre vibrou tanto ontem com a vitória corintiana.

Só ele sabe o quanto está terrível administrar o Palmeiras.

Com os R$ 287 milhões de dívidas que herdou.

E ainda montar um time que garanta o acesso à Série A.

Torcer pelo sucesso do Corinthians é o de menos nesse caos.

Na estreia pela Série B, a camisa verde deverá estar limpa.

Nenhuma empresa quis colocar seu nome no peito dos palmeirenses...
3reproducao5 Esportes

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Wed, 22 May 2013 12:02:07 -0300
<![CDATA[Brasil precisa torcer por Neymar]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/22/brasil-precisa-torcer-por-neymar neymar Esportes

Olá galera.

Muitas negociações estão rolando no momento. O noticiário esportivo, sempre quando se aproxima o período de abertura da janela de transferências, é tomado por notícias sobre possíveis contratações. É a hora de clubes que querem alcançar objetivos na temporada se reforçarem.

O assunto principal é mais uma vez a provável saída de Neymar para a Europa. O craque do Santos já teve seu nome envolvido por diversas vezes em especulações. Uma hora é o Barcelona, outra hora é o Real Madri. Paris Saint Germain e Manchester City, também já foram apontados como possíveis destinos do menino gênio da Vila Belmiro.

Sempre teve muita gente apoiando sua permanência no Brasil, ao mesmo tempo que outros muitos diziam que o melhor para sua carreira, era ir logo para Europa. Não dá pra dizer o que é melhor pra ele, antes de que se concretize a sua saída do Santos para Espanha, Inglaterra ou França.

A verdade é que ele é sonho de consumo de grandes clubes europeus, mesmo sendo criticado por parte dos torcedores brasileiros. Já foi taxado como jogador "cai-cai", já afirmaram que ele não consegue jogar tão bem na Seleção Brasileira, outros comentam que sua vida social o atrapalha dentro de campo.

O que não podemos esquecer é que Neymar é o nosso maior talento, e com competições tão importantes se aproximando, ele é a maior esperança de que o Brasil vá bem na Copa das Confederações e na Copa do Mundo, claro.

Não sabemos para onde irá Neymar, muito menos podemos afirmar qual time seria a melhor opção para a carreira dele. Difícil prever entre Barcelona, Real Madri, Manchester City ou PSG, qual seria o melhor destino. Nós, amantes do bom futebol e da Seleção Brasileira, temos que torcer para que o jovem craque faça a melhor escolha e que isso contribua para seu sucesso com a amarelinha. O Brasil precisa torcer por Neymar.

beijim

Mylena

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Wed, 22 May 2013 10:19:45 -0300
<![CDATA[Não importam Atlético Mineiro ou Fluminense. Com a eliminação do Corinthians, acabou a Libertadores de 2013 na Globo para São Paulo. Há um clima de velório na emissora carioca. Os corintianos dão mais audiência que a Seleção Brasileira de Felipão...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/21/nao-importam-atletico-mineiro-ou-fluminense-com-a-eliminacao-do-corinthians-acabou-a-libertadores-de-2013-na-globo-para-sao-paulo-ha-um-clima-de-velorio-na-emissora-carioca-os-corintianos-dao-mais 1ae18 Esportes
Acabou a Libertadores para a tevê aberta em São Paulo.

Nem se a final tiver Atlético Mineiro ou Fluminense.

A cúpula da Globo lamenta profundamente a queda do Corinthians.

Para executivos, a competição morreu para São Paulo.

A ordem não é transmitir jogos por transmitir.

Continua a determinação de priorizar.

Esperar pela competição que o Corinthians estiver disputando.

Por isso não houve a menor dúvida em relação a amanhã.

Dia consagrado de futebol na emissora.

A rejeição a Neymar já contaminou até seus maiores defensores.

A Globo não mostrará Santos e Joinville pela Copa do Brasil.

Colocará no ar um filme do Tom Cruise.

Na semana que vem já voltará o amado Corinthians.

A emissora carioca mostrará o confronto diante do Goiás, quarta, dia 29.

Está valendo o acordo selado entre Marcelo Campos Pinto e Andrés Sanchez.

Quando o presidente corintiano implodiu o Clube dos 13.

1reproducao18 Esportes

Ao lado do Flamengo, o clube do Parque São Jorge é o que recebe mais da emissora.

São R$ 120 milhões anuais.

É o mais mostrado pela emissora.

Há muito maior exposição do time, da marca, dos patrocinadores.

As diretorias rivais ainda tentaram protestar no passado.

Mas desistiram.

Já faz parte do dia-a-dia do futebol.

As maiores audiências do esporte em 2012 na emissora foram corintianas.

Mais do que a Seleção Brasileira.

Na conquista da Libertadores diante do Boca, foram 46 ponto.

Cerca de 71% dos aparelhos ligados estavam focados na partida.

Na decisão do Mundial de Clubes, a audiência foi impressionante.

32 pontos, quando o normal é seis, sete pontos às sete do domingo.

Em 2013, a mesma coisa se repetiu.

A eliminação do Corinthians pelo Boca nas oitavas foi um sucesso.

Rendeu 33 pontos.

Bateu o jogo da Seleção contra o Chile, 29 pontos.

Há quem tentasse argumentar sobre a importância de continuar a mostrar a Libertadores.

Mas os executivos foram inclementes.

Fluminense e Atlético Mineiro não têm apelo em São Paulo.

Quem quisesse ver, procuraria as tevê a cabo.

O fenômeno não é novo.

A emissora não mostrou para São Paulo finais não envolvendo paulistas.

Inter e Chivas em 2010.

Cruzeiro e Estudiantes em 2009.

Fluminense e LDU em 2008.

Grêmio e Boca Juniors em 2007.

Os clubes não têm como argumentar.

A emissora compra os direitos de transmissão.

E mostra onde quiser.

É um desperdício para o Atlético Mineiro e Fluminense.

São Paulo é a maior cidade da América Latina.

Está repleta de atleticanos e tricolores.

Mas não há espaço para choro.

Se quiserem ver seus clubes, busquem tevês a cabo.

Para Globo não interesse mostrar esses times aos paulistas.

Sempre que possível Corinthians, Corinthians, Corinthians.

E mais Corinthians...
2reproducao8 Esportes

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Tue, 21 May 2013 17:33:44 -0300
<![CDATA[A hora é de cobrar Muricy Ramalho. Ele precisa esquecer sua diverticulite, Telê Santana e Ricardo Gomes. Voltar a trabalhar com entusiasmo e entrega total ao Santos. Fazer valer seu talento. Se não for assim, o melhor é aproveitar sua vida com a família...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/21/a-hora-e-de-cobrar-muricy-ramalho-ele-precisa-esquecer-sua-diverticulite-tele-santana-e-ricardo-gomes-voltar-a-trabalhar-com-entusiasmo-e-entrega-total-ao-santos-fazer-valer-seu-talento-se-nao-fo 1reproducao17 Esportes
Toda a confusa situação de Neymar rouba o foco.

O noticiário chega a ser cansativo sobre a saída do jogador.

Só aumenta a sua exposição.

E rejeição.

Enquanto todos discutem Neymar, Muricy Ramalho fica esquecido.

Ele acaba de perder uma grande oportunidade.

Comandar o Santos ao inédito tetracampeonato paulista.

Mas parece não ter sentido a tristeza que deveria.

Está muito diferente.

Contido, preocupado, tenso.

Seu trabalho começou de maneira sensacional.

Venceu o Paulista e a Libertadores de 2011.

O time se impunha como o melhor do país.

Com Neymar e Ganso afinados.

A desilusão começou na decisão do Mundial contra o Barcelona.

O treinador já não mostrava um pingo de confiança na véspera do jogo.

"Para jogar contra eles tem que colocar 16 em campo."

Como não pôde, o Santos foi goleado por 4 a 0.

Foi uma das decisões de Mundial mais fácil da história.

A partir daí, nunca mais foi a mesma coisa.

O título paulista de 2012 já não empolgou.

Na Libertadores esteve para ser eliminado.

Ganso tinha vários problemas físicos.

Neymar já começava a ser anulado.

O time capengou até que enfrentou o Corinthians.

E veio a eliminação.

A partir dela, a primeira reformulação no time.

Não deu certo.

A ponto de a equipe não se classificar para a Libertadores de 2013.

A Olimpíada e as inúmeras convocações de Neymar sabotaram o trabalho.

Veio o título da Recopa, palidamente comemorado.

Dentro das expectativas, o centenário foi um fracasso.

A esta altura, o trabalho de Muricy já era questionado.

Perdeu o status de candidato à Seleção Brasileira.

Ela que já esteve nas suas mãos em 2010.

Mas o Fluminense não o liberou de sua multa contratual.

E também não teve a garantia de Ricardo Teixeira que ficaria até a Copa.

O treinador não aceitou.

Ter o melhor jogador do Brasil foi sua sorte e sua desgraça.

Graças a Neymar, o time venceu jogos importantes.

Mas também por ter o jogador, o Santos nunca fez grandes investimentos.

Só trocou Ganso por Montillo.

Na prática conta com Rafael, Arouca, Cícero e o argentino como bons jogadores.

O restante fica à cargo de Neymar.

O time se tornou dependente de seu estrela.

Assim como o esquema tático de Muricy.

Previsível, confuso.

Mesmo com jogadores baixos, apela para bolas aéreas.

E os desvios de Edu Dracena e Durval.

O Santos virou uma equipe comum com um excelente jogador.

Muito pouco.

1gazeta11 Esportes

Para quem era campeão da América em 2011 e tem Muricy.

Tudo que está ruim pode ficar pior.

Foi o que aconteceu quando o treinador foi internado às pressas.

Em abril.

Ele teve uma crise de diverticulite.

Inflamação no intestino grosso, que provoca muitas dores no abdômen.

Lá ficou definido.

Há a necessidade de uma operação no final do ano.

Quando teve o diagnóstico, o treinador se lembrou de Telê Santana.

Seu mestre no início da carreira como técnico no São Paulo.

Muricy o adorava.

Compartilhavam a paixão pelo futebol e o mau humor.

A parceria foi perfeita, se tornaram amigos.

Telê Santana tinha uma vida espartana, voltada para o São Paulo.

Morava no Centro de Treinamento da Barra Funda.

Os resultados do time eram fantásticos.

Ganhou dois Mundiais, duas Libertadores, entre vários títulos.

Tinha seis anos de clube quando começou a ter tonturas.

Os exames apontavam a necessidade de um cateterismo.

Ele voltou do Instituto Dante Pazzanese com a isquemia cerebral.

Perdeu aos poucos a capacidade de falar e se movimentar.

Foi obrigado a parar de trabalhar com 64 anos.

Viveu mais dez, só que os efeitos da cruel doença não o perdoaram.

Mesmo cercado de familiares e amigos, mal reconhecia as pessoas.

Muricy acompanhou todo esse processo.

E ao se ver no hospital internado e tendo de operar no final do ano, avisou.

Iria antecipar o final da sua carreira.

"Vi o que aconteceu com o Telê.

Ele fez como eu estou fazendo.

Só me dedicando ao trabalho, ao futebol.

Deixando as pessoas que amo, minha família de lado.

Quanto parar quero ter tempo de conviver com eles."

2reproducao7 Esportes

Muricy fará 58 anos em novembro.

Já está milionário.

Tem condições plenas de parar e ter uma vida de conforto.

Ele e sua família.

De acordo com a imprensa santista não pode reclamar do salário.

Recebe R$ 700 mil a cada 30 dias.

Tem contrato até o final deste ano.

Diz que pensa em parar, mas não é para já.

Só que confessa que não quer seguir o caminho de seu mestre.

"O Telê foi meu treinador e depois voltei a trabalhar com ele no São Paulo.

É duro você encontrar todo dia a pessoa.

E perceber que ele está esquecendo as coisas.

Fui um dos primeiros a perceber ao lado do doutor José Sanchez.

Tivemos que levá-lo na marra pela primeira vez para fazer exames.

Depois vi a sua piora.

Foi tudo muito triste."

Muricy também ficou impressionado com o AVC de Ricardo Gomes.

"O Ricardo parece ser um cara muito calmo.

Mas não é.

A pressão, o stress é 24 horas em quem decide ser treinador.

Lamentei demais o AVC que ele teve."

Pessoas que vivem o dia-a-dia da Vila Belmiro perceberam a mudança.

Muricy voltou diferente do período de internação por causa da diverticulite.

Não está tão ranzinza, tão tosco nas entrevistas.

Mesmo no trato com os jogadores, as broncas diminuíram.

Está mais consciente, tentando se mostrar mais tranquilo.

Tem até mais paciência com a diretoria que não consegue resolver a questão de Neymar.

E nem trazer os reforços que tanto pede.

"Eu não vou parar agora.

Mas não quero conviver mais dez anos com vocês, jornalistas", brinca.

Na verdade o que está acontecendo com Muricy é claro.

Suas perspectivas de grandes vôos como Seleção não existem.

A promessa de super-time prometido por Luís Álvaro não foi cumprida.

Resolvido financeiramente, está pensando se vale a pena tanta pressão, tanto sacrifício.

Telê Santana e Ricardo Gomes viraram referências do que não deve fazer.

Pensando apenas nele e na sua família, Muricy está mais do que certo.

Mas um treinador de um grande time como o Santos não pode titubear.

Precisa respirar fundo e mergulhar de cabeça na profissão.

Viver com alegria o privilégio das 24 horas de tensão.

Está comandando o Santos Futebol Clube.

E este clube merece o melhor, toda a dedicação do seu técnico.

Se ele está disposto a continuar trabalhando dessa maneira, ótimo.

Monte um time para ganhar o Brasileiro e que volte á Libertadores.

Muricy é um grande treinador.

Trabalhador meticuloso, vibrante.

Campeão da Libertadores, tetracampeão brasileiro.

Mas os títulos vieram com a dedicação de corpo e alma.

Se não for assim, o melhor é usufruir tudo que conquistou.

Se permitir aproveitar sua linda família.

Fazer tudo o que Telê Santana não conseguiu.

E deixar o Santos seguir sua vida...
1ae17 Esportes

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Tue, 21 May 2013 12:10:25 -0300
<![CDATA[Vai começar o campeonato mais difícil do planeta]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/21/vai-comecar-o-campeonato-mais-dificil-do-planeta futebol ok Esportes

Olá galera.

O Brasileirão se aproxima, e muitos já começam a apontar favoritos. Corinthians, Atlético Mineiro e Fluminense, são em tese, os principais candidatos, pelo menos antes de a bola rolar. A vantagem do Timão é que os outros dois rivais ainda estão disputando a Libertadores, e provavelmente vão deixar a competição nacional de lado nas primeiras rodadas.

Tite sabe que os primeiros jogos podem fazer diferença no final. Foi com um grande início que o atual campeão paulista, em 2011, acumulou pontos para garantir o título brasileiro. Atlético e Fluminense contam com bons elencos, e mesmo assim, têm condições de não deixarem a turma de Pato e cia. disparar.

Além destes, Grêmio, São Paulo, Botafogo, Internacional e Cruzeiro, também contam com jogadores capazes de colocarem seus clubes nesta briga. Não dá para menosprezar equipes que tenham, Barcos e Vargas, Ganso e Luis Fabiano, Seedorf e Jefférson, D´Alessandro e Fórlan, e Diego Souza e Dagoberto, por exemplo. O Brasileirão é mesmo o campeonato mais difícil do mundo. Ainda tem Flamengo, Santos, Vasco, Coritiba, Atlético Paranaense, entre outros, que podem muito bem surpreender.

Agora os palpites ficam em cima do que foi visto até o momento, mas até dezembro, muita água vai rolar. E você, poderia apontar os cinco principais candidatos ao Brasileirão de 2013?

beijim

Mylena

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Tue, 21 May 2013 09:52:11 -0300
<![CDATA[José Mourinho e Luxemburgo. Em comum o mesmo ego. O Real Madrid dispensou o português, como havia feito com o brasileiro há nove anos. Fabio Koff titubeia, mesmo diante dos fracassos gremistas. Dinheiro da multa não pode ser tão importante...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/20/jose-mourinho-e-luxemburgo-em-comum-o-mesmo-ego-o-real-madrid-dispensou-o-portugues-como-havia-feito-com-o-brasileiro-ha-nove-anos-fabio-koff-titubeia-mesmo-diante-dos-fracassos-gremistas-dinhei 1reuters9 1024x576 Esportes
O ídolo de Vanderlei Luxemburgo foi mandado embora.

José Mourinho deixou o Real Madrid.

Pelos mesmos motivos que o treinador gremista fracassou.

Seu personalismo, virou um escravo do ego.

Acreditou demais no apelido de Special One dado pela torcida do Chelsea.

Se achava acima do bem e do mal.

Acreditava que bastaria o seu carisma para ficar até 2016.

Tinha assinado contrato com o Florentino Pérez.

O presidente do Real Madrid lembra muito Fabio Koff.

Os dois tiveram momentos fantásticos como presidentes de clubes.

Hoje se sentem meio perdidos diante da modernidade.

Não basta contratar e colocar os jogadores nas mãos de treinadores egocêntricos.

Se o dirigente não der limite, acompanhar o dia-a-dia, o ego toma conta.

Há uma grande diferença básica em relação a José Mourinho e Luxemburgo.

O português estava no auge quando largou a Inter de Milão e foi para a Espanha.

Luxemburgo não.

Estava largado pelos grandes clubes de São Paulo, Rio e Minas.

Todos estavam cansados do seus projetos.

Acompanhavam de perto sua decadência.

O 'deixa comigo' não convencia mais.

Bastava verificar o seu currículo.

E o empolgado Paulo Odone não o contrataria.

Ele sabia que a inauguração da nova arena coincidiria com a Libertadores de 2013.

E Luxemburgo é um dos últimos técnicos recomendados a trabalhar na competição.

São 33 anos como treinador.

Disputou sete Libertadores.

Passou vergonha em todas elas.

O máximo que conseguiu foi levar o Santos à semifinal.

Caiu diante do Grêmio de Mano Menezes.

Que perderia o título para o Boca Juniors.

Nestes 33 anos, Luxemburgo só não perdeu a empáfia.

Seu carisma, o toque mágico foram embora há muito tempo.

Se tornou um treinador comum, previsível.

E complicado.

Arrumando confusões a quem o convida para trabalhar.

1gremio Esportes

Continua iludindo os dirigentes que querem ser iludidos.

Apresenta times fantásticos, sem chance de serem derrotados.

Mas chega a realidade e as derrotas.

O planejamento que parecia sensacional se torna ridículo.

Ou do que adiantou fazer o Grêmio ficar dez dias na Colômbia.

E em campo atuar como um time pequeno diante do Independente Santa Fé?

Mourinho chegou em 2010 cheio de pose no Real Madrid.

Trabalharia com um elenco estelar.

Cristiano Ronaldo, Ozil, Kaká, Modric, Di Maria.

Sua pose era de quem sabia o caminho para a Champions League.

E chegou perto.

Foram três semifinais.

Mas perto para o bilionário Real Madrid não servia.

Ganhou Campeonato Espanhol, travando o Barcelona no auge.

Foi pouco demais pelas expectativas que gerou.

Sua maneira arrogante de agir logo o colocou diante dos líderes do time.

Como Luxemburgo, ele conjuga bem demais os verbos fundamentais do futebol.

"Eu venço, nós empatamos e eles perderam."

Foi assim que bateu de frente com Casillas.

O líder do time e capitão da Seleção Espanhola, campeã do mundo.

Ele não o quis mais titular.

Quis mostrar força e escalar Diego López.

Acabou se enrolando com Kaká.

O queria longe, mas o contrato do brasileiro foi muito bem amarrado.

E o esqueceu na reserva.

Mourinho foi criando casos surreais.

Como quando enfiou o dedo no olho de Tito Vilanova, então auxiliar de Guardiola.

Brigou com jornalistas.

Cansou de dizer que era muito mais querido na Inglaterra.

Sugeriu que lá seria um lugar mais civilizado e melhor para trabalhar.

Acumulou decepções.

A gota d'água foi a perda da Taça do Rei.

A perdeu para o Atletico de Madrid por 2 a 1.

Descontrolado, foi expulso.

Sua última partida pelo Real Madrid foi patética.

Mourinho não quis sair do clube.

Foi demitido.

Florentino Perez se viu diante do mesmo impasse de Koff.

Mas não teve medo.

Foi investimento pagar multa e se livrar do problemático português.

Está contratando Carlo Anchelotti do PSG.

Bicampeão da Champions.

O treinador que fez Kaká viver seu auge no Milan.

Mourinho vai encontrar guarida junto a outro especialista em egos.

Roman Abramovich, russo bilionário dono do Chelsea.

Rafa Benitez já havia deixado claro que o português chegaria.

Luxemburgo tem contrato até dezembro de 2014 com o Grêmio.

Mas há campanhas de torcedores contra ele.

Trouxe jogadores que viraram alvos dos torcedores.

Cris, Adriano, André Santos, Welington.

Garantiu que se viessem Barcos e Vargas, o ataque seria infernal.

Não disse a Koff, no entanto, que escalaria o chileno como ele não gosta de jogar.

Fixo aberto, ele não rende nem metade do que pode.

Informações sobre atletas que atuam no Exterior nunca foi seu forte.

Apesar de colocar a mesma banca de Mourinho.

O Grêmio estava carente de técnicos de ego.

Luxemburgo substituiu Caio Júnior, humilde demais para o cargo.

Florentino Pérez demorou mas tomou atitude.

E anunciou hoje que José Mourinho e seu ego vão para longe do Real.

Fabio Koff ainda não foi por esse caminho.

Está perdendo a sua maneira firme de agir.

Hoje nem apareceu no treino.

Luxemburgo fez de conta que nada estava acontecendo.

Que o projeto do milionário Grêmio foi abortado pelo Santa Fé.

E deu treino normalmente.

Estava descansando do fracasso no Rio de Janeiro.

Desde que pisou em Porto Alegre, só fracassos.

Não ganhou nem um turno do Gaúcho de 2012.

A mesma coisa no Campeonato Gaúcho de 2013.

Caiu na Copa do Brasil.

Na Sul-Americana.

No Brasileiro só a vaga para a Libertadores.

E eliminação da Libertadores de 2013 nas oitavas de final.

Tudo isso com um time que custa R$ 7 milhões por mês.

Luxemburgo e José Mourinho têm o mesmo ego.

O português é muito mais competente do que ele.

Mas foi defenestrado do Real Madrid pelo pífios resultados.

Partiu com seu currículo de duas Champions League.

Luxemburgo ainda não.

Fabio Koff reluta, não quer gastar com a multa rescisória.

Pior para o Grêmio.

Começará no próximo final de semana o Brasileiro.

E o professor parece que estará lá.

Para fazer as suas promessas, apresentar seus projetos infalíveis.

Que lembram o plano de Cebolinha para sumir com o Coelho da Mônica.

Nunca chegou sequer a uma final de Libertadores.

Em 33 anos de carreira!

Pérez se cansou da cantilena de Mourinho.

E agiu.

Fábio Koff está esperando pelo insuportável.

E ele chegará com o decadente Luxemburgo.

Optou por perder tempo e dinheiro.

A demissão do treinador e seu fraco trabalho é uma questão de tempo.

Conselheiros sonham com Mano Menezes, com Renato Gaúcho.

A torcida não quer o técnico carioca.

Só falta Koff agir.

Seria bom ele acompanhar o que aconteceu hoje em Madrid.

Ou então tentar descobrir o que aconteceu no Real há nove anos.

O time espanhol suportou Luxemburgo por 12 meses em 2004.

Ele nas mãos Zidane, Ronaldo, Roberto Carlos, Raul, Beckham.

O resultado foi o mesmo que em Porto Alegre.

Fracasso absoluto.

Não ganhou nem um mísero título.

O dinheiro da multa não pode ser tão importante.

Não mais do que o futuro do Grêmio.

Dando sobrevida ao ultrapassado técnico, Koff sabe.

Só aumentará a agonia de sua torcida.

Tentará que Luxemburgo peça demissão.

O presidente vai perder tempo e dinheiro.

O treinador aprendeu muito bem a lidar com demissões.

É o que o que mais faz nos últimos anos.

De Porto Alegre ele só sai com sua multa no bolso...

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Mon, 20 May 2013 18:50:09 -0300
<![CDATA[Galo faz a festa]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/20/galo-faz-a-festa images 3 Esportes

Olá galera.

O Atlético é o campeão mineiro de 2013. Além do estadual, a equipe vem disputando a Copa Libertadores, e até o momento é o melhor time da competição. Passou pela fase de grupos com a melhor campanha. Nas oitavas, eliminou o poderoso São Paulo, com direito a um chocolate na partida de volta, no Estádio Independência.

Como havia vencido o primeiro jogo contra o Cruzeiro por três a zero, o Galo poderia perder por até dois gols de diferença. A torcida da Raposa acreditou e foi em grande número ao lindo Mineirão. Apoiando desde o início, os cruzeirenses viram Dagoberto balançar a rede dos atleticanos, duas vezes, ainda no primeiro tempo. Ambos os gols foram de pênaltis, muito bem marcados por Leandro Vuaden.

Com o placar de dois a zero, no intervalo, a decisão, que parecia resolvida, ganhou em emoção na etapa final. O Cruzeiro, melhor em campo, precisava de mais um gol, já que havia realizado a melhor campanha. Aos poucos os jogadores comandados por Marcelo Oliveira foram ficando nervosos e com isso, o Galo começou a ameaçar. Jô quase fez, mas esbarrou na trave. Mas aí Egídio errou passe na intermediária, Luan avançou em velocidade, até ser derrubado dentro da área, pênalti. Ronaldinho, com categoria, decretou o dois a um no placar.

A festa no novo Mineirão já estava quase confirmada em preto e branco, mas o futebol quase nos aprontou uma surpresa. Parabéns ao Cruzeiro, jogou com dignidade, mesmo tendo uma grande desvantagem para descontar. Parabéns ao Atlético, campeão mineiro pela 42ª vez. Agora a Raposa pensa no Brasileirão, mas o Galo ainda não. Cuca e sua turma seguem firmes atrás do tão sonhado título da Libertadores.

beijim

Mylena

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Mon, 20 May 2013 10:12:24 -0300
<![CDATA[Tite impressiona Marin e Marco Polo. Foi além de ter o melhor currículo do Brasil. Se mostrou digno demais. Proibiu a volta olímpica do Corinthians. Não quis dar o troco na torcida que o humilhou com cusparadas. É uma sombra que atormenta Felipão...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/20/tite-impressiona-marin-e-marco-polo-foi-alem-de-ter-o-melhor-curriculo-do-brasil-se-mostrou-digno-demais-proibiu-a-volta-olimpica-do-corinthians-nao-quis-dar-o-troco-na-torcida-que-o-humilhou-com 1gazeta10 Esportes
José Maria Marin demitiu Mano Menezes.

O dia era 23 de novembro de 2012.

E anunciou que o novo treinador seria conhecido em janeiro deste ano.

A declaração não teve o efeito esperado.

Não houve a unanimidade que o presidente da CBF esperava.

Não, ficou longe de acontecer um clamor pelo treinador que escolhera.

Muito pelo contrário.

Havia uma convicção grande de que a hora de Tite havia chegado.

O treinador corintiano estava enlouquecido, entusiasmado.

Grandes veículos de comunicação mostravam que havia chegado a hora.

Justiça seria feita.

"Eu mesmo, na Argentina, não tinha dúvidas.

Ele seria o treinador da Seleção pelo que ganhou.

Venceu o Brasileiro, a Libertadores e o Mundial em seguida.

O cargo tinha de ser de Tite."

A declaração é Carlos Bianchi, técnico do Boca Juniors.

O Corinthians estava próximo de embarcar para o Mundial.

A direção proibiu o treinador de dar entrevistas, de tão animado que estava.

O medo é que seu foco fosse desviado.

Enquanto isso, Marco Polo avisava a Marin.

Era preciso reverter o planejamento.

A situação se tornava insustentável.

O melhor seria antecipar o anuncio do seu técnico de confiança.

O grande medo era o Corinthians vencer o Mundial.

A pressão pelo treinador corintiano seria imensa.

Luiz Felipe Scolari foi anunciado.

E garantido até a Copa do Mundo.

Não teve a repercussão que Marin esperava.

Mas foi abortado o lobby por Tite.

O Brasil de Felipão tem sido medíocre.

Sem lógica, os testes continuam.

Mesmo na Copa das Confederações.

Vai conhecer Bernard, na competição.

O técnico teve cinco jogos no comando do Brasil.

O meia atleticano estava contundido e não poderia ser chamado em dois.

Mas e nos outros três?

A expectativa era como Tite voltaria das férias.

Se o Corinthians continuasse a vencer e o Brasil a titubear, a situação ficaria complicada.

Mas o time não conseguiu render o mesmo de 2012.

E caiu na Libertadores.

Houve um grande alívio na cúpula da CBF.

A sombra diminuiu muito.

Felipão ganharia mais tranquilidade para trabalhar.

Afinal, seu último campeonato oficial que disputou foi o Brasileiro de 2012.

O que resultou no rebaixamento do Palmeiras.

Uma outra derrota do Corinthians na final do Paulista seria perfeita.

Mostraria que Tite havia perdido a mão.

E o controle do time.

Não seria assim tão moderno.

O time brasileiro mais europeu seria mais uma invenção da imprensa.

Seria ótimo que o clube de Andrés Sanchez fracassasse na Vila Belmiro.

Mas o Corinthians se impôs diante do Santos.

Tite conseguiu mais uma vez anular Neymar.

Seu time dominou o jogo, apenas empatou.

Mas acertou três vezes as traves santistas.

E venceu o Paulista.

Foi o quarto título nesta passagem no Corinthians.

Venceu Brasileiro de 2011, Libertadores e Mundial em 2012.

E o Paulista de 2013.

Um título a cada oito meses.

É o treinador mais vencedor atual do Brasil.

Continua uma sombra para Felipão.

Se o Brasil fracassar na Copa das Confederações seu nome será lembrado.

Exatamente como Marin e Marco Polo não querem.

Só que o treinador corintiano voltou a ficar empolgado.

Acredita que decepcionou muita gente com o fracasso na Libertadores.

E quer apenas a definição da diretoria.

Sobre as negociações envolvendo Paulinho, Ralf, Romarinho, Edenílson.

Aliás, foi emocionante o abraço que recebeu de Paulinho.

 Esportes

"Eu tinha de agradecer a tudo que o Tite fez por mim.

Ele me fez melhorar demais como jogador.

Sou outro desde que comecei a trabalhar com ele.

Tenho de ser grato", reconhecia o volante da Seleção.

E que negocia sua saída para a Europa.

Porque os planos do técnico são ousados.

Ele deseja não só a volta à Libertadores em 2013.

Quer deixar o seu currículo ainda mais pesado.

Tem três conquistas em foco.

O Brasileiro, a Copa do Brasil e a Recopa.

Acredita ter elenco para mais esses mais três títulos este ano.

Maldonado e o goleiro Walter chegaram.

Ibson está bem perto.

O treinador quer mais reforços.

Seu cuidado será com as laterais.

Alessandro e Fábio Santos deixarão de ser intocáveis.

O treinador mostrou personalidade ao afastar Jorge Henrique.

Ele não quis nem saber se o time disputava a Libertadores.

Foi firme quando soube que o jogador havia mentido para ele.

Dito que tinha passado a madrugada cuidando do filho.

E na verdade havia ido para a balada.

Tite não o perdoou.

Ganhou ainda mais moral entre os dirigentes.

A influência e bom senso de Tite foram elogiados até por Marco Polo.

O inimigo de Andrés Sanchez ficou surpreso.

Ele percebeu que o Corinthians não deu volta olímpica na Vila Belmiro.

Seria uma atitude normal, convencional, esperada.

Quis saber o motivo.

Foi Tite quem a barrou.

O técnico não cedeu.

Insistiu que o lugar para fazer festa era com os poucos corintianos no estádio.

Volta olímpica seria uma provocação desnecessária à torcida santista.

A diretoria se curvou à sua vontade.

O gesto do técnico deixou Marco Polo e mesmo Marin de queixos caídos.

Os dois querem e vão dar todo o respaldo possível a Luiz Felipe Scolari.

Mas não conseguem virar as costas ao amadurecimento de Tite.

Não só como treinador de melhor currículo atual no País.

Que tem seus momentos de indecisão, como contra o Boca no Pacaembu.

Mas faz excelente trabalho.

E como homem também tem se mostrado marcante.

Como a lição de ontem.

Justo no estádio em que mais detesta trabalhar.

A proximidade do banco com a torcida é uma tortura.

Quando levanta ou volta de sua área técnica passa por enorme constrangimento.

Costuma receber várias cusparadas dos torcedores santista.

Ontem era a sua chance de ir à forra.

Fazer o seu time desfilar, mostrar a taça cobiçada pelo Santos.

Demostrar que impediu o time de Neymar de fazer história.

Travou o tetra paulista.

Foi apenas a segunda vez que o Corinthians foi campeão na Vila.

A última, em 1930.

Porém optou pelo bom senso, não quis revanchismo covarde.

Poucos treinadores seguiriam o mesmo caminho.

Tite está se mostrando diferenciado dentro e fora dos gramados.

E uma sombra de verdade para Felipão...
1agenciacorinthians Esportes

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Mon, 20 May 2013 09:36:31 -0300
<![CDATA[O Corinthians mostra toda sua força. Supera a dor da eliminação da Libertadores. Consagra Paulinho. É campeão paulista. E Acaba com o sonho do tetra santista. Expõe Neymar a mais uma decepção. Talvez a última na Vila...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/19/o-corinthians-mostra-toda-sua-forca-supera-a-dor-da-eliminacao-da-libertadores-consagra-paulinho-e-campeao-paulista-e-acaba-com-o-sonho-do-tetra-santista-expoe-neymar-a-mais-uma-decepcao-talvez  Esportes
De um lado a superação.

Do outro a decepção.

O Corinthians foi com todos os méritos campeão paulista de 2013.

Teve força para enfrentar a decepção de perder o título mais desejado.

A dor da eliminação da Libertadores serviu como impulso.

E travou o Santos na sua casa, na Vila Belmiro.

Com o apoio de 90% dos torcedores.

Impediu que o clube fizesse história, ganhando o tetra paulista.

Frustrou a provável despedida de Neymar.

Destacou a quase certa saída de Paulinho.

O empate na Vila Belmiro mostrou a força de Tite.

O quanto seu time é bem formado taticamente.

Não está jogando o futebol decisivo de 2012.

Perdeu punch, pegada na saída de bola.

Está envelhecido.

Alessandro precisou de proteção de Romarinho e Edenílson.

Fábio Santos não apoia como a equipe precisa.

E Emerson perdeu arranque, velocidade.

Mas Paulinho outra vez jogou por todos.

Foi o grande nome da final

Se desdobrou.

Dominou o meio de campo.

Muricy sabia que ele roubaria a partida.

Mas não teve como anulá-lo.

2ae7 Esportes

Muito pelo contrário.

O treinador assistiu passivo o volante fazer o que queria.

A decisão do torneio serviu para mostrar o quanto o Santos está sem rumo.

É a segunda reformulação de elenco que Muricy não acerta.

A primeira foi na eliminação da Libertadores de 2012.

Ele quis montar outro time no início deste ano.

Mas seu trabalho foi pífio.

Se o Santos chegou à final se deve à fraqueza do Paulista.

Mesmo assim, ganhou nos pênaltis de Palmeiras e Mogi Mirim para chegar à decisão.

E das vezes em que teve Neymar.

O futebol do Santos em 2013 é constrangedor.

Sem o menor desenho tático.

A equipe vive de individualidades.

Ficou muito claro isso no confronto no bem organizado Corinthians.

A partida foi tensa, nervosa, raivosa do início ao fim.

Do lado do Parque São Jorge a vontade de ganhar para cobrir as feridas da Libertadores.

Já o time da Vila Belmiro tentava mostrar que merecia confiança.

Que aos trancos e barrancos, arrancaria o tetra a fórceps.

Com a eliminação de Rodrigo Braghetto, Guilherme Ceretta de Lima foi escalado.

Ele ainda não estava pronto para um jogo de tamanha importância.

Foi um fantoche dos atletas.

Permitiu entradas violentas, provocações, foi desrespeitado.

Não teve coragem de expulsar ninguém para não se queimar.

Neymar estava muito mais nervoso do que o normal.

Discutiu, deixou o cotovelos e foi maldoso em divididas.

Tudo na frente de Ceretta que fingia não ver.

Nunca ele expulsaria Neymar em uma decisão de Paulista na Vila Belmiro.

Sem Montillo, Muricy foi obrigado a colocar Felipe Anderson.

Na frente, o irreconhecível André: lento, desconcentrado.

Parte da irritação da maior estrela santista era por isso.

Estava muito mal acompanhado.

A zaga corintiana não estava para brincadeira.

Paulo André deu uma entrada violentíssima em Neymar.

O cravo chegou a fazer buraco na canela do santista.

Ceretta fingiu que não viu, o que enlouqueceu o atacante.

O Corinthians aos poucos dominava o jogo.

Atacava em bloco e criava sérios problemas para Rafael.

Foi exatamente quando este domínio estava escancarado, veio o gol do Santos.

Em uma cobrança de falta, Durval ajeitou e Cícero acertou um chute forte.

Cássio ainda tocou na bola que foi morrer no fundo do gol.

Santos 1 a 0 aos 26 minutos do primeiro tempo.

O Corinthians mostrou poder de reação.

E em dois minutos empatou a partida.

O time outra vez usou a sua arma de atacar em bloco.

Depois de confusão na área, a bola sobrou para Danilo.

Ele tocou com precisão para as redes : 1 a 1, aos 28 minutos.

A partir daí, o Corinthians se impôs.

Foi muito melhor.

Tentou de travar Neymar.

Ele não teve espaço para se movimentar.

Tite tirou Emerson no segundo tempo.

Colocou Edenílson.

Apenas para encaixotar a maior esperança da Seleção de Felipão.

Neymar não teve como fugir da marcação à sua frente e às suas costas.

Seu futebol foi improdutivo.

Uma decepção.

Em outro jogo importante, ele não rende.

 Esportes

Já que há enorme chance de ter sido a sua última decisão pelo Santos.

Os encontros com representantes do Barcelona continuam.

Enquanto isso, o Corinthians criava e desperdiçava chances de gol.

Danilo, Paulinho e Romarinho acertaram a trave.

Alexandre Pato está entrando para o folclore corintiano.

Perdeu o gol mais feito do jogo, cara-a-cara com Rafael chutou para fora.

No final, o empate que servia para o Corinthians.

O 27º título paulista.

Conquistado diante da paralisada torcida santista.

Ela sabia que o adversário havia sido muito melhor.

Via os torcedores rivais pedindo para Paulinho ficar.

Mas não tiveram força e nem vontade de pedir por Neymar.

Nenhum santista aplaudiu o Santos.

Muito pelo contrário.

Só palavrões e decepções.

Os sábios torcedores sabem que o time precisa de outra reformulação.

E ela será mais ou menos profunda.

Depende da saída ou não de Neymar.

"Eu não sei nem se vou morrer amanhã.

Quanto mais se vou sair do Santos."

Resposta juvenil do maior ídolo da Seleção Brasileira.

Poucas vezes na sua carreira ele esteve tão nervoso em um jogo.

Antes de começar o clássico ele se ajoelhou e rezou.

Nunca ele tinha feito isso, nem em partidas muito mais importantes.

Como a final da Libertadores ou a decisão das Olimpíadas.

Está claro que sabe estar a um passo de sair.

E queria demais ir para a Europa nos braços de sua torcida.

Com a faixa do inédito tetracampeonato paulista.

Não conseguiu e distribuiu mal humor, irritação.

Em compensação, Paulinho era o outro lado da moeda.

Estava profundamente emocionado, se despedia de outra maneira.

Feliz.

Deu um longo abraço em Tite de agradecimento.

O treinador é responsável pelo volante desenvolver seu talento.

O Corinthians comemorou demais a conquista do Paulista.

Como não faria se estivesse na Libertadores.

Mas o time precisava ganhar qualquer coisa.

Ter uma alegria para aliviar a perda da Libertadores.

Conseguiu o título e agradeceu ao apoio dos seus torcedores.

A equipe não se esqueceu das palmas do Pacaembu mesmo com a eliminação contra o Boca.

O time de Tite se superou.

Deixou toda a frustração para o rival santista.

O clube que teve tempo mas não conseguiu se preparar.

A equipe de Muricy neste torneio foi um punhado de jogadores em campo.

Com um desenho tático básico, primário.

Só chegou tão longe pelos adversários.

Com a frustração da sua final é obrigado a olhar no espelho.

E resolver o que fazer com Neymar.

Para começar nova reestruturação.

Já o Corinthians mostrou que tem força de sobra.

Vai brigar para valer por uma nova vaga na Libertadores.

Mesmo sem Paulinho.

O time já tem uma filosofia, rumo.

2013 será triste por a Libertadores ter fugido.

Mas hoje ganhou uma pequena compensação.

É com toda a justiça o campeão dos paulistas.

E Paulinho se impôs a Neymar...
 Esportes

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Sun, 19 May 2013 20:29:49 -0300
<![CDATA[Festa no Mineirão será em preto e branco?]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/19/festa-no-mineirao-sera-em-preto-e-branco images Esportes

Olá galera.

Hoje o Cruzeiro, time que se reforçou bastante para a atual temporada, tem uma missão muito complicada. Enfrenta o melhor time da América do Sul, atualmente, e pior, com uma desvantagem de três gols. Então já temos como dizer que o campeão mineiro deste ano será o Galo?

A esperança para uma virada histórica fica depositada no quarteto ofensivo que a Raposa possui. Everton Ribeiro, Diego Souza, Dagoberto e Borges, formam mesmo um setor ofensivo de respeito, mas o prejuízo de três gols é muito grande.

Do outro lado, Cuca terá também seu quarteto ofensivo titular. Ronaldinho Gaúcho, Bernard, Diego Tardelli e Jô, eles estão em um momento exuberante. A diferença é que a partida decisiva ocorre no Mineirão e não no Independência, local onde o Galo vem arrasando os adversários e realizando as melhores atuações.

O Mineirão terá festa de campeão nesta tarde. A tendência é que ela seja em preto e branco. Só mesmo um jogo memorável do Cruzeiro, poderia mudar as cores da comemoração para azul e branco. Será que a Raposa ainda pode aprontar alguma surpresa, ou o Atlético já é o campeão?

beijim

Mylena

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Sun, 19 May 2013 09:18:44 -0300
<![CDATA[Carta aberta para a presidente Dilma Rousseff. De um pessimista de plantão. Que tem a certeza que ela entrará para a história por causa da Copa. Ninguém se esquecerá do Mundial mais caro de todos os tempos...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/18/carta-aberta-para-a-presidente-dilma-rousseff-de-um-pessimista-de-plantao-que-tem-a-certeza-que-ela-entrara-para-a-historia-por-causa-da-copa-ninguem-se-esquecera-do-mundial-mais-caro-de-todos-os-t 1ae14 Esportes
"Há um ano e meio atrás, diziam que não conseguiríamos.

Mas hoje, estamos vendo estes estádios sendo construídos e entregues.

E não é qualquer estádio.

São modernos e de qualidade.

É uma resposta aos pessimistas de plantão.

Aqueles que diziam que não somos capazes."

Parte do discurso feito hoje pela presidente do Brasil.

Na inauguração da nova arena de Brasília.

Excelentíssima presidente Dilma Rousseff...

Esta é a primeira vez que escrevo para uma presidente.

O motivo é nobre.

Quero avisá-la que a senhora irá entrar para a história com a Copa do Mundo.

Mas não da maneira que imagina.

Por mais que sua participação efetiva seja dar bicudas na bola...

Fazer discursos eleitorais para políticos aliados que não vão poupar palmas...

Derrubar Ricardo Teixeira...

E delegar todo o controle do Mundial mais caro da história a Aldo Rebelo.

A senhora herdou esta Copa do seu mentor, o ex-presidente Lula.

Esperto, ele vislumbrava o maior amor do Brasileiro.

E, principalmente, a ano que o Mundial será disputado.

Não é uma beleza ele acontecer justo quando haverá eleição presidencial?

Melhor impossível.

O Brasil assegurou a Copa aqui em 30 de outubro de 2007.

2reuters2 Esportes

Há quase seis anos.

O anúncio oficial arrancou lágrimas de felicidade de Lula.

E de várias construtoras e empreiteiras.

A Fifa propôs e o governo de integração aceitou de imediato.

Pela primeira vez desde 1930 haverá 12 sedes em um Mundial.

O 'normal' eram oito.

Mas aqui não.

Houve uma reunião governamental em 2010.

Sim, três anos depois do anúncio do Mundial nesta terra.

Com pomposo nome, presidente: Matriz de Responsabilidades.

Ficou acertado que os estádios custariam no máximo R$ 5,4 bilhões.

Pois três anos depois, as obras já passaram de R$ 7,1 bilhões.

E vão aumentar, para que todas sejam entregues no prazo.

Cara Dilma, me permita a intimidade...

Sabia que quatro destes oito estádios são elefantes brancos?

O de Manaus, Cuiabá, Natal e a que a senhora acaba de inaugurar?

Onde ironizou os como eu, pessimistas de plantão?

Isso, o da cidade onde mora, presidente.

Onde ouviu o assanhado Aldo Rebelo chamar de Coliseu da nova Roma?

Será que ele está prevendo como ficará daqui a alguns anos a arena?

 Esportes

Aos poucos a senhora entenderá o motivo pelo qual entrará na história.

O estádio Mané Garrincha que acabou de inaugurar.

Sem saber, teve a primazia de batizar o primeiro elefante branco do País.

A arena custou um bilhão de reais.

Tem capacidade para 75 mil pessoas, que beleza.

Sabe qual é a média de público do Campeonato Brasiliense?

844 pessoas.

Com um detalhe muito interessante.

Ingressos a R$ 1,00.

Vamos falar de Cuiabá.

A nova arena custou até agora R$ 519 milhões.

43.600 pessoas poderão assistir grandes confrontos por lá.

Isso se decidirem sair de casa.

A média do Campeonato Mato-Grossense é de 612 pessoas.

Mesmo com o incentivo governamental.

Um quilo de comida vale um ingresso.

A arena das Dunas em Natal ficou linda, nos trinques.

Cabem 45 mil pessoas.

A senhora quer a média de público no Campeonato Potiguar?

Como ou sem emoção, como perguntam os bugueiros de lá?

O emocionante primeiro turno mostrou 1.041 pagantes.

Porém a mais confortável será a de Manaus.

Ela custou baratinho: R$ 529 milhões.

Caberão 44.310 pagantes.

No poderoso Campeonato Amazonense será uma festa.

Será possível acampar, jogar futebol nas arquibancadas.

A média do torneio é de 588 pagantes.

Sim, presidente.

Elefantes brancos anunciados antes mesmo de começarem as obras.

Mas para que parar?

Há de se ter uma solução.

Talvez a criação do bolsa ingresso.

José Maria Marin tem uma solução.

Lembrando o tempo da Ditadura Militar que o fez governador.

E discursar contra o Vlado, se recorda?

Lógico que sim...

Pois bem, ele quer que os grandes clubes brasileiros ajudem na marra.

Sejam obrigados a levar partidas como mandantes para estes estádios.

Sem poder de barganha.

Quer tornar isso uma prática normal no Campeonato Brasileiro.

Por enquanto não anunciou oficialmente.

Mas já está articulando.

Haverá enormes conflitos e provável rebelião.

A senhora sabe, presidente, o efeito colateral destas arenas?

O preço dos ingressos subiu em média 300% no país.

A se fosse o nosso PIB, hein presidente?

Mas não é.

As arenas estão elitizando o público.

Na Copa então, será uma doideira.

Futebol só na televisão ou nos telões de lanchonete.

A Fifa já começou a vencer os ingressos para o Mundial.

Vou mostrar para a senhora os preços dos caros.

Os baratos só depois da Copa das Confederações.

É para assustar, presidente.

Tem direito a buffet, os melhores lugares.

Os jogos são da primeira fase, da Seleção Brasileira.

No Itaquerão custam US$ 2.552, nada menos do que R$ 5.145.

Em Fortaleza e Brasília será uma pechincha.

US$ 1.595, R$ 3.190, em cada jogo.

Se a seleção do Felipão se classificar para a final, vou ficar muito feliz.

E surpreso.

Tanto assim que convido a senhora, eu pago.

Faço questão.

Desembolso US$ 4.543 ou R$ 9.086,00 para cada ingresso.

Não é por nada, não.

Mas considero esses preços um ultraje para a população brasileira.

E a senhora, não?

Será que tem ideia, alguém lhe contou quanto custa ver um jogo na Copa?

Queria perguntar outra coisa.

Por que muitas obras de mobilidade social ficaram no papel?

A senhora por acaso sabe o caos que a torcida sofre para chegar ao Mineirão?

Os tumultos no trânsito por onde há uma nova arena.

Como a Fonte Nova e sua deprimente venda de ingressos.

Com a polícia dando tiros de borracha e soltando bombas nos torcedores?

Aquele estádio que a senhora inaugurou com o Carlinhos Brown.

3reproducao4 Esportes

Onde chacoalhou a caxirola com a espevitada Marta Suplicy?

Que custou a bobagem de R$ 2,2 bilhões.

Sim, a obra saiu por R$ 591,7 milhões.

Mas o consórcio que administrará o estádio foi ousado.

Pediu como contrapartida R$ 103 milhões por 15 anos.

Somados os valores se chega ao estádio mais caro da Copa.

Em 2011, o Tribunal de Contas da União (TCU) criticou o modelo de negócio.

Definiu a contrapartida como longa e cara.

Sim, presidente, R$ 2,2 bilhões, ninguém falou para a senhora?

Segure seu queixo.

Até a caxirola fará a alegria dos gringos.

A empresa norte-americana que faz as embalagens do McDonald's tem a exclusividade sobre ela.

E pretende faturar R$ 3 bilhões até a Copa.

Não é mais um motivo de orgulho?

Quanto aos turistas, pode ficar aliviada.

Eles não serão nem sombra do que se esperava.

A Copa das Confederações já mostra isso, cara Dilma.

A Fifa garante que venceu mais de 588 mil ingressos.

A senhora sabe a porcentagem de estrangeiros que os comprou?

Menos de 3%.

Ainda bem que seu governo não remodelou os aeroportos.

Para quê?

Seu governo pode seguir o ritmo paquidérmico.

Até os hooligans estão assustados.

E não querem vir para cá.

Têm medo das nossas torcidas organizadas.

Só invejam a nossa legislação frouxa.

Que trata com carinho os torcedores brigões, assassinos.

A violência urbana que domina o País está espantando os turistas.

Bobagem, não é?

Assustadinhos, qual o problema de se sentir em uma guerrilha urbana?

Estupros em ônibus acontecem em todos os países civilizados.

Dentistas queimadas por bandidos também.

Pessoas mortas em roubo de celular acontece no mundo todo.

Assim como assassinatos de policiais monitorados pela cadeia.

A farra dos menores delinquentes é até interessante, tadinhos.

Muitos estão gostando tanto da história que falsificam suas identidades.

Querem ficar mais jovens por dois ou três anos.

Assim não podem ser julgados como maiores.

Não são bonitinhos?

Cada um que fosse para a Fundação Casa deveria ganhar um fuleco.

 Esportes

O Ronaldo não vai poder dar.

Mesmo membro do COL ele foi morar em Londres.

Essa história de arrastões em restaurantes pode ser divertida.

O turista que vier para cá na Copa vai ter o que falar quando voltar.

Se não reagir, lógico.

A procura de ingressos e hospedagem para o Mundial está muito abaixo do esperado.

Tão menor que os números não estão sendo divulgados.

Mas não importa, a Copa é nossa.

E daí que a legislação brasileira foi desrespeitada pela Fifa.

O que interessa são as budweisers nas mãos dos torcedores.

Cerveja para eles.

O importante é todos estarem felizes em junho de 2014.

Quanto à mobilidade social, a saída foi brilhante.

Aplaudo em pé.

Para evitar trânsito, feriado nas cidades onde há jogos.

Que importa a produção, o trabalho?

Vale é o futebol.

A Copa do Mundo é nossa.

Me empolguei...

Perco a educação e faço o que a senhora não pode fazer.

Dou uma banana para mim mesmo, seu pessimista.

Mas só faço uma ressalva, cara Dilma.

Nunca duvidei que os estádios ficariam prontos.

Ficaram como esperava, superfaturados.

Com bilhões do dinheiro público envolvido.

Não havia acreditado no Ricardo Teixeira.

Ele disse que todo o custo seria privado...

Bela piada, sem o menor fundamento.

É a população do seu país que está pagando a Copa.

Mais caro que jamais qualquer outra nação.

O mundial vai passar.

Chegarão às eleições presidenciais.

E o clima de festa pode até valer a reeleição.

A senhora é superfavorita.

Cuidado só com seu mentor, que está com saudade do cargo.

Mas um dia, quanto tiver tempo, procure se informar.

Falar a sério sobre legado.

O que esta Copa caríssima deixará de bom para o Brasil.

O que o País fará com suas novas arenas?

As danadas têm um custo mensal de manutenção que chegam a R$ 500 mil.

Nada menos do que R$ 6 milhões por ano.

Quem é vai pagar, por exemplo, a de Brasília, Cuiabá, Manaus e Natal depois da Copa?

O custo total do Mundial até agora é de R$ 33 bilhões.

É uma beleza, já que a previsão era de R$ 80 bilhões.

A senhora economizou muito com a suspensão de várias obras de mobilidade social.

Desistindo de promover reformas de verdade nos aeroportos brasileiros.

Só para lembrar

Cerca de 85% desses 33 bilhões são dinheiro público.

Os danados da iniciativa privada só entraram com 15%.

Os governos federal, estadual e municipal que estão pagando.

Com o dinheiro arrecadado da população, não é?

Sim, presidente.

É o povo brasileiro que vai pagar.

A Fifa já anunciou que terá um lucro de R$ 10 bilhões.

Que inveja, não é?

A gente está organizando e promovendo a festa.

Tirando o dinheiro de áreas como Saúde, Educação, Segurança.

E os gringos ainda saem com o dinheiro.

Cara Dilma, eu não tenho a menor dúvida.

A senhora ficará para sempre na história do Brasil.

A Copa do Mundo de 2014 será uma marca registrada sua.

Mais cara que a do Japão, da Alemanha e da África juntas.

Que beleza!

Pode comemorar dando mais bicudas na inauguração de novas arenas.

E discursar para políticos que aplaudem até sua tosse.

O tempo vai passar.

E o legado do Mundial mais caro da história será seu.

Quem pagará agora e depois será a população.

Mas ela terá sua compensação.

Ganhará caxirolas, a bola Cafusa e 12 bilionárias arenas.

Assim como os índios na chegada dos portugueses em 1500.

Eles trocavam ouro e pedras preciosas por espelhinhos.

E se divertiam muito olhando o seu reflexo.

O sentimento do brasileiro será o mesmo dos antepassados indígenas.

Um abraço cordial, Dilma

Deste assumido pessimista de plantão.

Que nunca duvidou da capacidade dos políticos brasileiros.

Vocês são capazes de tudo.

Ou não é o Marin que está ao seu lado na fotografia?
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Sat, 18 May 2013 19:16:57 -0300
<![CDATA[Barcelona quer se aproveitar do desespero do Santos por vender Neymar. Oferece menos da metade do que o São Paulo ganhou por Lucas. Dirigentes apelam para o Real Madrid e Bayern. A tentação do atacante ir embora em 2014 de graça é enorme...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/18/barcelona-quer-se-aproveitar-do-desespero-do-santos-por-vender-neymar-oferece-menos-da-metade-do-que-o-sao-paulo-ganhou-por-lucas-dirigentes-apelam-para-o-real-madrid-e-bayern-a-tentacao-do-atacant 1reproducao16 Esportes
"Há tempo para plantar.

E tempo para colher."

É o ditado predileto do empresário uruguaio Juan Figer, 79 anos.

A situação se encaixa perfeitamente em relação a Neymar.

O Santos não soube quando colher e agora se desespera.

Três sentimentos dominam os dirigente do clube.

Irritação, vergonha e desejo de vingança.

Tudo por causa da oferta oficial do Barcelona por Neymar.

Os catalães estão dispostos a pagar R$ 47 milhões.

A proposta foi ouvida em tom de ofensa.

A multa contratual do jogador é de R$ 170 milhões.

O clube de Luís Álvaro tem apenas 55% do direitos do atleta.

O grupo DIS 40% e a Teisa os outros 5%.

A parte santista mal bateria nos R$ 26 milhões.

O vice presidente Odílio Rodrigues ficou irritado.

Ele percebeu que os dirigentes catalães estão fazendo.

Querem tirar proveito do desespero santista em vender Neymar.

Porque a partir de dezembro ele já pode assinar um pré-contrato.

E ir embora em julho de 2014 sem render um centavo ao clube brasileiro.

Ninguém é estúpido nos grandes clubes do mundo.

E nem sai distribuindo dinheiro.

O Barcelona sabe a enrascada em que Luís Álvaro se meteu.

Para garantir a permanência de Neymar no Santos teve de ceder.

E antecipou o final de seu contrato.

Ele terminaria apenas em julho de 2015.

Com esse ano a menos, tudo se precipitou.

O parâmetro que incomoda os dirigentes santistas é Lucas.

Não se conformam com o fato dele ter ido para o PSG por R$ 108 milhões.

Acreditam que Neymar vale pelo menos R$ 150 milhões.

Só que se esquecem que o atacante foi vendido em agosto de 2012.

E tinha contrato até dezembro de 2015.

Ou seja, o controle da negociação estava nas mãos do São Paulo.

Envolvidos com Libertadores e Mundial, o Santos perdeu o timing.

Ou a 'hora de colher' como diz Figer.

Tudo está sendo feito de maneira amadora, precipitada.

Por mais que Sandro Russel adore levar os dirigentes para conhecer Barcelona.

Os leve aos melhores restaurantes, lhes ofereça fabulosos vinhos.

2reproducao6 Esportes

Não vai dar milhões de euros a mais quando sente desnecessário.

Odílio relatou a situação a Luís Álvaro.

Mesmo se recuperado de grave crise cardíaca, ele entrou em ação.

Sabe que é ele o responsável pelo estado das coisas.

Os dois abandonaram qualquer preocupação com o tetracampeonato paulista.

E acionaram suas armas para enfrentar o golpe baixo do Barcelona.

Aproveitando a ligação umbilical de Wagner Ribeiro com o Real Madrid.

Eles querem ouvir o que os maiores rivais dos catalães podem oferecer.

Florentino Pérez acompanha tudo de perto.

Sabe detalhes da proposta do rival.

E também não é ingênuo.

Não quer oferecer nem perto dos R$ 150 milhões.

Seu clube quer levar o brasileiro.

Sabe ser difícil pela preferência de Neymar.

Ele continua insistindo querer atuar ao lado de Messi.

Mas Wagner Ribeiro insiste com o clube de Madri.

A hora é esta.

Os dirigentes santistas estão ofendidos com a postura do Barcelona.

Realistas sabem que o sonho dos R$ 150 milhões se foi.

Por causa do prazo do fim do contrato.

Desejam pelo menos algo perto do que valeu Lucas.

R$ 100 milhões, mais do que o dobro do que ouviram dos catalães.

O Real Madrid ainda não fez sua proposta oficial.

Está estudando para não se queimar.

Enquanto isso, outra ala da diretoria santista busca o Bayern.

Quer saber até quanto os alemães podem pagar.

Pep Guardiola é o grande incentivador do negócio.

Seria uma excelente notícia para ser divulgada na próxima semana.

No próximo sábado há a decisão da Champions League em Wembley.

Vencer o Borussia e ainda anunciar Neymar é o sonho dourado.

Dar a chance ao brasileiro de ser campeão do mundo em dezembro.

Enquanto isso, Neymar e seu pai estão tranquilos.

Sabem que qualquer negócio só será aceito se for muito satisfatório.

O jogador acredita ter chegado o momento de sair.

Não há grandes objetivos até a Copa do Mundo.

Principalmente porque o fraco time santista não desperta confiança.

Não há como garantir que chegará à Libertadores de 2014.

Se não chegar, será Brasileiro, Copa do Brasil, Paulista.

Copa do Mundo e fim de contrato.

Na prática, dentro do campo, será mais um ano perdido.

Sem qualquer evolução, aprendizado.

Viver as mesmas coisas.

Por outro lado, seu pai está mais consciente.

Frio.

Ele sabe que o lucro será enorme.

Basta esperar até a Copa.

E com 22 anos negociar Neymar com o clube que quiser.

Sem ter de dar a parte do Santos.

E brigar na Justiça para não dar a do DIS e do Teisa.

Se tiver sucesso, embolsar R$ 100 milhões.

Não tendo, pelo menos, R$ 60 milhões.

Este quadro que desespera Odílio e Luís Álvaro.

Negociam com espanhóis e alemães.

Mas sem ter a menor certeza de que tudo dará certo.

A decisão está nas mãos de Neymar e seu pai.

Situação amadora para um clube com a grandeza do Santos.

Na sua história recente recebeu bem menos do que poderia por Robinho.

E agora pode não ganhar nada por Neymar.

Isso está longe de ser profissionalismo...
3reproducao3 Esportes

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Sat, 18 May 2013 10:28:49 -0300
<![CDATA[Vexame histórico para a Federação Paulista de Marco Polo del Nero. Árbitro que apitaria final contra o Santos trabalhava com o Corinthians, São Paulo e Portuguesa. Braghetto se afastou e se aposentou com a revelação. Mas e os jogos que apitou, serão anulados?]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/17/vexame-historico-para-a-federacao-paulista-de-marco-polo-del-nero-arbitro-que-apitaria-final-contra-o-santos-trabalhava-no-corinthians-braghetto-se-afastou-e-se-aposentou-com-a-revelacao-mas-e-os-j 1gazeta9 Esportes
"Pensando no futebol e para evitar maiores problemas para mim.

E para a Federação Paulista de Futebol...

Quero aproveitar a oportunidade.

E dizer que estou encerrando a minha carreira como árbitro."

No ar, no programa Arena Sportv, Rodrigo Braghetto abandonou o futebol.

Expôs ao Brasil um grande vexame da Federação Paulista de Futebol.

Do candidato à presidente da CBF, Marco Polo del Nero.

Braghetto apitaria a final do Paulista entre Corinthians e Santos.

Só que vazou a informação.

Sua empresa Apto Sports presta serviços ao departamento amador do Corinthians.

Ele coloca árbitros para trabalhar em campeonatos internos.

Além de dar palestras no Parque São Jorge.

E isso há mais de dois anos.

O São Paulo e a Portuguesa também são clientes da Apto Sports.

Ou seja, na prática, Braghetto estava apitando jogos de seus clientes.

A postura da Federação Paulista é inaceitável.

Como deixou Braghetto trabalhar por esse tempo todo?

Por mais que ele seja uma pessoa idônea.

A relação profissional com os três clubes é evidente.

A revelação veio à tona pela manhã.

E mexeu com todo os preparativos do jogo.

A direção santista consultou a FPF.

Queria saber se era verdeira a ligação do árbitro com o Corinthians.

O coronel Marcos Marinho ainda tentou amenizar.

Disse que confiava no árbitro e ficaria à critério dele apitar ou não.

Mas na verdade houve a desmoralização.

A Federação Paulista de Futebol era quem dava guarida a Edílson Pereira de Carvalho.

1reproducao15 Esportes

Por dinheiro de apostadores, ele manipulou jogos do Campeonato Brasileiro.

A vergonha foi imensa nos corredores da federação.

A partir de Edílson foi prometida uma investigação a fundo na vida dos árbitros.

Principalmente na suas suas finanças.

O ex-árbitro disse que aceitou o dinheiro porque estava falido.

Se acumulavam dívida.

Se eles trabalhavam e onde.

Inacreditável que a FPF não tivesse ligado Braghetto à Apto.

Ele nunca escondeu ser sócio da empresa.

O juiz revelou ter dado palestra até no Santos.

"Não tenho contrato com o futebol do Corinthians.

O contrato da minha empresa é com a parte social.

Não converso com ninguém do futebol.

Nós prestamos serviços de arbitragem para campeonatos internos do clube.

Todos sábados e domingos.

Nossos árbitros são escalados para apitar jogos da criançada, dos jovens.

Já prestei serviço para o Santos também.

Em 2011 dei palestra de arbitragem para toda a categoria de base.

Mas não chegamos a ter um contrato com o Santos."

Ou seja, a Federação Paulista de futebol não investigou o árbitro.

Ele não teria nem como eticamente apitar partidas de times paulistas.

Não envolvendo Corinthians, Santos, São Paulo ou Portuguesa.

Mas ele apitou.

Dezenas deles.

E agora, como ficam essas partidas?

Ficam sob suspeita?

Podem ser anuladas, se alguém reclamar?

Esse é um dos motivos para o encerramento da carreira do juiz.

Ao vivo pela televisão.

A história é tenebrosa, amadora.

Está exposta a federação que posa como mais moderna no País.

E que ontem fez o desfile das Gatas do Paulistão.

Meninas desfilavam em trajes sumários para os dirigentes assistirem.

"É só para relaxar", dizia Marco Polo.

Tomara que ele tenha relaxado bastante.

Porque o vexame já é nacional.

Ele é responsável pela escolha do árbitro da final do Paulista.

Um homem ligado profissionalmente ao Corinthians.

Ridículo, indecente.

Será que é assim que Marco Polo agirá na CBF?

Sem tomar o cuidado necessário em uma função tão fundamental?

Braghetto tomou a única decisão possível.

Se aposentou.

Mas ela não significa o fim da confusão.

Muito pelo contrário.

E todos os jogos que apitou, como vão ficar?

A FPF sorteia outro juiz para Santos e Corinthians.

Será que os dirigentes da entidade sabem onde os árbitros trabalham?

De onde chega o dinheiro de seus salários.

O de Braghetto era do Corinthians.

E Marco Polo estava mais atento às Gatas do Paulistão...

(Novo sorteio apontou Guilherme Ceretta de Lima.

Ele apitará a decisão na Vila Belmiro.

Guilherme é modelo além de árbitro.

Não trabalha em nenhum clube de futebol.

Para o bem da Federação Paulista.

De Marco Polo...)
5reproducao Esportes

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Fri, 17 May 2013 15:00:15 -0300
<![CDATA[Ex-presidentes do Palmeiras se aliam. Não querem Luxemburgo de volta no clube. Se ele for demitido do Grêmio e Brunoro quiser contratá-lo será guerra. A Segunda Divisão pode virar um caos...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/17/ex-presidentes-do-palmeiras-se-aliam-nao-querem-luxemburgo-de-volta-no-clube-se-ele-for-demitido-do-gremio-e-brunoro-quiser-contrata-lo-sera-guerra-a-segunda-divisao-pode-virar-um-caos fotoarena1 Esportes
"É muito grande Grêmio para vós, Luxemburgo.

Fora covarde."

Assim, sem meias palavras.

Foi como o irmão de Barcos resumiu o seu desejo no twitter.

O empresário que lutava para que o jogador atuasse em um time da Série A.

E saísse do Palmeiras.

Assim garantia a continuidade de convocações para a Seleção Argentina.

O Pirata foi para o Grêmio.

Onde estavam Zé Roberto, Fernando, Elano.

Chegaram Dida, André Santos, Cris, Vargas, Willian José, Pará.

E Fabio Koff.

O presidente das grandes conquistas do clube gaúcho.

Ele aportava com o apoio de empresários milionários.

Com a OAS, construtora da nova arena, adiantando recursos.

A ideia era montar um grande time, fazer 2013 inesquecível.

Conquistando a Libertadores, disputando o Mundial de clubes.

Todos estes sonhos foram parar nas mãos de Vanderlei Luxemburgo.

Só o time montado ao gosto do técnico custa R$ 7 milhões por mês.

Os reforços que ele apontou, Koff contratou.

Mas queria retorno.

Luxemburgo fez o que mais faz há dez anos: prometeu.

Sua última grande passagem como técnico foi no Cruzeiro.

Ganhou tudo em 2003: Mineiro, Copa do Brasil e Brasileiro.

Mas saiu no ano seguinte pelas portas dos fundos.

Brigado com o presidente Zezé Perrella.

O motivo é conhecido por todos os últimos clubes por onde passou.

Ele resolveu que seria o primeiro manager do futebol brasileiro.

Compraria e venderia os jogadores que desejasse.

E sempre com a mesma característica: virando as costas para a base.

Para ele interessava trabalhar com jogador pronto, rodado.

Tudo isso ainda era pouco.

Decidiu se infiltrar na política interna dos clubes.

Apoiando quem lhe fosse mais simpático em eleições internas.

Foi assim no Flamengo, onde foi cabo eleitoral de Patricia Amorim.

Mesmo no Grêmio era considerado aliado de Paulo Odone, que o contratou.

Fabio Koff só o manteve porque soube que Felipão iria para a Seleção.

O velho dirigente resolveu manter o técnico apostando no seu passado.

Não levou em conta o seu presente.

Desde o Cruzeiro em 2003, ele passou por oito clubes.

Foi demitido de sete.

E saiu do Santos porque Luís Álvaro disse abertamente.

"Luxemburgo é aliado de Marcelo Teixeira.

Aqui ele não fica."

Desde então o modus operandi é sempre o mesmo.

Ele chega faz pose, promete, fala em planejamento.

Briga com funcionários do clube, com juízes, afasta jogadores.

Acumula derrotas e mais derrotas.

Acaba demitido e recebendo multas rescisórias.

Neste meio tempo abriu e fechou o Instituto Wanderley Luxemburgo.

Ele se propôs a formar profissionais de futebol.

Iria revolucionar o esporte no País.

1reproducao14 Esportes

O projeto foi um fracasso.

Mudou seu domicílio eleitoral para Tocantins.

Havia chance de ser lançado como candidato a senador.

Políticos locais implodiram sua candidatura.

Mesmo em Porto Alegre não se conteve com o futebol.

E lançou um site que vende vinhos.

Ao lado do pôquer, se mostra um grande apreciador de vinhos.

Maldosamente, inimigos em Porto Alegre decretaram.

A única taça que levantou no Grêmio foi a de vinho.

2reproducao4 Esportes

Ele já é milionário, mas não consegue ficar longe da atividades paralelas.

Vários clubes têm portas fechadas ao seu trabalho.

Sem campo em São Paulo, Rio e Minas, se arriscou no Rio Grande do Sul.

E seguiu sua rotina.

Cercado de pessoas que apenas o adulam, ele não percebe o que acontece.

Vive como se estivesse no auge de sua carreira.

Mas seu sucesso ficou no fim da década de 90.

Teve a mais conturbada passagem de um treinador na Seleção.

Saiu em 2000, teve de enfrentar uma CPI em Brasília.

Processado por falsidade ideológica.

Teve de mudar o próprio nome.

Perdeu o W e o Y e voltou a ser Vanderlei Luxemburgo da Silva.

E ganhou os três anos a mais nos documentos.

Eles sumiram quando era garoto.

Para que tivesse mais chance na carreira.

Três anos a mais faz uma diferença enorme nas categorias menores.

É um 'gato' assumido.

Jogou até na Seleção Brasileira de base com a idade adulterada.

Faz 13 anos que deixou o cargo.

Sua carreira naufraga.

Mas ele ainda age como se fosse candidato natural à Seleção.

Cada treinador que perde o comando do Brasil, se agita.

Mas não percebe sua solidão.

Só ele acredita nas suas chances.

Fruto da proximidade enorme de Ricardo Teixeira e Jota Hawilla, dona da Traffic.

Apostava que os dois o levariam de volta à CBF.

Baseado no passado, não no seu presente estagnado.

Quando Teixeira foi para o exílio, seu mundo caiu.

O que faz com o Grêmio é uma prova da sua decadência técnica.

Assumiu o cargo no ano passado.

Tinha sido expurgado do Flamengo, clube 'do seu coração'.

Com ele no cargo, o Grêmio coleciona fracassos.

1twitter1 Esportes

Não chegou sequer à final do Gaúcho de 2012 e 2013.

Assistiu o rival Internacional comemorar sossegado.

Ele usou a mesma desculpa: havia projetos maiores.

Pois bem, o Grêmio fracassou na Copa do Brasil.

No Brasileiro, na Sul-Americana.

Apenas conseguiu a obrigatória classificação para a Libertadores.

E ela chegou.

Assim como Koff e R$ 9 milhões em reforços.

O clube fez tudo o que ele pediu.

Foi para o Equador bem antes jogar com a LDU.

A classificação na pré-Libertadores veio graças aos céus.

Foi um sufoco enorme.

A campanha na fase de classificação foi vexatória.

Como a derrota para o Huachipato na novíssima arena.

No jogo da volta no Chile foi deprimente.

Nunca o futebol sul-americano viu cena igual.

Comissão Técnica e o time inteiro chileno correndo atrás de Luxemburgo.

Todos queriam o agredir.

Ele escorregou e ficou caído no gramado.

Se não fosse seus auxiliares e os jogadores seria massacrado.

Foi um vexame não só para ele.

Mas para o Grêmio.

Era o técnico do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense que estava no chão.

Depois vieram os jogos eliminatórios com o Independente Santa Fé.

Já com Luxemburgo devidamente suspenso.

Roger no banco de reservas e seu caríssimo treinador nas tribunas.

Na nova legislação, o técnico suspenso fica incomunicável.

Não pode dar palpites no jogo e nem ir ao vestiário.

Durante os confrontos, ele ajudou tanto quanto um torcedor.

Ficou de mãos amarradas.

Viu a suada vitória em Porto Alegre.

Mesmo diante de um adversário muito mais fraco tecnicamente.

E ontem veio o vexame maior.

O Grêmio foi encurralado na Colômbia.

Parecia um time pequeno, medroso.

Com postura covarde.

Encolhido no seu campo.

7reproducao Esportes

Luxemburgo via tudo de longe, da tribuna.

As câmeras colombianas o mostravam.

Estava vestido com terno gravata e constrangimento.

A covardia gaúcha deu ânimo aos colombianos.

E mesmo muito mais fracos, conseguiram marcar o gol salvador.

Medina passou pelo meio dos zagueiros Werley e Bressan.

Apenas tirou a bola do alcance de Dida.

O gol saiu aos 34 minutos do segundo tempo.

Em seguida, com o time precisando desesperadamente do empate, vem a substituição.

Saiu Barcos e entrou Kleber.

Daí a revolta do irmão do argentino no twitter.

O time precisava de um gol e o artilheiro foi substituído.

Roger só tomava decisões acertadas anteriormente por Luxemburgo.

O Grêmio perdeu e foi eliminado da Libertadores.

O caro time que deveria vencer a competição não chegou sequer às quartas.

Mundial só pela televisão.

O aproveitamento gremista em 2013 é pífio para um time grande.

Ganhou apenas 50% dos pontos que disputou.

São 28 partidas, 12 vitórias, seis empates e 10 derrotas.

Sem a possibilidade de Felipão, há uma campanha por Mano Menezes.

A ordem será economizar.

Vargas poderá ser o primeiro a sair, devolvido ao Napoli.

Willian José está acertado com o Santos.

Cris comprometeu o time com suas expulsões pode até ser dispensado.

Koff já convocou uma reunião com o departamento de futebol.

Ele deverá acontecer amanhã.

Na pauta, a conveniência ou não da demissão de Luxemburgo.

Enquanto isso, em São Paulo, conselheiros palmeirense já se movimentam.

Tentam travar Brunoro.

O gerente de futebol de Paulo Nobre é amigo íntimo de Vanderlei.

Foi seu funcionário na falida escola de futebol.

Conselheiros temem que tente articular sua volta ao Palmeiras.

Os dois trabalharam juntos na era Parmalat.

Luxemburgo enfrenta rejeição enorme no clube.

Se Brunoro demitir Kleina para colocar seu amigo no cargo, pode esperar.

O ambiente no clube será infernal na Série B.

Os ex-presidentes Mustafá Contursi e Belluzzo não suportam o técnico.

Assim como Afonso della Monica.

Os três inimigos devem se aliar para boicotar Luxemburgo.

Eles e seus conselheiros.

Paulo Nobre será ingênuo caso se deixe levar por Brunoro.

O Palmeiras precisa subir e disputar a Série A no seu centenário.

Com Luxemburgo a Segunda Divisão tem tudo para ser um caos.

Nobre ficará isolado politicamente, sem condições de trabalhar em paz.

Conselheiros palmeirenses ficam revoltados só em ouvir o nome do treinador.

Mesmo em Porto Alegre, à beira de nova demissão...

O decadente técnico já tumultua o Palestra Itália.

De novo...
 Esportes

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Fri, 17 May 2013 12:16:13 -0300
<![CDATA[Restaram dois]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/17/restaram-dois ronaldinho Esportes

Olá galera.

A semana não foi nada boa para os clubes brasileiros na Copa Libertadores. O São Paulo, que foi goleado pelo Atlético Mineiro na semana passada, foi o primeiro time do nosso país a dar adeus. Palmeiras, Corinthians e Grêmio, que tinham situações bem razoáveis para os jogos de volta, foram eliminados na terça, quarta e quinta-feira, respectivamente.

Com estes resultados, está descartada uma final entre clubes do Brasil. Como só restaram dois, caso eles passem das quartas, irão se enfrentar na semifinal. Mesmo que estejam em chaveamento diferente.

A regra foi criada após as nossas agremiações passarem a dominar a competição continental. Para a fase de oitavas de final, dos dezesseis classificados, seis eram brasileiros. Agora, apenas o Galo e o Tricolor das Laranjeiras estarão nos representando.

A missão do Fluminense, em tese, é mais difícil. O Olímpia é um adversário tradicional e decidirá a vaga em casa. No caso do Atlético, além de ter a melhor campanha, joga a segunda partida no Independência, onde tem liquidado todos os seus oponentes.

Seria fantástico ver o campeão brasileiro enfrentando o melhor time do Brasil atualmente. Será que teremos uma super semifinal brasileira?

beijim

Mylena

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Fri, 17 May 2013 11:02:05 -0300
<![CDATA[Tite que se prepare. Com a eliminação na Libertadores tudo vai mudar. A começar por Pato. Ele cansou da reserva. Assim como os patrocinadores, a diretoria, a torcida. Todos o querem como titular do Corinthians...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/16/tite-que-se-prepare-com-a-eliminacao-na-libertadores-tudo-vai-mudar-a-comecar-por-pato-ele-cansou-da-reserva-assim-como-os-patrocinadores-a-diretoria-a-torcida-todos-o-querem-como-titular-do-co 1reuters8 Esportes
"Eu vim aqui para jogar.

Eu quero jogar."

Dessa maneira seca, Alexandre Pato deixou escapar sua raiva.

Metade do seu projeto de retorno ao Brasil fracassou.

Ele tinha a certeza de que tudo aconteceria rápido.

Aceitou trocar o Milan pelo Corinthians por dois objetivos.

O primeiro era fazer um tratamento meticuloso no clube.

A medicina esportiva brasileira é muito mais desenvolvida que a Europa.

No Milan há queixa de vários atletas, que demoram a se recuperar.

Alguns até pedem a intervenção de médicos de outros países.

E criam problemas com a direção do clube.

Pato estava cansado dessa situação.

Foram nada menos do que 14 lesões musculares.

Um absurdo.

Ele tinha consciência do seu desequilíbrio muscular.

Sabia que o Corinthians tinha como recuperá-lo.

Além disso, queria de qualquer maneira disputar a Copa do Mundo.

Ficou frustrado demais por não jogado a de 2010.

Utilizou a Nike, que o patrocina.

E ela intermediou sua volta ao futebol brasileiro.

Advogados o aconselharam a fechar o seu contrato.

O clube gastou 15 milhões de euros, cerca de R$ 43 milhões.

Foi a maior transação da história no Brasil.

Nunca um clube gastou tanto em uma contratação.

Mas gastou tanto apenas 60% dos seus direitos.

Os 40% restantes são do jogador.

O Milan tem a prioridade de comprá-lo de volta.

Pelo plano da direção italiana após o Mundial do Brasil.

Revigorado fisicamente e valorizado por defender a Seleção.

Não foi por acaso que o Silvio Berlusconi se despediu de maneira irônica.

"O acordo é ele ir para lá, ficar um ano, um ano e meio.

E então retornar.

Foi isso que ele me disse na semana passada,

Quando me abraçou da última vez em que nos vimos."

Silvio Berlusconi disse isso a jornalistas italianos.

Nunca foi desmentido por Pato.

Ele é uma estrela do futebol mundial.

Namorado da filha do ex-primeiro ministro da Itália e dono do Milan.

Barbara Berlusconi fez questão de vir várias vezes ao Brasil para ficar com ele.

Tinha certeza de que recuperado seria titular absoluto do Corinthians.

Mostrou paciência, foi entrado aos poucos no time.

Até para não forçar o seu corpo.

Ele estava desacostumado a sequências de partidas no Milan.

As contusões não deixavam.

Tudo seguiu o cronograma do departamento médico.

O erro constatado pelos médicos corintianos foi até simples de corrigir.

Pato havia feito tratamentos intensivos e longos da parte anterior das coxas.

E precisava de reforço muscular na posterior.

O desequilíbrio foi constatado sem grande dramas.

E a recuperação acabou sendo excelente.

Mesmo com 23 anos, Pato agiu como jogador experiente, rodado.

Teve calma e se sujeitou sem problemas a ficar no banco.

O problema foi que Tite acreditou que o time é melhor taticamente sem ele.

Por ter Alessandro na lateral direita, precisava de um homem para lhe dar proteção.

Ele era Renato Augusto.

Mas o meia sofreu uma contusão muscular e ficou de fora.

Romarinho se encaixava melhor na posição por ter disposição para marcar e atacar.

Pato é um jogador de definição.

Ruim para ele era a ótima fase de Guerrero.

Queira assumir ou não, Tite criou um elo emocional com os campeões mundiais.

Pato ficou sem espaço.

Passou mesmo a ser mera opção no banco.

A dúvida sobre seu estado físico era logo dissipada.

1corinthians Esportes

"Estou pronto e tenho condições de atuar por 90 minutos", repetia.

Só que seu destino virou o banco.

A postura o incomodava.

Assim como a seu agente Gilmar Veloz.

A direção do clube queria o jogador como titular.

Ele é uma estrela mundial e isca para novos patrocinadores.

Seu tipo físico também serviria para propagandas.

Mario Gobbi e Andrés Sanchez têm a certeza de que contrataram um ídolo.

Mas como ele poderia se tornar uma marca corintiana se é mero reserva?

O que todos desconfiaram se concretizou com a convocação de Felipão.

O jogador não vai disputar a Copa das Confederações.

Perdeu a briga para Leandro Damião.

Jogador que tem muito menos recursos técnicos.

Mas está jogando como titular do Inter.

Scolari acabou sendo coerente.

Como levar um reserva?

Foi um balde de água fria para Pato.

Tudo ficou ainda pior ontem.

Na partida que custou a eliminação do Corinthians.

Viu todo o primeiro tempo no banco.

Entrou no desespero, tinha de ajudar o time a marcar três gols.

Afobado, sem ritmo, tudo que conseguiu foi perder um gol feito.

O lance acabou chocando de tão fácil.

O jogador percebeu os olhares decepcionados dos repórteres.

Era essa a estrela que o Corinthians contratou?

Capaz de perder um gol fácil e decisivo?

Sem o goleiro errar a bola?

Com o fim da Libertadores, adeus Mundial.

Adeus holofotes europeus.

Diante do descrédito, ele perdeu o controle.

Alexandre Pato deixou escapar.

Para ele chega, ele quer atuar.

Não foi para ser reserva de Romarinho que ele voltou ao Brasil.

A sua postura mudou nas entrevistas.

Na madrugada de ontem já deixava escapar sua frustração.

"Eu quero jogar.

Estou pronto.

Só depende do professor Tite.

Estou perfeitamente adaptado.

Já são quatro meses de Corinthians."

Marcou sete gols.

É o segundo maior artilheiro do ano.

Entrou em 21 partidas.

O recado já chegou a Tite.

Depois da final do Paulista, Pato quer ser titular.

Não vai arriscar perder a Copa do Mundo.

Nem se desvalorizar ainda mais.

Os grandes clubes na Europa sabem.

A direção do Milan também.

Alexandre Pato está fora da Copa das Confederações.

É um mero reserva no Brasil.

A direção corintiana e a Nike querem retorno.

O clube valorização do atleta.

E empresa sucesso publicitário de seu contratado.

A pressão para que Pato seja titular vai começar.

Logo após o Campeonato Paulista.

O problema que movimenta milhões está no colo de Tite.

Ele que arrume um lugar para o midiático atacante.

O treinador já foi responsável pelo fracasso da metade do seu projeto.

Pelo que havia planejado, Pato deveria disputar a Copa das Confederações.

E ser um ídolo no Corinthians, no Brasil.

Mas como ser a atração do time na reserva?

Com a eliminação da Libertadores, Tite perdeu seu escudo.

Não há desculpa para não apostar no maior investimento do clube.

A situação lembra demais a de Ney Franco e Ganso.

O treinador foi pressionado pela diretoria e arrumou um lugar para o meia.

A princípio, ele o queria mais na reserva.

Mas os dirigentes que gastaram R$ 23,9 milhões com o jogador o cobraram.

Pato foi comprado por quase o dobro.

O jogador, os dirigentes, os patrocinadores, o empresário, a torcida...

Todos o querem no campo.

Tite não terá escapatória.

Se não quiser perder Pato terá de colocá-lo para jogar.

A paciência do jovem dândi acabou.

Chega de ficar no banco de reservas...
2gazeta1 Esportes

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Thu, 16 May 2013 19:54:56 -0300
<![CDATA[Boca Juniors ridiculariza a demagógica lei dos vereadores de São Paulo. A comemoração do Dia da Independência Corintiana foi um desastre. Que tal os políticos votarem agora o Dia da Depressão Corintiana? E Luana Piovani delira...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/16/boca-juniors-ridiculariza-a-demagogica-lei-dos-vereadores-de-sao-paulo-a-comemoracao-do-dia-da-independencia-corintiana-foi-um-desastre-que-tal-os-politicos-votarem-agora-o-dia-da-depressao-corintia 1facebook Esportes
O destino foi justo.

E expôs ao ridículo a Câmara Municipal de São Paulo.

Cidade mais rica e mais complicada da América Latina.

A população tenta sobreviver em meio à guerrilha urbana.

Cercada de marginais, arrastões, impunidade.

Menores assassinos.

Hospitais públicos sem leitos, médicos, gaze, mercúrio!

Greves de professores.

Favelas clandestinas com esgotos a céu aberto.

Trabalho escravo de bolivianos e africano.

Poluição destruindo o meio ambiente e a saúde das pessoas.

Em meio a todo esse caos, vereadores perdem tempo.

E votam leis demagógicas, sem sentido prático.

Com o único intuito de agradar seus eleitores.

Foi assim que acabou aprovada uma homenagem que 'mudará o planeta'.

Está criado o Dia da Independência Corintiana.

Ele virou a lei número 15.741.

A tal 'independência' acontece no dia 4 de julho.

Para celebrar a data em que o Corinthians venceu a Libertadores pela primeira vez.

O projeto é de autoria de três vereadores.

David Soares (PSD), Antônio Goulart (PSD) e Juscelino Gadelha (PSB).

Foi promulgado pelo presidente da Casa, José Américo (PT).

"Quem é corintiano jamais vai esquecer aquela noite.

Tínhamos de vencer (o Boca Juniors).

E finalmente conseguimos tirar esse fardo das costas.

Foram anos de angústia.

A partir daquele dia foram exorcizados.

Estamos libertados."

A frase é do vereador Goulart.

Falou entusiasmado ao Lance!

Ele representa a Gaviões da Fiel, os corintianos na Câmara.

Usa as cores do Corinthians em toda eleição.

A lei saiu publicada ontem no Diário Oficial do Município.

São Paulo já tem no seu calendário três homenagens ao clube.

Primeiro de setembro é o "Dia do Corinthians".

Ele foi fundado nesta data em 1910.

O dia 13 de outubro é o "Dia do Torcedor Corintiano".

O motivo é o final do jejum de 23 anos sem conquistas.

Foi quando o clube foi campeão paulista de 1977.

Os vereadores ontem estavam empolgados à tarde.

Divulgaram a felicidade dos três em relação ao dia da 'Independência'.

“A data deve ser comemorada anualmente.

Trouxe a libertação do Corinthians Paulista.

E principalmente de sua fanática torcida.

Que acompanhou a conquista com intensidade, lágrimas, expectativa e muita alegria."

Goulart, Soares e Gadelha passaram à imprensa essa declaração conjunta.

Só que caiu a noite em São Paulo.

E o Boca Juniors entrou no Pacaembu.

Eliminou o Corinthians da Libertadores de 2013.

Expôs ao ridículo o bizarro projeto.

Há os que alegam que não custou nem um centavo a São Paulo esta lei.

Estão enganados.

Os vereadores perderam o que não têm.

Tempo para votar e discutir algo inútil.

Ou todo clube merece uma lei por conquistar algum campeonato?

Censos atuais mostram que a cidade São Paulo tem 12 milhões de pessoas.

E problemas gravíssimos.

Muitos deles poderiam ser amenizados ou até resolvidos pelos vereadores.

Mas eles têm outra preocupação.

Adular torcidas, clubes de futebol.

Conseguir espaço na mídia de qualquer maneira.

Acabam por mostrar a cruel realidade dos políticos brasileiros.

Não é por acaso que convivem com tanta rejeição e falta de credibilidade.

Quem acabou exposto nessa história absurda foi o Corinthians.

O clube está sendo ridicularizado.

A sua 'Independência' durou menos de um ano.

"Se o São Paulo fosse comemorar cada conquista, tinha que ter um mês só dele."

A frase é do vereador Marco Aurélio Cunha, conselheiro são paulino.

Por trás dessas homenagens a clubes populares há sempre um efeito colateral.

Agradar grandes torcidas.

E elas significam votos que decidem eleições.

Porém o destino foi justo.

O Dia da Independência Corintiana será inesquecível.

Virou lei na data em que o clube foi eliminado pelo Boca Juniors.

Em pleno Pacaembu lotado.

A torcida fez até um mosaico com os números 04/07/12.

A 'homenagem' saiu pela culatra.

Apenas deu mais munição aos rivais ridicularizarem os corintianos.

Graças à Câmara Municipal de São Paulo.

Sempre preocupada com os mais relevantes problemas da população.

Um exemplo para o mundo.

Fica só uma sugestão.

Por que os nobres vereadores não aproveitam a data de ontem?

E oficializem o dia 15 de maio.

Como o Dia da Depressão Corintiana?
1ae12 Esportes
(Como desgraça pouca é bobagem.

Surge agora Luana Piovani.

A atriz global caminhou em sentido contrário.

Mostra o outro lado da moeda.

Quis se aproveitar, ganhar popularidade em cima do Corinthians.

Mas da pior forma possível.

Chamando os corintianos de 'imundos'.

Uma inconsequência absurda, desrespeito gratuito.

E perigoso.

Ela não sabe o que está fazendo...)
1twitter Esportes

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Thu, 16 May 2013 11:05:45 -0300
<![CDATA[Até quando?]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/16/ate-quando-2  Esportes

Olá galera.

O atual campeão da Copa Libertadores foi eliminado ontem, no Pacaembú, lotado com mais de trinta e oito mil apaixonados pelo Timão. O Boca Juniors, mesmo passando por um mau momento atualmente, tem que ser respeitado. Principalmente por contar com um craque, Riquelme. O camisa dez argentino mostrou ontem, mais uma vez, toda sua genialidade.

Depois de perder por um a zero na La Bombonera, o time paulista precisava vencer por dois gols de diferença, para passar à semifinal. Mais cedo, em um jogaço, o Newell´s eliminou o Velez Sarsfield e agora terá pela frente o Boca. Ninguém pode menosprezar uma equipe que já venceu a competição seis vezes, e que, como já relatei anteriormente, conta com um craque em campo. Mas ontem, mais uma vez, um clube brasileiro foi bastante prejudicado.

Carlos Amarilla é um árbitro experiente. Já apitou diversas partidas decisivas. Mas ontem estava em um péssimo dia. Ele deixou de dar dois pênaltis e anulou dois gols legais. Todos os erros a favor do time argentino. O Corinthians, mesmo assim, tentou reagir e teve uma grande chance de incendiar o jogo, quando Alexandre Pato, após driblar o goleiro, perdeu um gol incrível. Àquela altura o placar marcava um a um.

Agora o Timão tentará encontrar forças para a final de domingo, contra o Santos, na Vila Belmiro. Ser eliminado pelo Boca Juniors não é nenhuma tragédia, difícil é aceitar quando ocorre da maneira que foi.

Até quando nossos clubes continuarão sendo prejudicados nas competições Sul-Americanas?

beijim

Mylena

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Thu, 16 May 2013 09:41:17 -0300
<![CDATA[Bianchi, o Boca e Amarilla tiraram o Corinthians da Libertadores. Tite pagou caro por Alessandro, Fábio Santos e Pato no banco de reservas. Chega de laços de ternura pelos títulos de 2012...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/16/bianchi-o-boca-e-amarilla-tiraram-o-corinthians-da-libertadores-tite-pagou-caro-por-alessandro-fabio-santos-e-pato-no-banco-de-reservas-chega-de-lacos-de-ternura-pelos-titulos-de-2012  Esportes
A cena marcante, inesquecível.

O Corinthians eliminado da Libertadores.

Só conseguiu empatar com o Boca Juniors em 1 a 1.

O árbitro Carlos Amarilla não marcou dois pênaltis claros.

E gols legítimos de Romarinho e Paulinho foram anulados.

Os mais de 38 mil torcedores que lotaram o Pacaembu sabiam.

Mas nada de revolta, desânimo, tristeza.

Eles aplaudiram, cantaram, assumindo ser um bando de loucos.

Justo no Pacaembu, palco de cenas deprimentes da Libertadores.

Como em 1991, quando houve uma chuva de garrafas, na derrota diante do Flamengo.

Ou ainda em 2006, no terrível confronto da torcida com a polícia.

Após eliminação diante do River Plate.

Ontem, não.

Os corintianos aplaudiram e cantaram por um motivo simples.

O clube é outro.

Tem presente e futuro.

Despertou nos torcedores uma certeza.

A de que haverá novas Libertadores conquistadas.

A reação inesperada de orgulho, contaminou os jogadores.

Nada de choro pela desastrosa arbitragem de Amarilla.

Apenas a convicção de que o Corinthians é outro.

Mais amadurecido, pronto para seguir seu caminho.

E lutar já no domingo pelo Campeonato Paulista.

Reação marcante, histórica.

Mas no futebol há algo errado.

Tite precisa ser frio e consertar o desvio da rota.

Ele custou caro, a eliminação nas oitavas da Libertadores.

O planejamento do clube e dele era da busca do bi da competição.

E o tri Mundial.

Tanto que o time campeão do mundo não foi apenas mantido.

Foi o que mais se reforçou no continente.

Gastou R$ 60 milhões.

Trouxe Pato, Renato Augusto, Gil.

Mas começou o ano muito mal.

Contrariando todos que esperavam um Corinthians ainda mais forte.

O time voltou saciado com as conquistas.

Não havia tanto a necessidade de provar ao mundo ser capaz de ganhar a Libertadores.

Já havia vencido.

O time perdeu a gana, o brilho nos olhos, a fibra.

Sem fome de marcar 90 minutos o adversário no seu campo.

Não o deixar respirar.

Os setores não estão mais juntos, atuando em bloco.

E, principalmente, perdeu a confiança do toque de bola.

A paciência para envolver o adversário foi embora.

O time passou a dar espaço, marcar mal.

Tornou-se uma equipe inconstante, instável.

Veio também algo humano, mas inadmissível em um campeão do mundo.

Os laços de ternura entre Tite e alguns jogadores.

 Esportes

Exatamente três, peças fundamentais do time.

Alessandro, Fábio Santos e Emerson parecem ter sentido o peso da idade.

Não mostram o mesmo fôlego, a disposição de 2012.

Começaram mal demais 2013.

O pior deles, o capitão da Libertadores e do mundial: Alessandro.

Para tentar preservá-lo, Tite escalou Romarinho no auxílio da marcação.

Com isso, Pato ficou no banco injustamente.

Só ficou porque não sabe marcar.

Essa decisão acabou por prejudicar o atacante que custou R$ 40 milhões.

E ele perdeu a Copa das Confederações.

O time se classificou bem, mas não jogando de forma exuberante na fase de grupos.

Muito pelo contrário, lento e sem grandes partidas.

Principalmente pelo trio citado.

Por falta de sorte, veio a contusão de Renato Augusto.

O time se ressentiu demais da sua ausência, fundamental para fechar o meio de campo.

E também como homem-surpresa no ataque.

Vieram as oitavas de final e justo contra o Boca.

O mesmo time com que o Corinthians havia se defrontado na final de 2012.

Só que havia uma grande diferença.

Não era Julio-César Falcioni o treinador argentino da decisão do ano passado.

O comandante passou a ser o respeitadíssimo Carlos Bianchi.

Ele é tetracampeão da Libertadores.

Conhece tudo da competição.

É o melhor treinador argentino.

Não dirige a Seleção de Messi por briga com a Julio Grondona.

No Pacaembu se preocupou até com o corte da grama.

1ae11 Esportes

Sabendo as dificuldades econômicas do Boca, tratou de priorizar a Libertadores.

Virou as costas ao Argentino, onde o time é 18º.

E investiu tudo na Libertadores.

Observador, sabia que o Corinthians estava diferente, sem pegada.

Seus jogadores estavam muito mais acomodados do que no ano passado.

E assim fez o Boca transformar a primeira partida em Buenos Aires.

Foi uma guerra entre os atletas.

As provocações demonstravam que tudo havia sido articulado, armado.

O Corinthians se encolheu e perdeu por 1 a 0, gol de Blandi.

A equipe brasileira foi uma caricatura de campeão do mundo.

Merecia até perder por mais, tamanha a acomodação, falta de iniciativa.

E o rival não tinha o veterano Riquelme.

Veio a revanche no Pacaembu.

Seria só voltar a atuar como se consagrou.

Havia feito um treino rápido na primeira partida final do Paulista.

No primeiro tempo contra o Santos, mostrou que o time não havia se esquecido.

E se preparou para o confronto de ontem.

Era só se postar à frente, tocar a bola com paciência e marcar dois gols.

Mas o Boca Juniors não deixou.

Carlos Bianchi não venceu quatro competições à toa.

Ele tratou de fazer o inesperado.

Os argentinos marcavam na intermediária corintiana.

Com duas linhas, de quatro e cinco jogadores.

Apenas o Riquelme mais adiantado.

Foi desesperador, o Corinthians teve a sua espinha tática partida.

Não havia espaço para se articular.

Ao contrário do que todos esperavam, o Boca não tentou catimbar.

Não, apenas jogou futebol.

Os corintianos não esperavam marcação tão ferrenha.

E se enervaram, em vez de velocidade, afobação.

Não conseguiam tocar três passes, os argentinos não permitiam.

Alessandro, Fábio Santos voltavam a jogar mal.

Não eram os laterais que o time precisava.

E os brasileiros ficavam se jogadas de linha de fundo pelos lados.

O Corinthians centralizava seus ataques e facilitava a marcação.

Paulinho, em compensação, jogava por três.

E era quem preocupava Bianchi.

Porque Romarinho e Guerrero estavam bem marcados.

Sheik ainda encontrava espaço a fórceps.

Encarava a bem organizada marcação.

O Corinthians não estava bem, quando surgiu Carlos Amarilla.

E fez uma das piores arbitragens da sua vida.

Não marcou dois pênaltis e anulou dois gols legais.

Tudo isso contra o Corinthians.

Logo aos nove minutos, Emerson invadia a área argentina.

Quando o lateral Marin deu um tapa na bola para desarmar o corintiano.

Mal colocado, o juiz não marcou o pênalti claro.

Mas tudo iria piorar, quando Romarinho fez o gol aos 23 minutos.

Ele surgiu atrás da zaga, em posição legal.

O lateral esquerdo Clemente Rodríguez dava condição.

Mas foi marcado impedimento inexistente.

Um caos.

Tudo que é ruim, pode ficar pior.

Foi quando um minuto depois, o talentoso Riquelme ficou livre.

Ele iria bater uma falta da lateral direita.

Todos esperavam o cruzamento, principalmente Cássio.

O goleiro deu três passos para a frente.

Pagou caro por isso.

Foi encoberto em um chute magistral de Riquelme.

 Esportes

A bola encobriu o adiantado Cássio e entrou.

Boca Juniors 1 a 0.

A tensão do Pacaembu poderia ser cortada com uma faca.

Os torcedores entenderam: o time precisava fazer três gols.

O nervosismo dominou a todos até o final do primeiro tempo.

Enquanto isso, o Boca tocava a bola, soberano.

Veio a segunda etapa e Tite fez sua obrigação.

Colocou Pato no lugar de Romarinho e Edenílson do de Alessandro.

Bianchi mudou taticamente sua equipe.

Sabia que o desgaste físico tinha sido intenso.

E tratou de fazer o Boca esperar o Corinthians no seu campo.

Marcando como time pequeno, sem vergonha alguma.

Com mais espaço, os brasileiros passaram a tocar a bola.

E encurralar os argentinos.

Havia um grande erro de posicionamento.

Tite errou ao colocar Pato como ponta esquerda.

Deixou centralizado Guerrero e Emerson na direita.

O ideal seria deixar Pato no meio, muito mais produtivo.

Passar Guerrero para a direita, onde gosta de jogar.

E Sheik na esquerda, onde rende mais.

Mesmo assim, aos cinco minutos, veio a esperança.

Emerson cruzou e o onipresente Paulinho cabeceou: 1 a 1.

Os torcedores começaram a cantar a todos os pulmões.

Empurravam o time.

Aos 15 minutos, Paulinho marcou outra vez.

E Amarilla anulou de maneira equivocada.

Tanto não houve falta no goleiro Orion e muito menos impedimento.

Aos 30 minutos, não foi Amarilla.

Mas Pato quem evitou a virada.

Livre, sem goleiro, ele se desequilibrou e chutou para fora gol feito.

Aí novamente o árbitro paraguaio entrou em ação.

Aos 36 minutos, Sheik foi empurrado na área.

Outro pênalti claro não marcado.

Com o passar do tempo, o Corinthians se desesperou.

E não conseguiu marcar os dois salvadores gols.

O Boca ficou com a vaga e jogará com o Newell’s Old Boys nas quartas.

O time de Rosário eliminou o Vélez Sarsfield.

Ao Corinthians sobrou a eliminação.

As palmas, a cantoria da torcida.

Os corintianos estavam tristes, mas sabiam que haverá futuro.

Como a decisão do Paulista na Vila contra o Santos.

E elenco para se classificar para a próxima Libertadores de 2014.

Tite precisa reciclar suas ideias.

Acabar com o compromisso moral com Alessandro e Fábio Santos.

O Corinthians precisa urgente de dois novos laterais.

Assim, Pato poderá ser titular.

Sem desespero, mas com firmeza.

O Corinthians caiu, está eliminado da Libertadores.

Só que os torcedores sabem.

O clube está forte, estruturado, enriquecido.

E sabe o caminho de novas conquistas.

Por isso merece as palmas, a cantoria.

Tem crédito.

Foi campeão da Libertadores e do mundo no ano passado.

Merece a companhia de um bando de milhões de loucos.

A torcida não aprendeu a perder.

Sabe que o Corinthians venceu em 2012.

E tem tudo para voltar a ganhar...
4gazeta2 Esportes

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Thu, 16 May 2013 02:15:47 -0300
<![CDATA[A guerra fria para desmoralizar Ronaldinho Gaúcho já começou. Não há lugar para amadores nos bastidores da seleção. Tudo por falta de transparência de seu comandante, Luiz Felipe Scolari...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/15/a-guerra-fria-para-desmoralizar-ronaldinho-gaucho-ja-comecou-nao-ha-lugar-para-amadores-nos-bastidores-da-selecao-tudo-por-falta-de-transparencia-do-seu-comandante-luiz-felipe-scolari 1reuters7 Esportes
Os bastidores do futebol não são para amadores.

A Copa do Mundo já tem enorme rejeição no Brasil.

Gastos absurdos a tornaram a mais cara da história.

O governo federal vira as costas para a saúde, educação, segurança.

Porém gasta bilhões com arenas desnecessárias.

A safra de jogadores é precoce, tem de amadurecer durante o Mundial.

Bem trabalhada estaria pronta em 2018.

Os resultados atuais são pífios.

O Brasil ocupa a 19ª colocação no ranking da Fifa com gosto.

Independente de não disputar Eliminatórias.

É o pior lugar que ficou em todos os tempos.

Não bastasse isso, chega a convocação para a Copa das Confederações.

O melhor jogador da Libertadores...

O de melhor futebol no País não é convocado.

Luiz Felipe Scolari virou as costas para Ronaldinho Gaúcho.

O espanto foi generalizado, torcedores revoltados.

Até mesmo Marin ontem se explicava, tentando se eximir do que sabia.

"O Luiz Felipe teve toda a liberdade para escolher seus jogadores.

Não houve interferência da CBF."

Para quem conhece o seu passado malufista sabe.

Não queria responsabilidade sobre a ausência de Ronaldinho Gaúcho.

O treinador do Brasil, precisa ser o comandante, o líder.

Mas mostrou seu despreparo.

Fugiu das explicações.

Para não se complicar, ele não fala sobre jogadores não convocados.

Age como se não devesse explicações para ninguém.

Ele quer mobilizar uma população.

Fazer com que apoie seu time.

Mas age como um ditador.

Só a sua opinião interessa é verdade, já que é ele quem convoca.

Mas o País não tem o direito de saber no que ela se baseia.

Diante da reação negativa de grande parte da imprensa, começa a crueldade.

A guerra de bastidores, onde amador não pisa.

E surge um estranho vazamento informações para manchar Ronaldinho Gaúcho.

Do nada, grandes veículos mostram indisciplinas, desobediências.

Não há fontes abertas, só subterrâneas.

As manchetes não são frutos do acaso.

Há uma campanha traiçoeira.

O objetivo é desmoralizar o jogador.

Dar razão a Luiz Felipe Scolari.

De uma hora para outra, o meia do Atlético é um monstro e ninguém sabia.

Ele chegou atrasado à concentração.

E cobrou um pênalti contra a Inglaterra quando Neymar deveria bater.

Não é um jogador de grupo.

1efe5 Esportes

Tudo é tão traiçoeiro quanto falso.

O Brasil de Scolari fez cinco amistosos.

Jogou contra a Inglaterra, a Itália, a Rússia, Bolívia e Chile.

Se Ronaldinho desobedeceu Felipão contra os ingleses foi punido.

Não foi chamado contra a Itália e Rússia.

Kaká acabou indo no seu lugar e mostrou como está mal.

Mas se o treinador tinha a convicção que Ronaldinho não servia perdeu tempo.

As desculpas que chegaram aos grandes veículos são incoerentes, vazias.

O próprio técnico as desmoralizou.

Por que convocou Ronaldinho para jogar diante de Bolívia e Chile?

Se o jogador o desrespeitou em Wembley, seria uma insanidade o convocar duas vezes depois.

O próprio Parreira minimizou o atraso do atleta em Belo Horizonte.

Ele chegou 25 minutos após o horário marcado.

"Todos nós jantamos juntos, não houve prejuízo algum."

Ao contrário do que aconteceu com Romário em 2002, as acusações não colam.

Na época, o jogador teve um encontro amoroso com uma aeromoça.

No Uruguai, antes de partida importante das Eliminatórias.

Scolari nunca precisou falar, a informação chegou aos grandes jornais.

Não foram fadas, duendes ou gnomos que contaram.

A situação se repete em relação a Ronaldinho.

Essas desculpas foram compradas, aceitas por um motivo.

Nenhum veículo quer ficar contra o treinador da Seleção.

O comandante do Brasil na Copa do Mundo de 2014.

Ter bom relacionamento com os que o cercam traz vantagens.

Exclusivas com o treinador.

Notícias exclusivas.

É uma troca, uma relação de confiança.

Se alguém influente garante que Ronaldinho não foi chamado por indisciplina...

Não se pensa, nem se questiona...

Se publica, se divulga.

Só se omite a fonte.

E muitos passam vexame.

Como quem afirmou que Cuca havia dito a Felipão que não recomendava Ronaldinho.

O treinador do Atlético convocou uma coletiva ontem.

E desmentiu com todas as letras ter falado mal do jogador.

Nem sequer conversou com Scolari sobre o meia.

Mas não interessa o desmentido.

Vale a acusação vazia, infundada.

O jogo é assim há anos e anos.

Graças à falta de transparência de Parreira, Dunga, Mano, Felipão.

Quem assume a seleção brasileira se esconde.

Não tem coragem de debater, mostrar os motivos porque não chama atletas importantes.

Age como se não tivesse de dar explicações à população.

Seguem esse caminho covarde apontado por assessores.

O Brasil é um País que saiu da ditadura militar há muito pouco tempo.

Há vários representantes dos anos de chumbo vivos, saudáveis.

Ela trouxe vários vícios, muito atraentes para quem tem cargos de comando.

Seja em que área for.

Treinador da seleção tem a visibilidade de um presidente da República.

Com inúmeras regalias.

E sem o dever de se explicar.

Escolhe o assunto que deseja falar.

Principalmente aquele sobre o qual não quer dizer uma palavra.

Isso é digno de ditadores de terceiro mundo.

Como tantos que passaram pela América Latina.

Pinochet, por exemplo, fazia a mesma coisa.

Ao Brasil foram negadas ontem as explicações sobre o jogador em melhor fase.

Estrela internacional, serviria de escudo para o pressionado Neymar.

As pessoas que cercam Felipão não enxergam um metro à sua frente.

Principalmente em relação à própria Copa das Confederações.

Se o Brasil conseguir ser o primeiro no grupo A, se classifica para a semifinal.

E onde será disputada a semifinal da Copa das Confederações para o líder do A?

Em Belo Horizonte.

Bernard e Réver foram convocados, mas são meros reservas.

Que receptividade a torcida do Atlético Mineiro dará à seleção?

O Brasil já foi vaiado no Mineirão ao empatar com o Chile em abril.

E estava com Ronaldinho Gaúcho.

Que tolerância os atleticanos, os mineiros terão com o Brasil?

Os ingênuos ou compromissados que comprem a versão de indisciplina.

O problema claro é falta de competência da Comissão Técnica brasileira.

Ela não sabe como usar todo o talento de Ronaldinho.

Já foi assim com Parreira em 2006.

O meia realmente tem pouquíssimas boas partidas com a camisa amarela.

O time não pode jogar por ele, como o Atlético faz.

Mas é possível buscar um esquema em que seja peça importante.

Flutuando na intermediária adversária.

Atraindo a marcação, trocando de posição com Oscar, Neymar.

Se Felipão pensa até no tosco Hulk como titular e abandona o talento.

Esse é o verdadeiro motivo da ausência de Ronaldinho.

Nosso treinador não sabe como utilizá-lo.

Seria mais honesto falar que o jogador não se encaixa no que quer taticamente.

Reconhecer seu talento.

A vida seguiria de maneira mais clara, limpa.

Sem calúnias que surgem 'do nada' para manchar a carreira de Ronaldinho.

Ele, por sinal, já aprontou mais do que as populações de Sodoma e Gomorra juntas.

Mas está dedicado a disputar a sua última Copa.

O que faz em campo pelo Atlético Mineiro é impressionante.

O maestro do time de futebol mais exuberante do continente.

Vive a sua vida de solteiro quando pode.

Na hora de trabalhar, redescobriu a seriedade.

Tem sido apenas o melhor jogador em atividade no Brasil.

O melhor da Libertadores.

Mas o treinador da seleção não sabe como usar esse talento todo.

Não tem coragem de assumir para a população.

Calado deixa que a imagem de Ronaldinho seja desgastada.

Abaladas por 'notícias em off'.

É sua maneira de lidar com a situação.

O futebol conheceu a ditadura militar.

E adora carregar alguns vícios.

O maior: as autoridades não podem ser questionadas.

Acreditam não ter explicações para dar.

Querem o apoio, mas viram as costas à população.

Esse é um dos motivos do atraso.

E da rejeição a esta seleção brasileira...

2reuters1 Esportes

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Wed, 15 May 2013 11:25:24 -0300
<![CDATA[Injustiça ou coerência?]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/15/injustica-ou-coerencia 1ap8 Esportes

Olá galera.

O melhor jogador da Copa Libertadores, até o momento, e grande líder do time que vem apresentando o melhor futebol do Brasil, está fora da Seleção Brasileira que irá disputar a Copa das Confederações. A ausência de Ronaldinho Gaúcho foi o assunto principal, após o anúncio dos convocados por Luiz Felipe Scolari.

A opinião dos torcedores não é unânime, mas a maioria ficou contra a opção do treinador. Se especula até um problema disciplinar. Realmente Felipão não costuma perdoar falhas extracampo. Por um problema deste tipo, Romário ficou fora da Copa do Mundo de 2002. Mesmo sendo bastante criticado, o técnico manteve sua posição e no final o Brasil foi campeão.

Não há como negar que Ronaldinho vem jogando demais. A cada partida pelo Atlético Mineiro, especialmente no Estádio Independência, não se cansa de mostrar sua genialidade em lances fantásticos. Mas se no Galo ele vem encantando a todos, com a camisa do Brasil a história não é a mesma. O craque da equipe mineira nunca foi brilhante com a amarelinha, como foi nos clubes, especialmente no Barcelona.

Felipão o convocou para os amistosos, e deu a oportunidade de jogar como titular. Mas o meia não repetiu os feitos que vem realizando pelo Galo. Houve injustiça ou coerência? Outra surpresa é que Kaká, que disputava posição com ele, também não foi chamado. Bernard, companheiro de Ronaldinho, apareceu na lista com todos os méritos. O menino joga demais. Osvaldo, Pato e Jô, são outros nomes que poderiam estar entre os vinte e três. Os três atacantes estão em melhor fase que Leandro Damião e Hulk, por exemplo.

Mas e você, chamaria Ronaldinho Gaúcho ou não? Por quê?

beijim

Mylena

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Wed, 15 May 2013 10:20:56 -0300
<![CDATA[Falha inaceitável de Bruno e economia inconsequente de Brunoro. O Palmeiras foi eliminado da Libertadores no Pacaembu pelo Tijuana. Acabou o sonho. Resta a Segunda Divisão...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/15/falha-inaceitavel-de-bruno-e-economia-inconsequente-de-brunoro-o-palmeiras-foi-eliminado-da-libertadores-no-pacaembu-pelo-tijuana-acabou-o-sonho-resta-a-segunda-divisao 1ae10 Esportes
"Sabe quantos goleiros nos foram oferecidos?

Trinta.

Mas não nos preocupamos com a contusão do Fernando Prass.

Confiamos no Bruno."

As palavras foram de José Carlos Brunoro.

O responsável pelo futebol do Palmeiras quis economizar.

Mesmo sabendo da fragilidade técnica do goleiro.

A falta de atitude do manager custou a eliminação do clube na Libertadores.

O time não vai disputar as quartas-de-final com o Atlético.

Muito menos mais R$ 2,7 milhões da Conmebol.

O dinheiro foi desperdiçado.

Tudo isso graças a uma decisão inconsequente da diretoria.

Futebol é lugar para profissionais.

Onde jogam os melhores.

As pessoas de bom caráter são ótimas para amigas.

Não para manter como goleiro titular da Libertadores.

Infelizmente Bruno é fraco.

Por isso o Palmeiras contratou Fernando Prass.

Foram exatamente suas seguidas falhas que estimularam a contratação.

E hoje uma falha bizarra do goleiro teve consequências arrasadoras.

Acabou com a mística vencedora do Pacaembu.

Calou a apaixonada torcida.

Enervou o limitado time.

Deu confiança aos mexicanos do Tijuana.

O lance aconteceu aos 25 minutos do primeiro tempo.

O Palmeiras estava sendo empurrado por sua torcida.

Os jogadores limitados se superavam.

Acreditavam que estavam no mesmo filme contra o Libertad.

Torcedores dormiram na rua para comprar ingresso.

Queriam mostrar que 2013 não seria apenas Segunda Divisão.

A euforia dominava o Pacaembu.

Afinal, o time havia empatado no México.

Bastaria vencer em casa.

O jogo estava brigado, violento.

O Palmeiras mostrava uma garra incrível.

Ayrton havia acertado o travessão de Saucedo.

O grito de primeiro gol estava na garganta da torcida.

Eram 24 minutos do primeiro tempo.

Mas um minuto depois, tudo iria mudar.

Os mexicanos tentavam um contragolpe normal.

A defesa palmeirense pressionava os atacantes mexicanos.

E o chute de Riasco saiu fraquíssimo.

Foi no meio do gol, na direção de Bruno.

Ele se agachou, dobrou os joelhos.

Chegou a bater uma luva na outra, ansioso para pegar a bola.

Já pensava em lançá-la para o ataque.

Mas de maneira inacreditável, ele a deixou passar.

Ela passou embaixo dos seus braços.

O Pacaembu se calava, ninguém acreditava.

Não deveria ser possível.

Talvez um pesadelo coletivo.

Mas nada disso.

Uma falha que vai entrar para a história do Palmeiras.

Tijuana 1 a 0.

Para deixar tudo ainda mais triste, Marcos e Velloso acompanhavam o jogo.

Estavam no camarote e viram o frango lamentável.

"Foi um erro grotesco", concordou o próprio Bruno.

33ae Esportes

Brunoro deve ter se lembrado de cada um dos 30 goleiros que recusou.

Sua economia foi desastrosa.

O gerente profissional do Palmeiras falhou também em relação à arbitragem.

O Palmeiras permitiu que o venezuelano Juan Soto fosse escalado.

Ele é um dos piores juízes do quadro da Conmebol.

Brunoro descobriu isso ontem durante o jogo.

Fraco, inseguro, permitiu a catimba mexicana.

Eles usaram e abusaram da cera e dos pontapés.

Os jogadores palmeirenses perderam a concentração com a falha de Bruno.

Nervosos descontavam dando cotoveladas, xingando os mexicanos.

O esquema tático de Gilson Kleina era primário.

Ele queria guerra, não bom futebol.

Três volantes, dois meias e apenas Kléber trombando na área.

Dois laterais inseguros, fracos.

O Tijuana, fechado, esperando contragolpes.

Tinha quatro atrás, cinco no meio de campo e um atacante.

A partida feia, horrorosa, violenta.

Disputada nas intermediárias.

Com o gol de vantagem, dado por Bruno, os mexicanos se fecharam mais ainda.

Os jogadores do Palmeiras tinham muita vontade.

E nenhuma técnica.

Por isso era fácil à zaga mexicana se defender.

O árbitro teve uma atitude patética.

Pressionado, chegou a expulsar Ruíz por dois amarelos.

Mas voltou atrás, alertado que só havia o primeiro ao mexicano.

Um desastre.

Nas arquibancadas, a torcida já previa o desastre.

E se calava, nem parecia a que carregou o time nas costas na primeira fase.

Veio o segundo tempo e o clima era de velório antecipado.

Ele se confirmou rápido.

Logo aos seis minutos.

Henrique afastou mal de cabeça bola levanta na área palmeirense.

Ele rebateu para o meio, para a entrada da área.

Nos pés de Arce que acertou chute forte.

2 a 0 Tijuana.

Os 37 mil palmeirenses no Pacaembu não acreditaram.

Vários já começaram a ir embora.

Sabiam que não havia como virar.

O time é fraco demais.

Os jogadores foram bravos, lutaram.

Tiveram a recompensa em um pênalti dado pelo infeliz árbitro Soto.

A bola bateu na mão do zagueiro Aguilar.

Ele estava de costas, não teve a menor intenção.

Mas o venezuelano é péssimo de verdade.

Souza cobrou e descontou, aos 16 minutos.

O Palmeiras continuava nervoso, inseguro.

Mas conseguiria até empatar o jogo aos 24 minutos.

Não fosse a arbitragem anular gol legal de Kleber.

Foi marcado impedimento inexistente.

O Palmeiras forçava, buscava o empate sem a menor estratégia.

Os mexicanos, conscientes, quase chegaram ao terceiro.

Maurício Ramos salvou gol em cima da risca.

Aguillar ainda foi expulso aos 39 minutos.

Mas os mexicanos seguraram a vitória justa, merecida.

Que nasceu graças a Bruno.

"Eu sou o responsável pela eliminação.

O gol que sofri mudou todo o jogo.

Assumo, foi falha minha.

Peço desculpas.

Mas tenho certeza.

Minha carreira vai continuar no Palmeiras."

Um excelente caráter.

Assumiu a derrota.

Falou quando muitos fugiriam dos repórteres.

Mas como goleiro é muito fraco.

Sua falha custou a Libertadores de 2013 para o Palmeiras.

Que Brunoro pegue o dinheiro que economizou com os 30 goleiros...

E reforce o time para a Segunda Divisão.

Essa equipe é apenas lutadora, esforçada.

Se não vierem bons jogadores, o clube pode até não subir.

Principalmente se Bruno estiver em campo...
5ae Esportes

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Wed, 15 May 2013 00:45:02 -0300
<![CDATA[Felipão comete uma das maiores injustiças da sua carreira. Não chama Ronaldinho. Joga toda a pressão nas costas de Neymar pela conquista da Copa das Confederações. Tudo já começou muito errado...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/14/felipao-comete-uma-das-maiores-injusticas-da-sua-carreira-nao-chama-ronaldinho-joga-toda-a-pressao-nas-costas-de-neymar-pela-conquista-da-copa-das-confederacoes-tudo-ja-comecou-muito-errado 1reuters5 Esportes
Toda a pressão sobre Neymar.

Este é o principal reflexo da convocação de Luiz Felipe Scolari.

O treinador deixou Ronaldinho Gaúcho de fora.

Ele é o melhor jogador da Libertadores.

Vive a grande fase de sua carreira depois do Barcelona.

Está melhor do que Neymar.

Mas não estará na Copa das Confederações.

Não tem cabimento.

Um treinador campeão do mundo deveria ter competência.

Mostrar saber fazer o meia render o que sabe com a camisa amarela.

Virar as costas a ele é assumir falta de tudo.

Visão, comando, talento.

Era obrigatória a presença do meia pelo menos no grupo.

Fora sua fase maravilhosa, comandando o Atlético Mineiro.

Ele seria o respaldo para o precoce time convocado.

A atitude do treinador terá várias consequências.

A maior delas expor Neymar.

O Brasil cobrará o título e grandes partidas do garoto de 21 anos.

Já a partir do amistoso do Brasil contra a Inglaterra no Rio.

No dia 2 de junho, no Maracanã.

Todas os jogos será de altíssimo risco, de muita pressão.

Felipão errou feio.

Ele adora repetir fórmulas que deram certo em 2002.

Quer seguir o mesmo caminho que fez com Romário.

Na época acertou.

O atacante fez farra no Uruguai.

Passou a noite com uma aeromoça antes do jogo em Montevidéu.

Felipão soube.

O colocou para jogar como capitão.

Ele andou em campo e acabou se queimando.

Ronaldinho Gaúcho, não.

O jogador tão garanhão quanto Romário se recuperou no Atlético.

Está vivendo uma fase excelente.

É o grande jogador da Libertadores.

Comanda a equipe com maestria.

Na Seleção nunca rendeu o que pôde.

Caberia ao técnico saber aproveitar tanto potencial.

Deixar de convocá-lo é uma atitude inaceitável.

Felipão rezou pela mesma cartilha de Parreira e Zagallo.

Sem ele, o mundo vai cobrar de Neymar.

O jovem santista de 21 anos terá de resolver todos os problemas do time.

Ele já mostrou também que é pressão demais.

Ouviu o grito de pipoqueiro na Seleção mal preparada de Mano Menezes.

E quando os jogos eram amistosos.

Valendo a Copa das Confederações, a cobrança será imensa.

Se Bernard está no grupo é por causa do camisa 10 do Atlético.

Em vez de Ronaldinho, Felipão fez suas escolhas.

O instável Jadson, o marcador Luís Gustavo do Bayern.

Kaká de fora era mais do que esperado.

Ele não consegue nem ser titular do Real Madrid.

Outra ausência sentida é de Alexandre Pato.

Ele tem muito mais potencial do que Hulk, Leandro Damião.

Mas foi prejudicado por Tite.

 Esportes

Para que Romarinho ajude na marcação de Alessandro, ele é o titular da equipe.

Pato foi perdendo espaço e ritmo.

Tem como se animar e disputar a Copa do Mundo.

Felipão sabe que ele tem mais recursos que Hulk e Leandro Damião.

Mas escolheu os dois que estão atuando como titulares constantemente.

É um outro erro grave, mas pequeno perto de Ronaldinho.

Assim como também escorrega ao abrir mão de Ramires e Ralf.

Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo;

Fernando, Paulinho, Hernanes (Bernard) e Oscar;

Fred e Neymar.

O Brasil não tem como fugir muito dessa formação.

É uma equipe boa.

Mas com jogadores jovens demais em posições fundamentais.

Principalmente Oscar e Neymar.

É previsível.

Em todas as cinco vezes que Felipão colocou seu time em campo, deixou a desejar.

Não conseguiu compactar o time.

As linhas são soltas, a marcação frouxa.

Neymar sempre teve de se virar sozinho no ataque.

Ao optar por um centrovante parado na área, o Brasil fica sem mobilidade.

Mais fácil de ser marcado.

Felipão não pode comemorar, sorrir.

Ele sabe que só o Brasil encara a Copa das Confederações como uma grande competição.

As demais insistem em que não passa de um laboratório.

A Espanha vai se concentrar na aprazível Miami antes de vir para o Brasil.

Mas o treinador brasileiro não deve se antecipar e comemorar.

Muito pelo contrário.

A pressão já está valendo.

Ele quis guerra com a opinião pública.

Acredita que une seu grupo assim.

Foi o que fez em 2002.

Cansou de dizer aos atletas que havia deixado de lado Romário.

Porque confiava neles.

Vai tentar fazer a mesma coisa em 2013.

Como seu esquema tático será igual ao de 2002.

Felipão acredita que o futuro do Brasil passa pelo seu passado.

E faz o que quer.

Preocupado com a rejeição à Seleção, José Maria Marin se antecipou.

Antes da convocação, pediu apoio a Felipão, ao Brasil.

Deixou claro que a missão, na cabeça dele, é patriótica.

Tenta apelar para o que a ditadura militar fez em 1970.

Mas se esquece que em 1974, o Brasil foi mal e não teve apoio da população.

Futebol é uma coisa, amor à Pátria é outra.

A manipulação não vai ser tão fácil.

Marin avisou novamente.

Independente da Copa das Confederações, Felipão continuará no cargo.

Será o comandante para a Copa do Mundo de 2014.

Marin age como se controlasse a tudo e a todos.

Mas só o tempo irá dizer se será assim.

Um desastre do Brasil pode tirar até o presidente da CBF do cargo.

E o primeiro passo foi péssimo.

Decepcionante.

Revoltante até.

Felipão não tinha o direito de deixar Ronaldinho Gaúcho de fora.

"Se eu tiver dor de barriga depois é comigo.

Eu escolho os que acho melhor."

Foi dessa maneira superficial e grossa que justificou não chamar o jogador.

Misturou arrogância e falta de visão.

Que se prepare para a cobrança.

Ele e quem não tem nada a ver com isso.

Um jogador de 21 anos chamado Neymar...
2reuters Esportes

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Tue, 14 May 2013 13:03:27 -0300
<![CDATA[E aí, gostaram?]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/14/e-ai-gostaram felipao getty images Esportes

Olá galera.

Revelados os vinte e três jogadores que vão representar a Seleção Brasileira na Copa das Confederações. A grande surpresa foram as ausência de Ronaldinho Gaúcho e Kaká. Luiz Felipe Scolari sempre disse em suas entrevistas que um dos dois deveria estar presente, para dar experiência ao grupo. Também já havia dito que não pensava em chamar os dois experientes meias ao mesmo tempo.

A defesa parece estar mesmo mais acertada que os setores de meio campo e ataque. O nome dos três goleiros convocados era barbada. Assim como os zagueiros, com exceção a Réver, e os laterais. Mas no meio havia a possibilidade de alguma surpresa. Mas quem esperava se surpreender com a presença de algum jogador, ficou surpreso foi com ausências, principalmente a de Ronaldinho Gaúcho. Oscar, Hernanes e Jádson serão os responsáveis pela criação na equipe.

Neymar, Fred e Lucas, eram nomes certos. Para completar a lista de atacantes, Hulk e Leandro Damião foram os escolhidos. Pato era uma possibilidade forte, mas ficou de fora. Bernard do Atlético Mineiro, talvez, tenha sido a presença que causou maior surpresa. O meia atacante do Galo merecia essa oportunidade, ele há muito tempo está jogando muito.

E vocês, gostaram? Será que Felipão escolheu bem os jogadores que vão representar nosso país na Copa das Confederações?

beijim

Mylena

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Tue, 14 May 2013 12:11:35 -0300
<![CDATA[O mundo girou. O moderno São Paulo se transformou no atrasado Corinthians. Acumula fracassos e está nas mãos de um homem que faz o que quer. Já o rival enriqueceu, evoluiu, se blindou. Aprendeu imitando o que via no Morumbi...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/14/o-mundo-girou-o-moderno-sao-paulo-se-transformou-no-atrasado-corinthians-acumula-fracassos-e-esta-nas-maos-de-um-homem-que-faz-o-que-quer-ja-o-rival-enriqueceu-evoluiu-se-blindou-aprendeu-imitan 1ae9 Esportes
Os papéis se inverteram.

De uma forma assustadora.

O Corinthians virou o clube da modernidade.

O São Paulo assumiu ser o do atraso.

Nas décadas de 70, 80 e 90 o Parque São Jorge era motivo de piada.

Principalmente pelos lados do Morumbi.

Crises escancaradas, jogadores ameaçados pela torcida.

Dirigentes eternos, lista de dispensa.

E fracassos nos gramados.

O Corinthians era o clube mais fácil para o jornalista.

As notícias jorravam.

Quando não vinham da situação, a oposição fazia seu show.

Nada ficava escondido.

Eram crises atrás de crises.

Enquanto isso, o São Paulo posava de moderno.

Levava o futebol para a Barra Funda.

E os dirigentes se trancavam no Morumbi.

O sucesso na maneira de trabalhar se refletia nos gramados.

Com conquistas de Brasileiros, Libertadores, Mundiais.

O clube servia de modelo.

Seus dirigentes narcistas definiam o São Paulo de forma peculiar.

Era um 'europeu perdido no selvagem Terceiro Mundo'.

Adoraram ser tratados ironicamente por lordes por humoristas.

Se consideravam dândis no meio de índios.

Usavam o Corinthians como exemplo de atraso administrativo.

E tinham razão.

Dirigentes como Alberto Dualib não tinham visão de futuro.

Só queriam sobreviver no cargo.

"Quando houver pressão, cobrança é só comprar um jogador.

E aí a gente cala a boca da imprensa."

Foi essa filosofia que imperou no clube.

A torcida organizada ou não tinha livre acesso ao clube.

Em fases ruins, os jogadores eram torturados nos treinos.

Havia um prazer sádico dos dirigentes corintianos.

Entregavam de bandeja a cabeça de atletas diante dos insucessos.

A prioridade era desviar o foco e continuar mandando.

O continuísmo era um dos grandes vícios e responsável pelo atraso.

Não havia oposição.

Enquanto isso no São Paulo, as eleições eram renhidas.

Cada grupo político tinha ideia mais moderna, mais revolucionária.

A força da oposição era similar à situação.

O ambiente democrático obrigava os dirigentes a se renovarem.

A tornarem o clube mais profissional.

Mas o tempo passou e tudo se reverteu.

Houve uma revolução no Corinthians.

Movida pela ala batizada de 'baixo clero'.

Andrés Sanchez conseguiu unir os dois polos distintos.

O de torcedor e membro da diretoria.

Fundador da organizada Pavilhão Nove.

E apadrinhado de Nesi Curi.

Teve apoio das organizadas e cresceu no colo da diretoria Dualib.

1reproducao13 Esportes

Foi elemento fundamental para que a MSI chegasse ao clube.

Conseguiu sobreviver à devassa da Polícia Federal.

E se aproveitou do movimento pela renovação do Corinthians.

Se tornou presidente e levou um grupo de administradores para o clube.

Nega, mas teve sim o São Paulo como exemplo.

Finalizou o CT no Parque Ecológico que Dualib havia começado.

Foi a mesma filosofia da Barra Funda.

Jogadores e imprensa perto do Aeroporto de Cumbica.

A vida política no Parque São Jorge.

Começou a explorar o potencial financeiro da torcida.

Se uniu à tevê que tem o futebol nas mãos, a Globo.

Com maior exposição, mais dinheiro de patrocinador.

Usou Ronaldo Fenômeno para alavancar tudo isso.

Criou um centro de reabilitação de atletas inspirado no Reffis.

Teve a sorte grande em ter o presidente Lula como amigo íntimo de sua família.

Andrés utilizou da sua influência como o clube do Morumbi fez com Laudo Natel.

E no mais, seguiu a administração do Barcelona.

Tudo mudou o clube ficou fechado.

Suas brigas são internas.

O Corinthians hoje é blindado.

As notícias vazam quando a diretoria quer.

O maior exemplo foi o que aconteceu com Jorge Henrique.

Tamanho controle refletiu nos títulos da Libertadores e Mundial.

Andrés foi inteligente para não cair na tentação da reeleição ad infinitum.

Não, dois mandatos e adeus presidência.

Hoje ele faz de Mario Gobbi seu pupilo, sem o desgaste do continuísmo.

Já o São Paulo regrediu.

É como se da modernidade, voltasse à Idade Média.

Técnicos e jogadores são trocados sem critérios.

Profissionais do mais alto gabarito são desprezados.

Turíbio Leite, Carlinhos Neves, Luiz Rosan saíam pelo mesmo motivo.

Questionar a diretoria.

O clube resolveu utilizar estratégia velhas senhoras em feiras livres.

De uma hora para outra resolveu contratar jogadores machucados.

Busca no mercado quem está se recuperando de operações.

Como frutas amassadas são mais baratos.

Filosofia deprimente.

Os fracassos em campo se acumulam.

E demonstram o quanto é ruim ter um clube nas mãos de uma pessoa.

Juvenal Juvêncio tem o poder de Alberto Dualib.

E a mesma sede de se perpetuar.

Só faz o que quer, desconsidera a opinião alheia.

Desvaloriza o patrimônio do clube.

Divulga lista de dispensa.

Oferece sete cabeças na bandeja para tentar acalmar a imprensa e a torcida.

Todos peixes pequenos.

Dos tubarões aceita tudo.

Engole jogadores descontrolados e caros como Lúcio e Luís Fabiano.

Agora busca Felipe Melo, o volante que sabotou a Seleção na África.

Como?

Pisando no holandês Robben caído no gramado.

O Brasil de Dunga ficou com um homem a menos e foi eliminado do Mundial.

2reproducao3 Esportes

Juvenal parece estar querendo concorrer com Dana White.

Ele vislumbrou os bilhões que o MMA movimenta.

E está formando seu grupo de lutadores.

Como o Corinthians de 30 anos atrás...

O São Paulo busca medalhões sem mercado na Europa.

Como o lateral Maicon.

A candidatura de Marco Aurélio Cunha é a cereja no bolo.

Ele sabe não ter a mínima chance de vitória.

Juvenal Juvêncio tem o Conselho Deliberativo nas mãos.

Mas o vereador se lançou ontem como candidato a presidente.

É uma forma de protestar.

Expor ainda mais a falta de rumo de Juvenal.

Os descaminhos de Adalberto Baptista, piloto e diretor de futebol.

"Falam que estou cuspindo no prato que comi.

Na verdade eu fui cuspido do prato que ajudei a construir", resume Marco Aurélio.

"Sou candidato para tentar mudar essa fórmula que só trouxe fracasso no futebol.

Ele está nas mãos de uma pessoa que o está conhecendo agora.

E talvez por isso tenha uma forma intempestiva de trabalhar.

Com demissões e contratações feitas precipitadas."

Ele se refere a Adalberto.

"O São Paulo precisa de troca de comando.

Precisa se arejar.

As ideias são as mesmas com o Juvenal há três mandatos.

Ele já ganhou muito no clube.

Mas acumula três anos de fracassos.

Venceu a Copa Sul Americana, torneio representativo.

Mas repleto de equipes fracas.

O São Paulo parou no tempo."

Mais do que plataforma política, Marco Aurélio escancara.

Mostra a todos o quanto o São Paulo está estagnado.

Preso nas mãos de uma só pessoa.

Sem oposição, Juvenal tem vida de imperador do Morumbi.

Nada acontece sem a sua aprovação.

Por causa de sua personalidade centralizadora.

Marco Aurélio sabe o que fala.

Ele foi gerente de futebol e genro de Juvenal.

O convívio íntimo demais.

E revela o que todos sabiam mas ninguém verbalizava.

"A Copa do Mundo saiu do Morumbi por causa do Juvenal.

Ele tornou a briga com Ricardo Teixeira particular.

Não fez com que o São Paulo brigasse com o presidente da CBF.

Não, foi algo só entre os dois.

E Ricardo lhe deu o troco tirando a Copa do Morumbi.

Levou para Itaquerão, para prejuízo da população.

Fui e sou contra à liberação de R$ 420 milhões da prefeitura para o estádio.

Fui contra porque existia um estádio pronto que só precisava ser reformado.

Seria a metade dos gastos para a população de São Paulo.

Mas o Ricardo Teixeira quis e conseguiu.

O Juvenal insiste que não.

Mas a verdade é uma só.

O São Paulo tomou um belo chapéu com essa história da Copa."

Marco Aurélio sabe, Juvenal fará o novo presidente.

A princípio, quer Roberto Natel, primo de Laudo Natel.

Ou o vice presidente Leco.

Com os dois, continuará tendo influência, mandando.

Tudo está à tona.

O Corinthians blindado, enriquecido, modelo para outros clubes.

Com títulos importantes na prateleira.

Campeão da Libertadores, do Mundo.

Pelo quarto ano seguido é marca mais valiosa no futebol brasileiro.

Está avaliada em mais de um bilhão...

O São Paulo atrasado, com brigas internas expostas como fraturas.

Nas mãos de uma só pessoa.

Sem oposição alguma.

Fracassado nos gramados.

Tudo mudou no Parque São Jorge.

E, principalmente, no Morumbi...

1gazata Esportes

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Tue, 14 May 2013 10:48:55 -0300
<![CDATA[Agora é pra valer]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/14/agora-e-pra-valer Felipao selecaobrasileira MauricioValVipcomm Esportes

Olá galera.

Daqui a pouquinho o treinador Luiz Felipe Scolari irá revelar o nome dos jogadores que vão representar a Seleção Brasileira na Copa das Confederações. Com a proximidade da Copa do Mundo, os atletas chamados sabem que o desempenho na próxima competição, pode deixar o lugar para o mundial mais perto ou mais longe.

Nos amistosos, Felipão deu chance a um grande número de jogadores. Alguns são considerados figurinhas carimbadas. Julio César, Diego Cavalieri e Jefferson, devem ser os goleiros, que por sinal é o setor mais bem servido. Na zaga, Thiago Silva, David Luiz e Dante, deixam apenas uma vaga em aberto, que deve ser de Réver. Nas laterais, Daniel Alves, Marcelo, Filipi Luís e Jean, este improvisado, devem ser os escolhidos.

No meio campo ainda pode haver surpresa. Paulinho, Fernando, Ronaldinho Gaúcho e Hernanes, devem estar entre os eleitos. No ataque, Fred e Neymar deve ser a dupla titular, com Lucas e Pato completando a linha de frente. O torcedor brasileiro está ansioso, não só para saber a lista dos convocados, mas também para ver de volta o bom futebol do Brasil.

Felipão, agora é pra valer. O país inteiro torce pelo sucesso da nossa equipe, mas principalmente, para que o Brasil volte a ser Brasil dentro de campo. E você, acha que a Seleção vai reencontrar o bom futebol e voltará a dar alegrias ao nosso povo?

beijim

Mylena

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Tue, 14 May 2013 10:30:51 -0300
<![CDATA[Conselheiros do Santos ansiosos pela volta do passeio do vice na Espanha. Querem saber se gostou das touradas, das paellas. E se aproveitou para acertar a venda de Neymar para o Barcelona...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/13/conselheiros-do-santos-ansiosos-pela-volta-do-passeio-do-vice-do-santos-na-espanha-querem-saber-se-gostou-das-touradas-das-paellas-e-se-aproveitou-para-acertar-a-venda-de-neymar-para-o-barcelon 1ae8 Esportes
Os dirigentes do futebol brasileiro são engraçados.

Escolhem horas inusitadas para viajar.

Fazer turismo.

O caso mais absurdo aconteceu exatamente nesse fim de semana.

O Santos está decidindo o título paulista.

Pode conseguir o inédito tetracampeonato contra o rival Corinthians.

O presidente Luís Álvaro luta para se recuperar de graves problemas.

Aos 70 anos, é cardíaco e sofre com o aparelho respiratório também.

O responsável por cuidar do clube é seu vice Odílio Rodrigues.

É ele que está sofrendo toda a pressão da diretoria.

Conselheiros se desesperam com a possibilidade de Neymar sair de graça em 2014.

O que foi apontado como um negócio genial virou objeto de rejeição.

Nunca Luís Álvaro foi tão criticado pelo acordo que fez com o jogador.

A antecipação do seu contrato que terminaria em 2015.

E a certeza da sua liberação depois da Copa de 2014.

Sem render um centavo ao Santos.

Odílio discutiu rispidamente com conselheiros, defendendo Luís Álvaro.

Mas se dobrou diante do consenso.

O ideal é vender Neymar já.

E garantir pelo menos R$ 131 milhões.

Valor que a diretoria santista acredita obter por 55% dos direitos do atleta.

Essa é a sua porcentagem.

O grupo DIS de Delcir Sonda tem 40% do atacante.

E sortudos investidores do grupo Teisa, que ajuda Luís Álvaro, 5%.

Demorou, mas o pai de Neymar descobriu que o filho não tem mais nada a aprender por aqui.

Para sua carreira evoluir, precisa ir atuar na Europa.

Se defrontar contra os melhores times do mundo.

Os melhores zagueiros.

Aprender a jogar coletivamente.

E ele deseja atuar no Barcelona.

Não é segredo para ninguém.

O atacante tem um ótimo relacionamento com Messi.

E principalmente com o presidente do clube, Sandro Rosell.

Ele já conversou longamente com o pai e representante do jogador.

Neymar pai deixou acertado.

O Barcelona conseguiu a prioridade do atacante.

Ele e o filho negaram ter assinado um pré-contrato com o clube.

A alegação é convincente.

Para a Fifa, só valem pré-contratos seis meses antes do final do compromisso com o atual clube.

Sendo assim, só em dezembro deste ano Neymar poderia assinar com o time catalão.

O Real Madrid tenta atravessar a negociação.

O presidente Florentino Perez estaria disposto a fazer uma 'loucura'.

Oferecer cem milhões de euros, cerca de R$ 263 milhões, pelo jogador.

1record1 Esportes

Só que pouca gente sabe.

Neymar fez um estágio no Real Madrid.

Ele tinha 13 anos e ganhava R$ 10 mil no Santos.

Era apontado como uma grande promessa.

Foi levado para a capital espanhola por seu empresário Wagner Ribeiro.

Ele tinha ótima ligação com a direção do Real Madrid.

Desde que enfrentou o Santos e levou Robinho a fórceps para lá.

E também estava levando Neymar.

O ano era 2005.

Só que o então presidente santista, Marcelo Teixeira, travou o negócio.

Ofereceu R$ 1 milhão como luvas e mais R$ 35 mil mensais.

Assim, o jogador de 13 anos continuaria no Santos.

A proposta agradou a pai e filho.

Neymar não quis ficar por não ter o tratamento especial que sonhava.

E se antipatizou com o Real Madrid.

Esse é um dos motivos que mais o estimulam a ir para o Barcelona.

Atuar no rival da equipe que não o valorizou.

A direção do Barcelona sabe dos rendimentos maravilhosos do atleta.

Seus 11 patrocinadores e mais o Santos rendem R$ 4 milhões mensais.

O clube do litoral paulista gasta apenas R$ 500 mil do bolso.

Ele já é o quinto jogador mais bem pago do mundo.

Só atrás de Beckham, Messi, Cristiano Ronaldo e Eto'o.

O inglês embolsa R$ 92,5 milhões por ano.

O português, R$ 77,1 milhões.

O camaronês, R$ 61,7 milhões.

Mas o salário que interessa é o de Messi.

Ele é o segundo maior do mundo.

São R$ 90 milhões por ano.

Neymar recebe R$ 48 milhões anuais.

A direção catalã aceitaria ir pelo mesmo caminho que a santista.

Dar draconiana parte do dinheiro da publicidade ao atacante.

A previsão é de que poderia chegar perto dos R$ 6 milhões mensais.

Os jornais de Madrid e de Barcelona publicam a guerra pelo atacante brasileiro.

Todos os dias há detalhes novos.

Assim com na Vila Belmiro os setoristas não cansam de ouvir.

A saída de Neymar será entre o Paulista e a Copa das Confederações.

O desenhista Maurício de Souza fechou contrato com o jogador.

Para o retratá-lo nos gibis como faz com Pelé.

Utiliza o personagem Pelezinho.

No lançamento do gibi, o desenhista foi claro.

O acordo com Neymar vale se ele ficar no Brasil ou jogar na Europa.

Está cada vez mais claro que o atacante está de malas prontas.

Diante de todo esse cenário, o vice-presidente santista resolve viajar.

Acompanhado da sua digna esposa, decide tirar férias.

Segundo a Organização das Nações Unidas, há 191 países no mundo.

E qual o casal Odílio Rodrigues escolhe para ir?

Espanha.

Justo onde estão as direções mais ávidas por Neymar.

Ele mandou avisar que a viagem é particular.

São férias.

Talvez assistir às touradas, comer uma bela paella.

Dançar flamenco, por que não?

Os dirigentes brasileiros são engraçados.

E adoram menosprezar a inteligência alheia.

O destino vazou aos jornalistas.

Mas ele mandou assessores avisarem que estava passeando.

Comemorando seu aniversário com a família.

Fez mais do que isso.

Odílio foi à Espanha para tentar acertar a ida de Neymar.

Se vai conseguir é outra história.

Neymar sabe que está para sair do Santos.

Por isso tem se emocionado tanto com o inútil Campeonato Paulista.

Já rezou desesperado na decisão por pênaltis com o Palmeiras.

Suas lágrimas contra o Mogi Mirim foram mais do que comprometedoras.

Ele quer ganhar o tetracampeonato para se despedir por cima.

E espera por Odílio.

Não para que traga um toureiro em miniatura para sua sala.

Mas que resolva seu futuro.

Os conselheiros do Santos estão desesperados.

Querem novidades.

E a certeza que Neymar não sairá de graça do Santos.

Já sonham com pelo menos R$ 131 milhões.

Os catalães vislumbram a dupla que formará com Messi.

Respostas com o turista Odílio Rodrigues...

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Mon, 13 May 2013 13:49:06 -0300
<![CDATA[O vexame do Bahia tem explicação. O complexo de inferioridade. A solução dos seus problemas não está em quem não serve para o Sudeste. O clube é humilhado por virar as costas às suas origens...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/13/o-vexame-do-bahia-tem-explicacao-o-complexo-de-inferioridade-a-solucao-dos-seus-problemas-nao-esta-em-quem-nao-serve-para-o-sudeste-o-clube-e-humilhado-por-virar-as-costas-as-suas-origens 1agestado3 Esportes
Um dos atos mais desesperados de um torcedor.

Rasgar a própria camisa do time amado.

E ainda colocar fogo.

Vários apaixonados pelo Bahia fizeram isso ontem em Salvador.

Na nova arena Fonte Nova, onde o time decida o Campeonato Baiano.

Era o primeiro jogo contra o Vitória.

Veio o vexame: derrota por 7 a 3.

Torneio estadual praticamente perdido para o rival.

Em ato contínuo, torcedores foram aos camarotes.

Queriam agredir o presidente Marcelo Guimarães Filho.

E o gestor de futebol, Paulo Angioni.

50 torcedores foram para o CT do clube.

Danificaram carros dos jogadores e funcionários.

E diziam que ficar lá, dormir se necessário.

Mas iriam se encontrar com o time e com Joel Santana.

Ficaram por três horas, foi preciso a polícia para os tirar de lá.

Pelo rádio se acalmaram, souberam que as coisas estavam acontecendo.

Paulo Angioni havia pedido demissão.

Ele tinha prometido a modernização de gestão ao Bahia.

A profissionalização.

Criou expectativas demais.

O time conseguiu apenas voltar para a Série A.

E o Baiano de 2012.

Só que o retorno para a principal divisão do país nada significou.

O Bahia se especializou em montar equipes com atletas de times poderosos do País.

Todos dispensados, sem condições de ficar onde estavam.

Quer seja por idade, indisciplina ou pura falta de talento.

Que modernidade é essa?

A falta de rumo ficou escancarada nos treinadores que passaram por lá.

Sem critério algum, planejamento a longo prazo.

A diretoria fraca se abalava diante de qualquer pressão.

E repassava a culpa aos técnicos, que eram sumariamente demitidos.

Pura transferência de responsabilidade, falta de personalidade, de visão.

Em fila foram para a guilhotina.

Márcio Araújo, Rogério Lourenço, Vagner Benazzi, René Simões...

Joel Santana, Falcão, Caio Junior e Jorginho.

Todos do 'Sul Maravilha'.

Sem a menor identificação com o futebol baiano.

A base do clube foi desprezada.

Mais de 100 jogadores foram contratados em três anos.

Loucura, irresponsabilidade.

A gestão Marcelo Guimarães Filho é mais suscetível à pressão no País.

Qualquer momento ruim, demissão de treinador.

Dispensa e contrata jogadores.

Eles chegam e vão de baciada.

Uma festa para os empresários.

Atletas problemáticos, velhos ou sem talento sabiam para onde ir.

Todos despencam no Bahia.

Assim como treinadores desprezados pelo Sudeste.

2agestado2 Esportes

Joel Santana tem 64 anos.

Passou por grandes clubes brasileiros, treinou a Seleção Africana.

Romário o defende como o técnico ideal para a Seleção.

Mas ontem ele teve das atitudes mais covardes de sua carreira.

Já havia desprezado antes o Bahia.

Por duas vezes.

A primeira ao ser sondado em abril de 2011 para assumir o clube.

"Estou esperando peixe grande.

Sardinha, não."

Humilhou o clube para fazer piada a Galvão Bueno.

Mas foi para lá que acabou indo trabalhar cinco meses depois.

Conseguiu salvar o time do rebaixamento.

Quanto deveria montar um plano de trabalho para 2012...

Virou as costas ao clube.

Foi sem constrangimento para o Flamengo substituir o demitido Luxemburgo.

Outro trabalho pífio, demitido em seis meses.

Ficou dez meses sem trabalhar até que Angioni o chamou novamente no mês passado.

Na vaga de Jorginho, humilhado na goleada por 5 a 1 para o Vitória.

Joel Santana garantiu que poderia dar um jeito na casa.

Conhecia todos os jogadores do agora 'gigante' Bahia.

De maneira conveniente, o clube não era mais 'sardinha'.

O time continuou jogando mal.

Chegou à obrigatória final do estadual.

E ontem veio a vergonhosa goleada por 7 a 3.

A terceira desfeita de Joel Santana.

Os milhões de torcedores queriam suas explicações.

Mas ele ficou 30 segundos na sala de coletiva.

"Por respeito a vocês da imprensa que estão aqui, eu vim.

Eu nem viria, não tenho nada a dizer, nada a declarar.

Não tem o que falar em uma hora dessas.

Tem que ficar calado, ir pra casa.

E esperar o que vai acontecer."

Foi embora em seguida.

Um absurdo.

Como assim, 'nada a declarar'?

Ele deveria detalhar o que há de errado.

Explicar porque seu time foi humilhado pelo de Caio Júnior.

Ter consideração pela torcida.

Não foi forte o suficiente para pedir demissão.

Ir para casa e esperar ser demitido para receber mais dinheiro é fácil.

Joel Santana mandou reservas para enfrentar o Luverdense na Copa do Brasil.

E o clube perdeu por 2 a 0 para o simplório time do Mato Grosso.

Está perto da eliminação do torneio.

Marcelo Guimarães aceitou a renúncia de Paulo Angioni.

Ficou fácil, com o gesto repassou a culpa ao gestor.

Como se tudo o que ele fizesse não precisasse de sua autorização.

Agora o presidente estuda o que fazer com Joel.

Já deveria ter tomado atitude ontem.

Mas tem mais no que pensar.

O jornal A Tarde de Salvador fez a denúncia.

O presidente e deputado federal está em xeque.

Acusado por formação de quadrilha, estelionato e lavagem de dinheiro.

A queixa-crime chegou à Procuradoria Geral da República.

Os advogados Antonio Rodrigo Machado e Marcus Tonnae Silva o denunciaram.

Não só o presidente do Bahia precisa se explicar.

Mas também Paulo Angioni e o diretor da base, Newton Mota.

Ainda o delegado André Garcia, proprietário da empresa Calcio Esportes e Investimentos.

Os advogados garantem que há um esquema para repassar jovens promessas do Bahia.

Elas seriam cedidas à Calcio e daí vendidas a outros clubes.

Tudo é sério demais.

Marcelo Guimarães não quis se pronunciar.

A Procuradoria Geral da República promete investigar.

Enquanto isso, o time profissional despenca.

É humilhado.

Pior para a maior torcida do Nordeste.

A situação é vexatória.

E nada tem de modernidade.

Muito pelo contrário.

Apenas reflete anos de atraso.

Profissionalismo não é isso.

Contratar quem não serve para o Sudeste não é o caminho.

O primeiro passo é respeitar a origem de um clube.

A solução para o Bahia está nos próprios baianos.

Ninguém melhor do que eles para saber que destino seguir.

Mas é necessário perder o complexo.

O de achar que a solução de tudo está no Sul-Maravilha.

O Bahia paga por virar as costas à sua história.

Ao seu passado de conquistas.

Por não acreditar nos baianos...

(Joel Santana teve o castigo merecido.

Mandado embora após apenas sete partidas.

Desrespeito dos dois lados não dói...)
1reproducao12 Esportes

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Mon, 13 May 2013 10:27:43 -0300
<![CDATA[Como parar o Galo?]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/13/como-parar-o-galo 1efe Esportes

Olá galera.

Essa é a pergunta que deve estar na cabeça dos treinadores das equipes que vão encarar o Atlético Mineiro nesta temporada. É fantástico o momento do time. Cuca, que sempre realizou ótimos trabalhos por onde passou, conseguiu encontrar uma formação que vem encantando a todos. Ronaldinho Gaúcho, Bernard, Tardelli e Jô estão aterrorizando as defesas.

Já classificado na Libertadores para as quartas de final, terá como oponente o vencedor de Palmeiras e Tijuana, do México. Independente de quem seja, o Atlético já é o favorito. Como fez a melhor campanha, decidirá todas as fases em casa. Nas semifinais, caso se classifique, poderá ter pela frente o Corinthians ou até o Boca Juniors.

A torcida não se cansa de dizer que "Caiu no Horto tá morto". Pois é, Horto é onde fica o Estádio do Independência. Lá o alvinegro de Minas ainda não perdeu, após a reforma. Ontem, no primeiro jogo contra o Cruzeiro pelo título mineiro, o placar ficou no três a zero, mas poderia ter sido mais.

Mas há um probleminha que pode surgir neste sentido, se o Galo for à final da Liberta. Com a capacidade em pouco mais de vinte mil pessoas, o local para uma possível decisão não poderá ser o alçapão do time comandado por Cuca. A Conmebol exige um estádio com quarenta mil lugares, no mínimo, para a última fase da competição continental.

Grêmio e Fluminense, são os dois adversários mais fortes, do outro lado do chaveamento. A possibilidade de uma decisão brasileira é grande. O Verdão, que está perto da classificação, deve ser o próximo adversário do time de Ronaldinho e cia. Mas será que alguém vai conseguir parar o Galo?

beijim

Mylena

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Mon, 13 May 2013 10:18:42 -0300
<![CDATA[Não houve clássico no Independência. Mas um massacre. O bom Cruzeiro de Marcelo Oliveira quis encarar o Atlético no seu pedaço do inferno. Ronaldinho comandou a festa. 3 a 0 foi pouco...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/12/nao-houve-classico-no-independencia-mas-um-massacre-o-bom-cruzeiro-de-marcelo-oliveira-quis-encarar-o-atletico-no-seu-pedaco-do-inferno-ronaldinho-comandou-a-festa-3-a-0-foi-pouco 1divulgacao1 Esportes
O Atlético não permitiu haver clássico no Independência.

Foi um massacre.

O Cruzeiro precisa comemorar ter perdido apenas por 3 a 0.

Sentiu pela primeira vez em 2013 o gosto amargo da derrota.

A invencibilidade caiu diante de quem deveria cair.

O time do futebol mais empolgante da América do Sul.

Jogando no seu caldeirão, no seu pedaço do inferno.

E com 90% de torcedores atleticanos gritando o tempo todo.

O time de Cuca entrou em campo para provar quem é o melhor de Belo Horizonte.

Se a equipe que levou dois anos montando.

Ou a formada por Marcelo Oliveira há cinco meses.

Não deu nem graça.

Empolgados por terem eliminado o São Paulo da Libertadores...

Os comandados de Cuca não queriam apenas vencer.

Mas mostrar ser muito superiores ao rival histórico.

Marcelo Oliveira teve peito, coragem.

Não alterou a sua estrutura tática.

Colocou o Cruzeiro para encarar o Atlético.

Com quatro zagueiros e apenas Leandro Guerreiro e Nilton no meio de campo.

Misturou ousadia com loucura.

Entrou para o jogo com Everton Ribeiro, Diego Souza, Dagoberto e Borges.

Pagou caro pela insanidade.

O endemoniado quarteto Ronaldinho, Bernard, Tardelli e Jô tiveram espaço.

Não foram incomodados.

Trocaram de posição e com o auxílio de Marcos Rocha, deitaram e rolaram.

O time de Cuca atacou em bloco e em velocidade.

Usou a mesma estratégia contra o São Paulo.

Os cruzeirenses não tinham como reagir.

Mesmo com um time teoricamente ofensivo, acabou encurralado.

A equipe tentou surpreender no início do jogo.

Cuca não esperava que os cruzeirenses partissem para o ataque.

E até criaram uma chance real aos sete minutos com Éverton.

Fábio trabalhou bem e fez segura defesa.

Para tentar atacar, o Cruzeiro ficou exposto.

Sem marcação.

Com velocidade e toques de primeira, os atleticanos fizeram o que desejavam.

Ganharam com talento e raça o domínio das duas intermediárias.

Pierre e Leandro Donizete estavam firmes.

Brigando pela bola e a entregando aos talentosos do time.

Os gols foram uma questão de tempo.

Logo aos 14 minutos, Marcos Rocha descobriu Ronaldinho Gaúcho.

O toque saiu de primeira, genial.

Encontrou Jô livre para marcar 1 a 0.

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O gol descontrolou o Cruzeiro.

E deu uma injeção de adrenalina do time e da torcida atleticanos.

Era o prenúncio de uma festa no Independência.

Bernard teve espaço para arrancar no meio da defesa cruzeirense.

Serviu de bandeja Jô, mas o atacante teve a coragem de perder o gol.

Livre com Fábio, chutou para fora.

As chances criadas e desperdiçadas eram assim...

Na frente do ótimo goleiro cruzeirense.

Ele fez pelo menos quatro grandes defesas durante o jogo.

E evitou uma calamidade.

Marcando por pressão, o Atlético continuou criando e desperdiçando chances.

Luís Flávio de Oliveira foi solidário ao Cruzeiro.

E não marcou pênalti de Bruno Rodrigo.

O zagueiro segurou Réver de forma descarada na área.

Mas no segundo tempo, os atleticanos não passariam vontade.

Marcelo Oliveira continuo apostando na sua força ofensiva.

Tinha certeza que iria se aproveitar da instável defesa adversária.

Perdeu a aposta porque o volume de jogo atleticano continuou fora do comum.

Ronaldinho mais uma vez vivia tarde inspirada demais.

Parecia que ele queria dar já hoje o título à sua torcida.

E acabou provocando a expulsão de Bruno Rodrigo.

O nervoso zagueiro acabou o acertando e tomando o vermelho.

Só aí Marcelo Oliveira sacrificou seu ataque.

Tirou Dagoberto e colocou Paulão.

Com um homem a mais foi covardia.

Ronaldinho descobriu Jô livre.

Paulão entrou e travou o chute.

A bola procurou Tardelli e não se arrependeu.

O chute foi fortíssimo: 2 a 0 Atlético, aos 24 minutos.

Mas viria o terceiro, com um chute cruzado de Marcos Rocha, aos 33 minutos.

O desgaste físico do time de Cuca acabou salvando o Cruzeiro do pior.

Com a excelente vantagem, Ronaldinho comandou o toque de bola.

A torcida alucinada gritava olé, ironizava o grande rival.

O Cruzeiro caiu de joelhos no Independência.

3 a 0 foi muito pouco diante do domínio do Atlético.

O caminho para o título está mais do que trilhado.

A confirmação está marcada para o domingo no Mineirão.

O Cruzeiro perdeu a invencibilidade em 2013 de uma forma dolorida demais.

Ela veio com a certeza de que a balança em BH pende para o outro lado.

O bom time de Marcelo Oliveira pagou caro pela insanidade.

Jogar aberto no Independência contra o Atlético atual é querer sofreu.

E os cruzeirenses sofreram.

Foi 3 a 0, fora o baile.

Vão tentar ir à forra daqui sete dias.

Se a equipe voltar a atuar da forma ingênua como fez hoje perde de novo.

Este excelente Atlético Mineiro precisa ser respeitado.

Foi tudo o que o time do Cruzeiro não fez.

E com certeza já está muito arrependido.

Não houve clássico hoje em Belo Horizonte.

Houve um massacre...
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Sun, 12 May 2013 20:01:43 -0300
<![CDATA[O Corinthians mostrou que ainda pode jogar como em 2012. E o Santos, se tiver coragem, tem condições de ganhar o tetra paulista na Vila. Apesar da vitória dos corintianos por 2 a 1, os dois times saíram confiantes do Pacaembu...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/12/o-corinthians-mostrou-que-ainda-pode-jogar-como-em-2012-e-o-santos-se-tiver-coragem-tem-condicoes-de-ganhar-o-tetra-paulista-na-vila-apesar-da-vitoria-dos-corintianos-por-2-a-1-os-dois-times-sair 1ae7 Esportes
O Corinthians jogou 45 minutos como em 2012.

Imprensou o Santos no seu campo, como time pequeno.

Marcou a saída de bola na defesa da equipe de Muricy.

Foi 'dentro deles', como diz Tite.

Paulinho teve uma atuação primorosa nestes 45 minutos.

O Corinthians criou pelo menos cinco oportunidades de gol.

Se fizesse pelo menos três, teria acabado com a decisão.

Ficou apenas no 1 a 0, gol de Paulinho.

Ele também acertou o travessão em um chute belíssimo.

Marcou, saiu com a bola dominada da defesa e foi útil no ataque.

Tudo o que Felipão não deseja dos seus volantes na seleção brasileira.

No intervalo, Muricy redescobriu a coragem.

Tirou Marcos Assunção, que substituiu Montillo.

Colocou Felipe Anderson, como deveria ter feito.

E trocou seis por meia dúzia.

Miralles saiu para a entrada de André.

Dois atacantes ruins demais.

Não é por acaso que Willian José está contratado.

Mas a estrutura do time mudou com a entrada de um meia.

O Santos passou a ter quem articulasse o jogo.

E fizesse a bola chegar até Neymar.

O mais habilidoso jogador do Brasil dependia de chutões.

Do goleiro Rafael ou dos seus zagueiros.

Quando o Santos já começava a jogar melhor, sofreu o segundo gol.

Uma bola rebatida sobrou para o bravo zagueiro Paulo André.

O chute forte não deu chance a Rafael.

Com 2 a 0, a torcida corintiana já se sentia campeã.

O gol foi marcado aos 29 minutos.

Mas no restante do jogo, só deu Santos.

Durval cabeceou livre e marcou 2 a 1 aos 36 minutos.

A partir daí, um sufoco do time santista.

Cícero chutou, Cassio espalmou para a trave.

Neymar tinha mais espaço e criou pelo menos duas chances reais.

André e ele mesmo as desperdiçou.

O Corinthians se encolheu e tomou sufoco.

Escapou do empate.

O resultado foi justo.

O Corinthians mereceu vencer a partida.

No primeiro tempo resgatou tudo de bom que fez em 2012.

E mais, mostrou o que tem preparado para o Boca Junior na quarta-feira.

Tite precisa estar atento para o péssimo aproveitamento de Sheik nas conclusões.

Romarinho precisa parar de tentar cavar faltas e pênaltis.

Está marcado como um atleta que simula demais.

Danilo precisa ser mais egoísta, ele chuta muito bem.

Mas tem preferido passar aos companheiros, mesmo com chance de concluir.

O primeiro tempo do clássico de hoje recuperou a confiança do time.

Os jogadores sentiram um gostinho vitorioso de 2012.

1fotoarena2 Esportes

Faltou também fôlego para conseguir repetir o pressing no segundo tempo.

Mas de maneira geral, a partida foi importante para o time do Parque São Jorge.

Alessandro, Ralf e Gil cuidaram bem de Neymar.

Ele só teve chances no final da partida.

O Santos também tem motivos para sair do Pacaembu com a cabeça erguida.

No primeiro tempo tomou um sufoco danado.

A covardia tática de Muricy em escalar Arouca, Renê Júnior e Marcos Assunção.

Para piorar, Cícero também atuou mais atrás.

Na prática, o Santos tinha quatro volantes.

Ninguém no meio para articular.

E na frente dois atacantes isolados: Neymar e Miralles.

O time foi dominado no primeiro tempo e poderia ter sido goleado.

Rafael tem participação decisiva, saindo várias vezes nos pés dos corintianos.

Muricy merece se animar com o segundo tempo.

Quando o time comprou mais a briga na intermediária.

E sufocou o Corinthians.

Se empatasse o jogo, não haveria grandes protestos.

O time cresceu muito quando aceitou o jogo.

E também teve coragem de marcar a saída de bola corintiana.

No esdrúxulo Campeonato Paulista não há vantagem do gol marcado fora.

Se o Santos vencer no domingo por um gol de diferença, pênaltis.

Ou seja, está tudo em aberto, emocionante.

O jogo no Pacaembu lotado teve um vencedor.

Mas resgatou a confiança nos dois times.

O Corinthians saiu do estádio certo de que não esqueceu como deve jogar.

Que 2012 pode não ter acabado.

E será como começou a partida contra o Santos que encarará o Boca.

A estratégia será exatamente a de hoje, com a marcação insana.

E a equipe marcando em bloco os argentinos até recuperar a bola.

Do outro lado, os santistas mostraram a eles mesmos.

Têm como vencer o campeão mundial.

E conseguir o inédito tetracampeonato paulista.

Basta ter coragem e comprar a briga.

Não ficar encolhido, sonhando com um contragolpe.

Isso quem faz é time pequeno, bem pequeno.

A final do Campeonato Paulista está indefinida.

E os dois lados têm uma certeza.

Corintianos e santistas estão otimistas.

"Dá para confirmar a conquista do Paulista na Vila."

Resume Paulinho, o grande jogador da partida.

"Saímos daqui sabendo que na Vila podemos ser campeões."

O resumo é do confiante Neymar.

Ou seja, vitória do Corinthians.

Mas a decisão está em aberto.

Basta o Santos não ser o time covarde que começou o jogo.

E haverá uma grande decisão no próximo domingo.

Com dois clubes certos de terem achado o caminho do título...
1gazetapress Esportes

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Sun, 12 May 2013 19:05:34 -0300
<![CDATA[Brasileiro coloca o Porto com a mão na taça]]> http://esportes.r7.com/blogs/mylena-ciribelli/2013/05/12/brasileiro-coloca-o-porto-com-a-mao-na-taca kelvin Esportes

Olá galera.

O campeonato português teve uma partida de arrepiar ontem. Os dois maiores clubes da "terrinha", chegaram na penúltima rodada separados por apenas dois pontos. O Benfica liderava com 75 pontos, contra 73 do Porto. Um gol nos acréscimos mudou o placar e provavelmente o futuro campeão.

O jogo estava marcado para o Estádio dos Dragões, na cidade do Porto. Para o Benfica bastava o empate para manter a vantagem na tabela. Com a arquibancada lotada, o time da casa partiu pra cima.

Mas apesar da pressão inicial, foi o Benfica que marcou o primeiro gol, com Rodrigo Lima, ficando ainda mais próximo do título. Mas o anfitrião não se abateu e conseguiu a igualdade logo depois com Silvestre Varela. A partida então pegou fogo.

Na segunda etapa, a iniciativa foi tomada pelos donos da casa, mas o rival de Lisboa resistia bem e com o placar igual, iria depender apenas de vencer em casa o modesto Moreirense, para levantar a taça.

Já eram 46 minutos, o placar parecia definido. Mas aí aconteceu um daqueles lances que ficam na história. O brasileiro Kelvin recebeu, avançou e tabelou com o também brasileiro Liedson, e bateu cruzado. A bola entrou no cantinho, um belíssimo gol. Não dava tempo para mais nada, era o gol da vitória.

O Porto ainda precisa confirmar o título. Enfrenta na última rodada o Paços Ferreira, fora de casa. Futebol apronta surpresas, mas depois desta virada fantástica, quase ninguém mais acredita que a festa em Portugal não seja em azul e branco.

beijim

Mylena

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Sun, 12 May 2013 08:49:05 -0300
<![CDATA[A Ambev começa hoje a sua campanha para tentar acabar com a rejeição à Seleção. Propagandas bem humoradas com Felipão e Neymar. Mas quem sorri hoje com o futebol do Brasil? Só os adversários...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/12/a-ambev-comeca-hoje-a-sua-campanha-para-tentar-acabar-com-a-rejeicao-a-selecao-propagandas-bem-humoradas-com-felipao-e-neymar-mas-quem-sorri-hoje-com-o-futebol-do-brasil-so-os-adversarios
A estratégia é a mesma da Copa de 2002.

O Brasil está outra vez desacreditado.

Desta vez é ainda pior.

Há rejeição não só à Seleção.

Mas aos milhões gastos na Copa mais cara da história.

Ela custará mais do que as últimas três somadas.

A revista Veja fez uma pesquisa relacionada ao Mundial no Brasil.

A palavra que 70% dos entrevistados liga à Copa é significativa.

Corrupção.

15% da população brasileira vive abaixo da linha da miséria.

Mesmo assim a Fifa obrigou que 12 novas arenas fossem construídas.

Foram gastos bilhões.

Com atrasos previsíveis e que aumentaram o preço das obras.

Foi uma festa para empreiteiras, construtoras.

Parte importante das obras de mobilidade social não saiu do papel.

Aeroportos continuam ultrapassados.

Pelo menos na Copa das Confederações isso não será notado.

97% dos ingressos para a competição foram vendidos a brasileiros.

Não haverá turistas por aqui, para tristeza de muita gente.

Mas a pressão ao time de Felipão será enorme.

A exigência de vitória na competição disputada em casa.

A Fifa divulgou seu ranking e o Brasil continua envergonhando.

Ocupa a pior colocação de sua história, a 19ª.

Por mais que não dispute eliminatórias, a posição é um vexame.

Tivesse ganho os amistosos contra equipes de primeiro nível, estaria bem melhor.

Por só ter brasileiros nas arquibancadas, haverá muita cobrança.

A Copa das Confederações terá um peso inédito para o Brasil.

Para Felipão.

Depois de 106 convocações e uma coleção de fracassos de Mano, ele herdou o cargo.

O octogenário José Maria Marin levou em consideração o passado do técnico.

O chamou por ter sido o último campeão mundial.

Em 2002, há 11 anos.

Não o seu presente, quando foi demitido do Palmeiras.

Scolari deixou muito bem encaminhado o rebaixamento à Série B.

Marin também levou em consideração a ótima ligação de Scolari com Aldo Rebelo.

Ele queria um treinador que fosse aceito pelo Planalto.

Mano já era figura que não agregava simpatia nem votos.

Felipão tem a certeza de que sabe o caminho das pedras.

Pretende usar a mesma estratégia do início do século.

Com um equipe sem variação tática.

Utilizando jogadores com uma só função.

Sem variação.

Com o time em três linhas distintas: defesa, meio e ataque.

Ele vai ao caminho inverso da modernidade.

1 Esportes

Não quer saber de volantes habilidosos.

Que saibam travar o adversário como puxar contragolpes.

Fazer gols.

Não, com ele, não.

O que vale é o futebol de 11 anos atrás.

As grandes seleções do mundo se preocupam em preencher o espaço.

Atacar e defender em bloco.

Para isso treinaram anos e anos, como Espanha, Alemanha.

Itália, França e Inglaterra e Holanda também seguem na mesma direção.

México e Uruguai não ficam para trás.

E até a Argentina de Messi tem esse padrão.

Mas o Brasil de Felipão ainda acredita em um time compartimentado.

E no improviso dos seus craques.

Aliás, desta vez, o Brasil só tem um.

É absolutamente dependente do talento de Neymar.

Em 2002 havia pelo Rivaldo, Ronaldo.

Fora Roberto Carlos, Cafu, Ronaldinho Gaúcho menino.

A perspectiva para 2014 não é animadora.

Até porque a paciência dos torcedores é nenhuma.

Marin queria que todos fossem ao estádio como ao Exército.

Teriam de exercer sua missão patriótica, torcer como soldados.

Logo se vê que ele é um político que se criou na ditadura militar.

As coisas mudaram, a Seleção será cobrada como uma equipe esportiva.

Formada para tentar superar o adversário no gramado.

Se jogar bem terá aplauso.

Atuando mal, será vaiada, cobrada.

O torcedor estará vaiando um time de futebol, não sua Pátria.

O time atual tem uma rejeição enorme entre os torcedores.

Tanto que a CBF foge ao máximo dos grandes centros do país.

A vaia é garantida.

Buscou seu último refúgio com o alegre nordestino, carente de grandes times.

Mesmo assim, sentiu nos últimos anos que o apoio cego acabou.

Jogou mal, vaia, cobranças, ironia.

Para tentar amenizar este clima, a mesma estratégia de 2002.

A tentativa de usar a propaganda para melhorar a imagem da Seleção.

Do seu novo e, ao mesmo tempo, velho treinador.

Hoje faltam exatamente um mês e quatro dias para a Copa das Confederações.

E começarão a ser veiculadas duas propagandas unindo Felipão e Neymar.

A Ambev tem contrato milionários com o técnico e com o atacante.

Para o guaraná Antárctica, Gatorade e cerveja Brahma.

Desta vez a prioridade será o guaraná.

Usando dois motes.

O primeiro a difícil relação entre Luiz Felipe e a imprensa.

Sua intolerância deverá ser vista com bom humor.

A manipulação é clara.

Na verdade, o técnico não tolera ser questionado, cobrado.

Já abandonou a última coletiva de imprensa sem o menor constrangimento.

O tempo mudou, o número de veículos e jornalistas aumentou.

Não há a postura passiva diante dos erros.

Os questionamentos ficaram mais profundos, mais difíceis de responder.

Não há mais o respeito militar à figura do treinador.

Isso é difícil de compreender, de aceitar.

Haverá problemas com Felipão.

As respostas atravessadas.

1 reproducao Esportes

A falta de paciência proposital com a indagação mais dura.

A propaganda surge para amenizar o inevitável.

Fazer com que a população fique do lado do treinador.

Que se dê risada quando houver uma patada ao jornalista impertinente.

A propaganda vai mostrá-lo como um ranzinza simpático.

E não um técnico que não consegue montar uma equipe moderna, vitoriosa.

O segundo filme tentará buscar ainda mais cumplicidade do torcedor.

Mostrar a reação de Neymar diante de Felipão.

Apelar para o humor, ironizar o estranhamento do jogador ao exigente treinador.

No final, os dois se entendem.

Fica a mensagem que são grandes parceiros, unidos para salvar o Brasil.

A campanha publicitária de 2002 é lembrada até hoje.

Como a conquista da Copa do Japão e Coréia.

O motivo é o mesmo: o pentacampeonato mundial.

Mas houve Copas em 2006 e 2010.

E também campanhas publicitárias.

Como o time brasileiro, elas fracassaram.

Não entraram para a história.

No esporte e na vida é assim, só os vencedores marcam.

Ou alguém ainda se lembra de Kaká aprendendo dança típica alemã?

Para a malfadada Copa de 2006...

Ou a tentativa de Dunga de convencer a todos em 2010?

Que a saída era ser guerreiro para ganhar o Mundial.

Não adiantou sua convocação à batalha.

Agora Felipão e Neymar tentam vender guaraná.

Apelando para o humor.

E mostrar que estão no caminho certo.

Os marqueteiros pensam no dinheiro, mas se esquecem.

Não será tão fácil manipular a população.

O futebol da Seleção não dá motivo algum para sorrisos.

Não para os brasileiros.

Talvez para os adversários...

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Sun, 12 May 2013 07:49:43 -0300
<![CDATA[Atlético e Cruzeiro. O melhor jogo no Brasil amanhã está marcado para o Independência. Partida para quem tem nervos de aço. Talento e rivalidade à flor da pele dos dois lados. Minas Gerais renasceu...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/11/atletico-e-cruzeiro-o-melhor-jogo-no-brasil-amanha-esta-marcado-para-o-independencia-partida-para-quem-tem-nervos-de-aco-talento-e-rivalidade-a-flor-da-pele-dos-dois-lados-minas-gerais-renasceu 1divulgacao Esportes
O Grêmio não teve competência para chegar à final.

Pela segunda vez, Luxemburgo fracassou.

E o Inter de Dunga festejou.

No Rio, o Botafogo foi impecável.

Eliminou a necessidade de finais.

O Corinthians jogará amanhã com um olho no Boca.

O Santos tem Neymar e só, equipe decepcionante.

Montillo vinha jogando mal, contundido, não entra em campo.

A melhor final do país acontece em Belo Horizonte.

A partida a ser vista será disputada no Independência.

E marca o renascimento do futebol de Minas Gerais.

O empolgante Atlético coloca à prova o Cruzeiro.

O time de futebol mais vistoso da América do Sul de um lado.

Do outro, o que melhor soube investir no País.

São duas equipes bem longe do Brasileiro de 2011.

Da inexplicável goleada cruzeirense por 6 a 1.

Uma derrota custaria o inédito rebaixamento para a Série B.

O único acerto daquele estranho jogo foi feito por Alexandre Kalil.

Ele não demitiu Cuca.

Com ele e, com o apoio financeiro do BMG, montou um excelente time.

Teve coragem em jogadores desacreditados.

Como Jô, que Juvenal Juvêncio reconhece que renasceu.

Tardelli, que parece ter nascido com a camisa branca e preta.

Richarlyson, queimado no São Paulo.

Pierre nunca jogou tão bem no Palmeiras.

Apresentou Bernard para o cenário nacional.

Uma das melhores revelações dos últimos anos.

Jogasse em São Paulo ou no Rio seria endeusado.

Mas a maior coragem foi ter apostado em Ronaldinho Gaúcho.

Gordo, desinteressado, o meia era motivo de piada nacional.

Sem receber no Flamengo, descontava sua raiva nas noitadas.

Ou até levando mulheres para o quarto em plena concentração.

Parecia acabado para o futebol.

Cuca e Carlinhos Neves o resgataram.

Com o aval de Kalil, com dos dois pés atrás, mas correu o risco.

Teve a visão de trocar Werley por Victor.

Depois de anos, o Atlético passava a ter de novo um grande goleiro.

Réver e Leonardo Silva se entendem atrás.

E são perigosos nos escanteios.

Marcos Rocha chegou até a Seleção.

Leandro Donizete diminuiu os pontapés é também merece destaque.

Enfim, o Atlético tem um time pronto para conquistar a América do Sul.

Só que antes precisa mostrar quem é que manda em Minas Gerais.

Terá um rival à altura.

O sucesso do inimigo mortal fez Gilvan Tavares acordar.

Parar de amaldiçoar as dívidas deixadas pelo Senador.

E buscou empréstimos, parcerias.

Finalmente se convenceu que deveria vender Montillo.

O Santos gastou R$ 16 milhões e ainda cedeu Henrique.

Gilvan fez o milagre da multiplicação.

Soube como investir esses milhões.

Antes de falar do time, vale destacar a coragem dos dirigentes cruzeirenses.

Fosse em São Paulo ou no Rio, seria manchete de todos os jornais.

Enlouquecidos cruzeirenses ameaçam Gilvan de morte.

Se ele confirmasse Marcelo Oliveira comandando o Cruzeiro.

Seu grande pecado era ter sido um excelente jogador do Atlético.

E ter começado sua carreira como treinador na Cidade do Galo.

A insanidade havia dominado a rivalidade.

Gilvan e Marcelo precisaram ser homens para se dobrar.

Covardes, as ameaças eram anônimas.

Marcelo chegou pronto para a guerra.

Havia enfrentado a penúria que o Vasco vive.

O fantasma de salários atrasados, jogadores desesperados.

Voltar para Belo Horizonte e comandar o Cruzeiro era o céu.

Não se importou para os fanáticos e tratou de trabalhar.

Gilvan queria uma estrela a altura de Montillo.

E foi certeiro na busca de Diego Souza.

 Esportes

Ele trouxe respeito nacional ao Cruzeiro.

Depois, Marcelo Oliveira implorou.

E desembarcou Everton Ribeiro, excelente aquisição.

O garoto enxaqueca Dagoberto e Borges trouxeram experiência, vivência.

Ricardo Goulart, a grande promessa.

O batalhador volante Nilton.

Eles se juntam a Fábio, Tinga, Ceará, Léo, Leandro Guerreiro.

Aí a diretoria esnobou e tomou Dedé do Corinthians.

Só que ele veio depois das inscrições encerradas e não disputa a final.

Não é preciso.

Marcelo Oliveira conseguiu montar uma equipe competitiva.

Muito rápida do meio para a frente.

E com bom poder de marcação.

A equipe é promissora e tem animado os torcedores.

O Cruzeiro tem time para encarar o Atlético.

O aperitivo já foi saboroso, na reinauguração do Mineirão.

Vitória do time azul celeste por 2 a 1.

A partida amanhã será no Independência.

Na 'arapuca' como definiu o presidente do São Paulo.

Lá o Atlético não sabe o que é derrota há 33 jogos.

E não entra amanhã para ganhar o jogo.

Mas para mostrar o quanto é melhor do que o rival.

E que está pronto para vencer a sua primeira Libertadores.

Cuca quer fazer do jogo um trampolim emocional.

Já Marcelo Oliveira busca fazer história.

E acabar com a farra atleticana no Independência.

A rivalidade é tanta que a arbitragem será importada.

O paulista Luís Flávio Oliveira apita o clássico.

Não será torcida única para dar mais emoção.

Mas 90% pertencerá ao mandante.

Neste primeiro jogo, os atleticanos.

A partida tem todos os ingredientes para ser a melhor no País.

Não começa só a decidir o inútil Campeonato Mineiro, como todo os estaduais.

Mas mostra qual é o melhor time em Minas Gerais.

A repercussão de quem conquistar o título será enorme.

Por isso tanta tensão nesta decisão.

A aposta, imprevisível.

Só há uma certeza.

Haverá consequências para o campeão.

E principalmente ao time que sair derrotado.

Este é 'o jogo' do domingo.

Minas Gerais renasceu...
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Sat, 11 May 2013 17:04:31 -0300
<![CDATA[O destino de Luís Fabiano seria outro. Estava nas suas mãos ser o substituto de Ronaldo no moderno e novo rico Corinthians. Preferiu voltar ao São Paulo, fracassou. Perdeu a Seleção. E agora está à venda. "Pipocou", resume Andrés Sanchez...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/11/o-destino-de-luis-fabiano-seria-outro-estava-nas-suas-maos-ser-o-substituto-de-ronaldo-no-moderno-e-novo-rico-corinthians-preferiu-voltar-ao-sao-paulo-fracassou-perdeu-a-selecao-e-agora-esta-a-ve  Esportes
Com Valdivia, ele brincou, provocou.

Mas com Luís Fabiano, não.

O assédio foi verdadeiro, havia um plano traçado.

Ele o queria como o substituto de Ronaldo.

Ocuparia o lugar de ídolo no Corinthians.

Andrés Sanchez foi o chefe da delegação brasileira na Copa da África.

Como não fala inglês, fugia das cerimônias da Fifa.

Tinha muito tempo livre.

Vivia concentrado com os jogadores.

"Sem frescura", como gostava de se definir.

Seu uniforme era calção, camiseta, chinelos.

E maços de cigarros.

Passava o tempo conversando com os atletas, com Dunga.

A aproximação de Luís Fabiano foi natural, a troca de ideias.

Ele já projetava voltar ao Brasil.

A Europa não tinha sido o que imaginava.

Não conseguiu atuar por times grandes.

Sua última esperança era a Seleção ser campeã do mundo.

E se possível com ele na artilharia.

Se tudo acontecesse como sonhava, o Milan deveria ser o seu destino.

Embora no Real Madrid, Kaká havia recomendado o atacante e amigo.

Ele estava na mira dos italianos.

Andrés sabia de tudo isso.

Assim como que Ronaldo não suportava mais jogar.

Gordo e com dores imensas nos joelhos.

Na época a Hypermarcas patrocinava o Corinthians.

Era quem pagava mais a um clube no Brasil.

Mas exigia que o clube tivesse um ídolo para ter como garoto propaganda.

O contrato de R$ 32 milhões despertava inveja, cobiça no País.

Andrés queria mantê-lo de qualquer maneira.

E via em Luís Fabiano o jogador ideal para o Corinthians.

Para a Hypermarcas, que não abria mão de um atacante.

Artilheiro, genioso, com forte personalidade, marqueteiro.

Ele tinha tudo para ser o sucessor de Ronaldo.

Fora todo o prazer que o dirigente teria em relação ao rival.

Nunca tolerou a arrogância, a prepotência do São Paulo de Juvenal Juvêncio.

Andrés havia prometido aos seus dirigentes que tomaria tudo do rival.

Principalmente a marca de ser referência de modernidade no futebol brasileiro.

E já acalentava com Ricardo Teixeira, o sonho do Itaquerão abrir a Copa.

Aproveitava o ódio do presidente da CBF de Juvenal.

Sabia da possibilidade real do Morumbi ser trocado pelo estádio que nem existia.

O então presidente corintiano chegou a sonhar com Kaká.

Mas sabia que o preço era irreal e ele não queria voltar ao Brasil tão cedo.

Luís Fabiano, não.

Sabendo de todo o cenário, Andrés esperou a Copa acabar.

1ae6 1024x576 Esportes

E veio a derrota, a decepção do Brasil.

Como também do Luís Fabiano, que não foi artilheiro do Mundial, nem destaque.

O Milan preferiu investir no sueco Ibrahimovic, o tirando do Barcelona.

Foi a senha para Andrés começar a assediar para valer Luís Fabiano.

A direção do Sevilla também ficou frustrada em não vender o atleta.

Queria fazer dinheiro com o brasileiro.

Ele não tinha sido o grande artilheiro que os espanhóis esperavam.

Acabou 2010 e Ronaldo estava nas últimas como jogador.

Andrés pedia, insistia que continuasse.

Mas gordo e com os joelhos inchando após as partidas, o atacante iria parar.

O combinado foi que disputaria a Libertadores de 2011 e encerraria a carreira.

O sonho era dar o título inédito ao Corinthians.

Enquanto isso, Andrés ligava para Luís Fabiano e fazia uma proposta concreta.

O jogador sabia que Ronaldo iria parar e o status que ganharia.

Seria o seu substituto, com todas as regalias.

Andrés chegou a contar todos o plano de modernização corintiana.

Formação do time mais poderoso do Brasil.

Com direito até a novo estádio com chances de sediar a Copa.

Teria as regalias e o dinheiro da Hypermarcas, como Ronaldo.

Seria o grande ídolo do Corinthians.

Teria todas as chances de disputar a Copa de 2014.

Foi quando Luís Fabiano foi sondado por Juvenal Juvêncio.

Ele contou do assédio de Andrés, do Corinthians.

O presidente são paulino ficou revoltado.

Disse que ele tinha a 'estirpe' são paulina.

E voltaria ao Morumbi.

Luís Fabiano ficou dividido.

Mas acabou optando pelo Morumbi.

"Ele pipocou", disse Andrés, decepcionado.

Falou a jornalistas e à sua diretoria.

Ronaldo sabia de tudo e foi aí que indicou Adriano.

O presidente corintiano não se empolgou com o plano B.

Sabia o quanto o atacante carioca era problemático.

Foi uma enorme decepção para todos, menos para Andrés.

2ae5 Esportes

Enquanto isso, Luís Fabiano assinou contrato por quatro temporadas.

Juvenal sabia que estava contundido.

Não se importou.

Pagou os R$ 20 milhões pedidos pelo Sevilla.

E banco cerca de R$ 500 mil mensais ao jogador.

Luís Fabiano recebido com festa para 45 mil pessoas no Morumbi.

Andrés garantiu a parceiros de diretoria que iria esperar.

Veria o arrependimento do são paulino.

Entenderia que virou as costas ao melhor projeto.

Tudo o que havia prometido a Luís Fabiano foi cumprindo.

Itaquerão na Copa, patrocinadores ricos, Centro de Treinamento.

Apoio total da Globo, muito dinheiro vindo de todos os lados.

E a formação de um grande time.

Vieram as conquistas do Brasileiro, da Libertadores e do Mundial.

Tudo em seguida.

Enquanto isso no São Paulo, só problemas.

Juvenal desnorteado pelo Morumbi ser descartado do Mundial.

A falta de planejamento, troca de técnicos, de times.

Cobrança da imprensa, da torcida e da diretoria.

Irritado, nervoso, Luís Fabiano se sabotou.

Voltou a provocar expulsões infantis.

Perdeu a corrida para a Seleção Brasileira de Felipão.

E a confiança dos torcedores.

Vários foram ao CCT para gritar o coro que mais odeia.

"Pipoqueiro, pipoqueiro, pipoqueiro."

Foi quando cometeu o maior dos seus erros.

Para se valorizar, diante de tanta pressão, falou do Corinthians.

"Perdi muita coisa para vir para o São Paulo, abri mão.

Se for contar as coisas que eu fiz...

Deixei de ir para o rival.

O que foi campeão da Libertadores e mundial."

Para a direção do São Paulo, o desabafo doeu.

Chegou aos ouvidos dos dirigentes como arrependimento.

Ficou claro para Juvenal.

Luís Fabiano entendia ter 'perdido muita coisa' para estar no São Paulo.

O presidente esperou, deixou passar a Libertadores.

E escancarou ontem sua mágoa.

O atacante por quem tinha tanto carinho está na prateleira.

"Se chegar uma proposta importante, ele pode ser transferido."

Simples assim, sem nenhum cuidado.

Foi o troco de Juvenal pelo jogador ter cometido o maior pecado.

Mostrado arrependimento por não ir ao Corinthians.

Só que agora é tarde.

O clube onde poderia estar já tem Pato, Guerrero, Sheik.

E Juvenal não o negociaria nunca com o Corinthians.

A direção espera despachá-lo para longe.

Ao Oriente Médio, ao Leste europeu.

Quer fazer dinheiro com o jogador de 32 anos.

Pouco importa se acabará de vez com suas chances de Copa.

Enquanto isso, Andrés não se cansa de repetir no Parque São Jorge.

"Tá vendo?

Se o Luís Fabiano não tivesse pipocado tudo seria diferente..."

Seria mesmo...
4gazeta1 Esportes

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Sat, 11 May 2013 08:45:39 -0300
<![CDATA[Marcelo Moreno chega ao Flamengo. O boliviano que não quis pisar no Palestra Itália. Ele escancara a transação amadora que o Palmeiras fez com Barcos. A direção do Grêmio foi muito esperta...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/10/marcelo-moreno-chega-ao-flamengo-o-boliviano-que-nao-quis-pisar-no-palestra-italia-ele-escancara-a-transacao-amadora-que-o-palmeiras-fez-com-barcos-a-direcao-do-gremio-foi-muito-esperta 1siteflamengo Esportes
Foi desmoralizante.

O Palmeiras além de negociar seu maior ídolo passou por um vexame.

Mal Paulo Nobre e Brunoro assumiram, Barcos foi embora.

Os torcedores ficaram revoltados.

Ele foi trocado por R$ 4 milhões e mais cinco jogadores.

O Grêmio arcou com a dívida de R$ 1,3 milhões que o Palmeiras tinha com o argentino.

E mais R$ 1,5 milhão à LDU.

Ou seja: apenas R$ 6,8 milhões.

Pouco dinheiro para o jogador tão importante.

Mas havia a cessão de um quinteto.

Entre os atletas havia alguém que passava confiança.

O do boliviano Marcelo Moreno.

Mas não durou nem duas horas e vinha o desmentido.

O jogador foi anunciado sem ser consultado.

E se recusou a atuar no Palmeiras.

A situação ficou absurda com as declarações do pai do jogador.

"O Palmeiras não tem dinheiro, não tem jogador.

E os jogadores que têm são fracassados.

É um time fracassado.

De Segunda Divisão.

Para time menor que o Grêmio, meu filho não vai."

Conselheiros quiseram fritar o fígado de Brunoro.

Ele e Paulo Nobre procuraram o presidente Fabio Koff.

O dirigente havia dado a sua palavra que liberaria o boliviano.

Ele liberou, mas Moreno não quis pisar no Palestra Itália.

A revolta de Koff foi enorme.

Deu a ordem e Luxemburgo o afastou do time.

Nem no banco era para ficar.

A guerra fria começou em fevereiro.

Só terminou com o interesse do Flamengo.

O dirigente achou melhor liberar o atleta.

Ele recebia R$ 500 mil mensais.

O clube gaúcho estava jogando dinheiro fora.

Koff avisou à diretoria palmeirense.

Marcelo Moreno estava indo por empréstimo para a Gávea.

Foi quando Paulo Nobre e Brunoro perceberam.

Seriam ridicularizados pelos conselheiros.

E cobraram a promessa de Fabio Koff.

Queriam uma porcentagem do jogador.

Ele prometeu aos palmeirenses 15% em uma negociação definitiva do boliviano.

Por enquanto ele foi ao Rio por empréstimo até o final do ano.

A direção palmeirense insiste, quer mais um atleta.

Para completar cinco na troca por Barcos.

Luxemburgo vai esperar passar a partida de volta contra o Santa Fé.

E aí repassar algum dispensável, que não seja importante a seu grupo.

Na prática, a negociação de Barcos ficou definida.

R$ 4 milhões e Vilson em definitivo.

Leandro, Léo Gago e Rondinelly por empréstimo, sem passes fixados.

Mais 15% de Marcelo Moreno.

E mais o empréstimo de um jogador que Luxemburgo definir.

A ida de Marcelo Moreno escancara de vez.

A transação de Barcos foi péssima.

O clube foi humilhado nacionalmente.

As palavras do pai do atleta reverberam até hoje.

E perdeu seu maior ídolo.

Leandro tinha vindo sem passe fixado.

Seu sucesso, suas convocações obrigou Paulo Nobre a agir.

E Koff fixou em 5 milhões de euros o preço do atleta.

R$ 13,3 milhões à vista, para serem pagos em dezembro.

 Esportes

A transação é inviável.

Pelo último balanço, o clube deve R$ 280 milhões.

Há muita chance de o Palmeiras só ter valorizado o atleta.

Feito um serviço ao Grêmio.

Léo Gago teve o tornozelo direito operado e ficará três meses fora.

Rondinelly não se firmou nem entre os reservas.

Vilson sofreu artroscopia no joelho esquerdo.

Ficará mais de um mês parado.

Por enquanto, 15% de Marcelo Moreno é nada.

O clube espera por um jogador descartável no elenco de Luxemburgo.

A transação envolvendo Barcos irrita profundamente os conselheiros.

Eles estão controlados para não atrapalhar o time na Libertadores.

Onde faz campanha surpreendente com Gilson Kleina.

Depois que o Palmeiras acabar sua participação, a conversa será diferente.

Os conselheiros ainda não se conformam como a transação foi feita.

E também por acreditarem nas promessas que Paulo Nobre convenceria Marcelo Moreno.

Ele ainda atuaria no Palmeiras.

Só que ele foi para a Gávea.

Só resta agora a triste postura de esperar.

Aguardar um jogador dispensável do Grêmio.

Foi amadora, submissa e absurda a postura da direção palmeirense.

Cedeu seu único ídolo por pouco demais.

A transação toda foi ingênua, precipitada.

Mais humilhante do que os desaforos do pai de Marcelo...

Só a postura de Brunoro.

Anunciar um jogador contratado que o Palmeiras não tinha falado com ele.

E agora desembarca na Gávea.

Isso não é modernidade.

É amadorismo.

Melhor para Fabio Koff e o seu Grêmio...
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Fri, 10 May 2013 14:21:02 -0300
<![CDATA[Ney Franco que não acredite na coletiva de Juvenal Juvêncio. Ele está profundamente decepcionado com a omissão do treinador. Conselheiros insistem que ele contrate Mano Menezes...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/10/ney-franco-que-nao-acredite-na-coletiva-de-juvenal-juvencio-ele-esta-profundamente-decepcionado-com-a-omissao-do-treinador-conselheiros-insistem-que-ele-contrate-mano-menezes 1gazeta7 Esportes
"Fomos atropelados pelo Atlético.

Ele foi infinitamente melhor do que nós."

Esta era as últimas frases que Juvenal queria ouvir.

Não do comandante do São Paulo.

O time havia sido goleado no Independência.

Em vez de revolta, elogio ao rival.

O presidente está decepcionado.

Profundamente irritado com Ney Franco.

E analisa se continua com o treinador.

Ou dá outro choque de gestão no time.

Continua inseguro.

Embora o tenha garantido hoje no cargo.

Sua coletiva foi muito estranha, contraditória.

Seu apoio ao técnico não convenceu.

Está decidindo o que fazer.

Primeiro decidiu pelo afastamento de atletas sem peso.

João Filipe, Cañete, Wallyson, Fabrício, Cortez, Luiz Eduardo, Henrique Miranda.

Está discutindo o que fazer com o treinador.

Nem durou nem um ano a alegria que sentiu em julho de 2012.

Ele procurou Marin e queria tirar Ney Franco das seleções de base.

O presidente da CBF já queria demitir Mano Menezes.

Ney sairia junto.

E liberou o técnico para substituir Leão no São Paulo.

As indicações que Juvenal tinha do treinador mineiro eram excelentes.

Pessoa de diálogo, estrategista.

Com capacidade de fazer jogadores seus aliados.

Ao contrário de Leão.

Sua chegada no São Paulo foi auspiciosa.

Tinha um bom grupo nas mãos.

O objetivo, factível.

A classificação para a Libertadores da América, depois de dois anos.

Havia duas possibilidades.

No Brasileiro ou na Copa Sul-Americana.

Conseguiu a vaga nos dois.

Ney Franco obteve a quarta colocação no Brasileiro.

E fez do time campeão da Sul-Americana.

Começou 2013 e o sonho de Juvenal Juvêncio já era outro.

Desbancar o rival Corinthians.

O clube de Andrés Sanchez havia vencido a Libertadores e o Mundial.

O dirigente dizia a conselheiros que acabaria com a festa corintiana.

Estava entusiasmado com a venda de Lucas.

Dos R$ 108 milhões teria R$ 87 milhões para torrar.

Estava disposto a fazer inesquecível o último ano inteiro do seu mandato.

Ele deve sair em abril de 2014.

Juvenal e o piloto e diretor Adalberto Batista buscariam reforços.

O foco foi Paulo Henrique Ganso.

R$ 23,9 milhões foram gastos com ele.

Ney Franco não foi consultado.

O presidente e piloto e diretor queriam uma estrela no time.

O treinador insistia na necessidade em substituir Lucas.

Osvaldo seria o atacante em velocidade pela esquerda.

Queria um pela direita e o nome era Vargas do Napoli.

Adalberto Batista foi incumbido de fechar a transação.

O São Paulo tinha a prioridade.

Mas o interesse do Grêmio fez o clube italiano querer mais dinheiro.

E também uma cláusula inédita da liberação do atleta quando precisasse.

Quando a transação estava para ser definida, Adalberto estava na Austrália, em férias.

Tentou monitorar o negócio por telefone.

Mas o Grêmio tinha dirigentes na Itália e fechou a transação.

Ney Franco precisou se contentar com Wallyson, jogador que estava quase um ano parado.

Aloísio, que não tem a mesma característica velocista de Lucas.

O desencanto com Ney começou em relação a Ganso.

O treinador havia conseguido montar o São Paulo como gostava.

Insinuante, rápido nos contragolpes.

E com grande poder de pegada no meio de campo.

Jadson vivia a sua melhor fase, tanto que se tornou convocável.

Só que o time não tinha o ex-meia santista.

A diretoria queria que o treinador o escalasse de qualquer maneira.

Mesmo com o meia apático, inseguro, estranhando o novo clube.

Ney foi resistente e o meia caríssimo virou seu parceiro no banco.

A situação acabou por irritar o jogador, que se afastou do treinador.

Ele detestava começar as partidas no banco.

1agestado2 Esportes

Juvenal deixava claro em entrevistas que o queria no time.

E Ganso entrou onde o treinador não queria.

Dividindo a armação com Jadson.

O futebol do meia caiu muito com a entrada do ex-santista.

Pelo lado direito, sem Lucas, Ney Franco desprezou seus atacantes.

Preferiu improvisar o lateral Douglas, um velocista.

Mas muito fraco para atacar, quando a bola cai nos seus pés.

Os dirigentes ficaram ressabiados de vez em relação aos veteranos.

Ney Franco não soube enfrentar Lúcio, Luís Fabiano e até Fabrício.

Não teve firmeza.

Todos eles criaram problemas para o treinador.

O zagueiro por ser substituído contra o Arsenal em Sarandi.

Ele desrespeitou Ney Franco e o grupo.

Não quis acompanhar o restante da partida.

Tomou banho e esperou por todos no ônibus.

E ao chegar em São Paulo disse que, quando saiu, o jogo estava empatado.

O time perdeu o jogo.

Ficou fora de algumas partidas insignificantes.

Para parecer que estava punido.

Chegaram os jogos para valer, ele voltou.

E o sabotou o time contra o Atlético no Morumbi.

Quando o time estava muito melhor, foi expulso infantilmente.

Facilitou a virada atleticana.

O treinador não tomou qualquer atitude, o protegeu.

Luís Fabiano além de não jogar bem, caçou expulsões.

Mas sempre contou com uma proteção especial.

A do piloto e diretor Adalberto Baptista.

3reproducao2 Esportes

Ele não disputou a final da Sul-Americana expulso contra o Tigre.

Na Libertadores conseguiu a façanha de tomar o vermelho de forma surreal.

Com a partida contra o Arsenal terminada no Pacaembu.

Ele resolveu xingar o árbitro colombiano Wilmar Roldán.

Pegou quatro jogos de suspensão.

Prejudicou demais o clube na Libertadores.

Outra vez, a falta de pulso de Ney, que não o cobrou.

Aí, vieram as reclamações de Fabrício.

O volante estava recuperado de suas várias contusões.

Queria jogar, mas Ney Franco o preteriu.

Fabrício reclamou e muito.

O técnico não tomou qualquer atitude.

Ney Franco não teve o apoio de Rogério Ceni.

O perdeu no ano passado, quando o desmoralizou.

O goleiro queria a entrada de Cícero no time.

E pediu o jogador contra a LDU pela Sul-Americana.

O treinador não o colocou e ainda disse que quem escalava era ele.

Que Ceni era apenas mais um jogador.

O goleiro nunca foi 'apenas mais um jogador' no São Paulo.

O treinador perdeu fundamental aliado no Morumbi.

Juvenal não perdoa Ney Franco pelo que fez no Independência.

Com o São Paulo precisando vencer, deixou três atacantes no banco.

Silvinho, Wallyson e Ademílson.

Escalou o improvisado lateral Douglas na frente.

Além disso, insistiu em colocar no time Paulo Miranda.

Atleta que tem um futebol que Juvenal detesta.

E assistiu sem reação o São Paulo sofrer a humilhante goleada por 4 a 1.

Nos momentos decisivos da Libertadores, o treinador não mostrou força.

Não contagiou o elenco, o time entrou sem força, sem pegada contra o Atlético.

Principalmente no Independência.

No vexame por 4 a 1, Juvenal não quis ficar até o final do jogo.

Não suportou.

Com o São Paulo perdendo por 3 a 0 ele não quis mai ver a partida.

E nem dar entrevistas, o que é perigoso a Ney Franco.

O piloto e diretor Adalberto Baptista diz que o treinador continua.

Mas ele sabe que quem manda é o presidente.

E Juvenal está na dúvida.

Tem ouvido muitos conselheiros insistirem por Mano Menezes.

Ele seria um treinador mais enérgico que Ney.

E também homem de diálogo.

No auge da sua empolgação, para tirar Ney da CBF, o presidente prometeu.

Garantiu que o queria até o final do seu mandato.

Ou seja: até abril de 2014.

Esse foi o motivo maior que fez o técnico aceitar trabalhar no Morumbi.

Mais do que qualquer multa, Juvenal não gosta de quebrar a sua palavra.

Por isso analisará muito o que fazer nos próximos 16 dias de folga forçada.

Com o time eliminado da Libertadores e do Paulista.

Definirá atletas que deverão sair.

Cortez, Denílson, Paulo Miranda, Rhodolfo, Fabricio, Cañete, Edson Silva.

Todos correm risco.

Se houver uma boa proposta, Luís Fabiano também irá embora.

Há a chance de rescindir o contrato de Lúcio.

Reforços estão sendo estudados.

A equipe que montou não foi suficiente para o seu sonho em 2013.

Não atrapalhou a festa corintiana no Paulista.

E nem teve chance na Libertadores.

Mas há a Recopa, Campeonato Brasileiro...

Juvenal quer que o resto do ano seja diferente.

E vai agir.

Se com Ney Franco ou não, ainda está decidindo.

Mas a decepção do presidente com o treinador mineiro é real.

2013 está muito diferente do que sonhara...

(Sua primeira providência foi pífia.

Juvenal afastou jogadores insignificantes.

João Filipe, Cañete, Wallyson, Fabrício, Cortez,

Luiz Eduardo, Henrique Miranda.

Eles serão negociados.

Muito pouco para o vexame do time na Libertadores.

Continua o medo dos medalhões...)
 Esportes

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Fri, 10 May 2013 11:24:32 -0300
<![CDATA[A PM da Bahia dá exemplo de independência. Não se dobra à pressão da Fifa, do Ministério do Esporte, de Carlinhos Brown. Venceu o bom senso. As caxirolas foram banidas do Ba-Vi. Está travado um negócio que envolve R$ 3 bilhões...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/10/a-pm-da-bahia-da-exemplo-de-independencia-nao-se-dobra-a-pressao-da-fifa-do-ministerio-do-esporte-de-carlinhos-brown-venceu-o-bom-senso-as-caxirolas-foram-banidas-do-ba-vi-esta-travado-um-negoci 1efe4 Esportes
Não adiantou lobby da Federação Baiana.

Nem pressão da Fifa.

Do Ministério do Esporte.

De Carlinhos Brown, o inventor do instrumento.

E da The Marketing Store, importante multinacional norte-americana.

Está travado um negócio de R$ 3 bilhões.

A Polícia Militar da Bahia baniu a caxirola.

O instrumento que deveria ser a 'vovuzela brasileira'.

O comando do Batalhão Especializado de Policiamento em Eventos teve peito.

E não só nas finais do Campeonato Baiano.

Mas em todos os jogos do Brasileiro, Copa do Brasil...

O torneio que o Bepe for responsável pela segurança.

Bastou o teste no dia 28 de abril.

Jogavam Bahia e Vitória.

50 mil caxirolas foram distribuídas na entrada do estádio.

A própria presidente Dilma Rousseff foi garota propaganda da novidade.

Mal ela poderia imaginar o que aconteceria no jogo.

Os chocalhos de plástico não ficaram mais do que 45 minutos nas mãos dos torcedores.

Com o Vitória vencendo fácil, fãs do Bahia se revoltaram.

E a nova Fonte Nova viu a primeira chuva de caxirolas da história.

Foi deprimente.

Centenas delas caíram nos gramados.

A cena foi constrangedora, ridícula.

Os jogadores tendo de recolher os instrumentos e jogá-los no lixo.

Um vexame.

A Bahia foi escolhida para o primeiro teste com o instrumento.

Se apostava na suposta docilidade do povo baiano.

Os defensores da caxirola erraram redondamente.

Policiais afirmam que tudo poderia ser ainda pior já neste domingo.

Com os torcedores enchendo as caxirolas de pedaços de ferro.

Seriam armas que poderiam ferir os rivais ou até jogadores.

A PM não teria condições de ficar chacoalhando cada caxirola antes do jogo.

Buscando verificar se estava cheia de plástico ou ferro.

Só a de plástico, para os soldados, já se mostrou imprópria para estádios.

E ela foi banida das finais.

A Federação Baiana não teve o que fazer.

A não ser se dobrar diante da postura dos policiais.

Se a entrada da caxirola fosse obrigatória, a PM não cuidaria da segurança.

Seria um caos as finais do Baiano entre Bahia e Vitória.

A postura dos policiais é um duro golpe em um negócio bilionário.

A The Marketing Store tem exclusividade na produção da caxirola.

Já tem tudo amarrado para produzir cem milhões de unidades até a Copa.

Ao preço de R$ 30,00.

A empresa que cuida das embalagens das lanchonetes Mc Donald's não brinca.

O negócio envolve R$ 3 bilhões.

O ministro Aldo Rebelo deu todo o apoio ao projeto.

1reproducao11 Esportes

O chocalho de plástico é o instrumento oficial do Mundial do Brasil.

E da Copa das Confederações.

A ridícula chuva de caxirolas e o banimento da PM baiana pouco importam.

No torneio marcado para o próximo mês, elas estarão liberadas.

Policiais de Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio, Fortaleza e Recife já sabem.

Não poderão barrar o instrumento.

A organização do torneio é da Fifa.

E a entidade tem suas normas.

Como a caxirola é produto oficial do Mundial, será permitida sua entrada.

Diante do que aconteceu em Salvador, haverá uma campanha de conscientização.

Com a ameaça escancarada.

Quem jogar o instrumento no gramado será retirado do jogo.

Na teoria é tudo perfeito.

Mas se os torcedores resolverem atirar a caxirola depois da partida?

Após uma suposta derrota brasileira?

Como aconteceu em 2000, na magra vitória sobre a Colômbia por 1 a 0.

O fraco Brasil de Leão viu um triste protesto no Morumbi.

O jornal Lance! havia distribuído milhares de bandeiras do Brasil de plástico.

O público paulista as jogou no gramado após o jogo.

Mas Aldo Rebelo, Carlinhos Brown e a The Marketing Store não vão recuar.

Há o contrato assinado com a Fifa.

E querem as caxirolas nos estádios.

Por sua conta e risco.

Mas em Salvador neste domingo, não.

Nem pensar na granada de plástico, definição do jornal The Guardian.

Na Bahia, terra de Carlinhos Brown, ela está banida.

A PM baiana mostrou coragem e independência.

Um exemplo para o Brasil que está de joelhos para a Copa.

Mas ninguém brinca com R$ 3 bilhões.

As caxirolas verdes e amarelas já estão sendo produzidas.

O plano prevê nada menos do que cem milhões delas.

Todas nas mãos dos torcedores durante a Copa das Confederações...

E no Mundial de 2014.

Se novos vexames acontecerem, ninguém se espante.

A Polícia Baiana já alertou.

"Quando nós estivermos cuidando da segurança está definido.

Nada de caxirolas.

Não só nestas finais de campeonato.

Elas não entram mais nos estádios da Bahia."

As palavras são major Henrique Melo, comandante do Bepe.

Para espanto de Aldo Rebelo, do COL, da The Marketing Store.

E, principalmente, de Carlinhos Brown.

Os atletas do Bahia e do Vitória terão apenas de jogar futebol.

Não precisarão se preocupar em recolher pedaços de plástico no gramado.

O que já não é garantido na Copa das Confederações.

E na própria Copa do Mundo...
3reproducao1 Esportes

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Fri, 10 May 2013 09:20:32 -0300
<![CDATA[Jorge Henrique não deve jogar mais no Corinthians. Seu pecado: não conseguir treinar na manhã de sábado. E dar uma desculpa que não convenceu Tite. O treinador perdeu a confiança no seu jogador. Como aconteceu com Adriano, Martínez, Chicão...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/09/jorge-henrique-nao-deve-jogar-mais-no-corinthians-seu-pecado-nao-conseguir-treinar-na-manha-de-sabado-e-dar-uma-desculpa-que-nao-convenceu-tite-o-treinador-perdeu-a-confianca-no-seu-jogador-como 1reproducao10 Esportes
O assunto é tratado com total sigilo.

Mas é tão grave que Tite não quis esperar.

Não aceitou a hipótese de deixar passar.

Pelo menos até os jogos finais do Paulista contra o Santos.

Nem mesmo a partida fundamental para a sobrevivência na Libertadores.

Na próxima quarta-feira contra o Boca Junior.

A única informação que vazou no Corinthians.

Tite não quer mais Jorge Henrique.

Não o deseja nem treinando com o grupo.

O jogador traiu a sua confiança.

Só isso é que os dirigentes informam.

Juram que não darão mais detalhes.

A questão é grave.

Tite só agiu assim desde que voltou ao Corinthians uma vez.

Foi com Adriano.

O atacante deu uma entrevista à TV Globo.

Nela falou estava sendo obrigado a jogar mancando.

E, ao contrário do que a Comissão Técnica divulgava, estava em forma.

Tite ficou revoltado.

Desabafou aos gritos no vestiário que nunca escalaria alguém mancando.

E desafiou Adriano a subir na balança.

O treinador tinha a certeza de que ele estava dez quilos acima do peso.

O jogador se recusou.

Muito nervoso, o técnico procurou a diretoria.

E disse que Adriano não atuaria mais com ele.

A direção do clube que escolhesse.

Mario Gobbi optou por Tite.

E o contrato de Adriano foi rescindido.

1futurapress Esportes

E será esse o caminho por Jorge Henrique.

O jogador está há quatro anos no Parque São Jorge.

Foi contratado junto ao Botafogo.

Atuou em 216 jogos.

Marcou 30 gols.

Muito importante taticamente foi titular na final do Mundial.

Este ano, tinha perdido espaço.

Renato Augusto tomou o seu lugar.

Contundido, a vaga passou a Romarinho.

A missão continuou a mesma.

Atacar e auxiliar ao máximo o lateral Alessandro.

No último sábado ele não treinou.

Não conseguiu ir para o campo.

Disse que teve problemas familiares durante a madrugada.

Mas não convenceu ao treinador.

De maneira discreta, foi afastado do banco de reservas.

E hoje veio a notícia do afastamento.

Tite não dá espaço para indisciplina no elenco.

Foi assim que Chicão deixou de ser capitão do time.

E hoje vegeta na reserva.

Ele não quis ficar no banco de reservas em 2011.

O treinador o afastou do time.

E por pouco não foi negociado.

Mas perdeu todo o prestígio que tinha.

Hoje é mero reserva.

Deverá ser vendido após a Libertadores.

No ano passado, Martinez reclamou das poucas chances.

Queria ser titular.

Falou em entrevista coletiva.

Acabou se indispondo com o treinador.

E com o grupo.

Campeão mundial no Japão, nem participou da festa em São Paulo.

Foi negociado com o Boca Juniors.

Sheik foi multado duas vezes por causa de atrasos.

E ficou várias partidas fora do time, no banco.

"Ninguém pode se considerar mais importante do que o grupo."

Esse é um mantra que Tite repete sempre aos jogadores.

Ele não tolera qualquer questionamento sobre o time titular.

Jorge Henrique havia perdido espaço.

Seu contrato vence em dezembro.

Tem 31 anos.

Botafogo e Flamengo e Cruzeiro haviam sondado a direção.

Interessados na sua contratação.

Havia a possibilidade de que fosse negociado.

Mas tudo pode ser acelerado com esse afastamento.

A direção está irredutível.

Não quer expor o que aconteceu.

Dirigentes e conselheiros só insistem na mesma tese.

Jorge Henrique teria traído a confiança de Tite.

A decisão do afastamento foi tomada na terça-feira.

E só tornada pública hoje à tarde.

Ele não terá mais nenhum contato com os companheiros de time.

Pelo rigor com que o treinador trata da situação, deverá sair do clube.

Negociado com outra equipe ou mesmo tendo seu contrato rescindido.

O jogador teria tido outra chance para se explicar na terça-feira.

Outra vez se complicou.

Tite teria perdido a paciência e, pior, a confiança nele.

Por isso não o quer mais no grupo.

Sua atitude serve como exemplo aos outros atletas.

A decisão já chegou até a presidência.

Mario Gobbi teria dado todo o apoio a Tite.

E acatado a sugestão de tirar Jorge Henrique do convívio do grupo.

Ele não atuará nas finais do Paulista.

E nem do jogo eliminatório da Libertadores contra o Boca.

Para quem conhece Tite, os indícios são claros.

Acabou a carreira de Jorge Henrique no Corinthians.

É apenas uma questão de definição.

Rescisão ou negociação com outro clube.

Resta saber a reação do grupo ao afastamento.

Jorge Henrique tinha ótimo ambiente com os companheiros.

Mas é nesse hora que se impõe o mantra de Tite.

"Ninguém pode se considerar mais importante do que o grupo."

Por tudo indica esse foi o pecado do jogador corintiano.

Ter ficado irritado com a reserva.

E não se preocupado com o treino de sábado pela manhã.

Daí a falta, na véspera do clássico contra o São Paulo.

Para sua falta de sorte, a desculpa que deu não convenceu a Tite.

A situação está complicadíssima, sugerindo ser irreversível.

Jorge Henrique está mais perdido do que no final do Mundial do Japão.

Quando confundiu a bandeira de Sergipe com a brasileira...

(Por meio de sua assessoria de imprensa, o jogador admitiu que errou.

E tenta consertar a difícil situação.

"Todos erramos.

Errei e já me desculpei.

Agora, meu futuro está nas mãos do clube.

Vou aguardar a decisão."

Foi seco demais para a delicada posição em que se encontra.

Um jogador que perdeu a confiança de Tite no Corinthians...)

(O Lance! banca uma versão bem mais pesada.

De acordo com o jornal, Tite se sentiu traído pelo atleta.

Teve todo cuidado com ele na morte de sua irmã.

O deixou à vontade para voltar aos treinos quando se sentisse bem.

E na noite de sexta-feira passada, ele teria saído para uma balada.

No sábado de manhã não tinha condições de treinar.

Disse ter ficado cuidado do filho com dengue.

Só que há quem garanta que ele ficou até altas horas na rua na sexta.

Depois de se certificar da situação, Tite decidiu pelo afastamento.)
2fotoarena Esportes

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Thu, 09 May 2013 18:33:53 -0300
<![CDATA[Rogério Ceni insinua disputar a Libertadores de 2014. E reanima o São Paulo. Sua aposentadoria pode passar para 2014. Para a raiva dos rivais que comemoravam seu humilhante fim de carreira...]]> http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2013/05/09/rogerio-ceni-insinua-disputar-a-libertadores-de-2014-e-reanima-o-sao-paulo-sua-aposentaria-pode-passar-para-2014-para-raiva-dos-rivais-que-comemoravam-seu-humilhante-fim-de-carreira 1reuters4 Esportes
Não está acontecendo nada do que sonhara.

O que deveria ser fim da carreira está sendo um suplício.

A eliminação no Paulista justo contra o Corinthians.

A sétima seguida.

Ele estava em todas as quedas nas semifinais.

Agora, o vexame na Libertadores.

Justo na competição mais desejada.

Da pior maneira possível.

Com o time perdendo seis dos dez jogos que disputou.

O preço de ser o maior ídolo do São Paulo veio à tona.

Virou motivo de piada nacional.

Se é amado pelos tricolores, sua arrogância cultivou inimizades.

Ao contrário de Marcos, as torcidas rivais o detestam.

Assim como grande parte da imprensa.

Inclusive a que frequenta todos os dias o treinamento do São Paulo.

Ele é prepotente, não tolera opinião contrária à sua.

Graças a seu gênio difícil não teve vida longa na seleção.

Disputou apenas 17 jogos como titular.

Mesmo tendo potencial para bem mais.

Fez do Morumbi seu reinado.

Começou de uma maneira que assustaria até a mulher de Denis.

Aquela que reclamou de Ceni na internet.

Por ele não dar chance ao marido.

Nem mesmo machucado, gripado.

Ceni sempre foi assim.

Nunca deu oportunidades para seus reservas.

Todos tiveram de se conformar em treinar e assistir aos jogos do banco.

Rogério tem 23 anos de São Paulo.

E 17 como titular absoluto.

Ganhou a posição em 1996 de maneira surreal.

Encurralou os dirigentes.

Ele tinha proposta do clube de seu coração na infância.

O Inter queria levá-lo e ele não desejava mais ficar na reserva.

A diretoria tomou um susto com a arrogância do jogador.

Mas se dobrou, vendeu Zetti ao Santos.

A partir daí, ninguém mais o questionou.

Virou o maior jogador de todos os tempos do São Paulo.

A paixão pelo Inter foi esquecida, virou coisa de criança.

O amor ao tricolor paulista é incontestável.

Como sua absurda dedicação ao clube.

Ninguém ganhou tantos títulos.

Ou entrou tantas vezes com a camisa tricolor.

Ousado, talentoso com a bola parada.

Virou cobrador oficial de pênaltis e faltas do time.

Coitados dos treinadores que tentaram dizer não.

Como Mário Sérgio.

Foram enxotados do Morumbi.

Rogério Ceni quebrou recorde atrás de recorde.

Só que os anos se passaram.

Inclusive para ele.

Vieram as consequências.

Como a diminuição da explosão muscular.

As dores por tantos treinamentos são insistentes.

Não tem mais condições de aprimorar faltas como adorava.

Ombro e tornozelo operados.

Os 40 anos chegaram.

Assim como o que deveria ser inevitável: a aposentadoria.

Anunciada oficialmente quando o São Paulo derrotou o Atlético no Morumbi.

Era a última partida da fase de grupos da Libertadores.

Sua preleção foi arrepiante.

Mostrou porque os jogadores e os dirigentes o veneram.

Ele é um grande líder, sem dúvida.

A vitória salvou o time da eliminação, deu esperança de título.

Para quem se considera um predestinado, tinha certeza.

Seu último ano de futebol seria marcante, vitorioso.

Rogério Ceni acreditava nisso piamente.

Só que a realidade veio à tona.

Já no Paulista.

A eliminação diante do time que mais odeia.

O Corinthians.

Contra o time que teve o prazer de marcar seu centésimo gol.

Mas em compensação, está perto de tomar também 100 gols.

Estatísticas divergem.

Mas a maioria aponta 84 gols sofridos.

Não queria justo o maior rival o tirando da final estadual.

Mas ele ainda não controla o destino.

Por isso o desespero na cobrança de pênalti de Pato.

Se adiantou seis passos, defendeu, mas passou por vexame.

A cobrança foi repetida e sofreu o gol, a eliminação.

Sua arrogância acabou exposta novamente.

"Eu me adianto.

Fica por conta do juiz ter peito para mandar voltar."

Ou seja, aposta na intimidação do árbitro diante dele.

Ceni criou sua imagem arrogante, ninguém mais.

Por isso não se queixa.

A articulação da direção do clube fez um trabalho ruim.

Ney Franco foi uma decepção.

Demorou demais para definir um time.

Não soube encaixar o caríssimo Paulo Henrique Ganso.

Lúcio e Luís Fabiano, veteranos indicados por Ceni, sabotaram o time.

Até que veio a decisão, a luta pela sobrevivência na Libertadores.

A competição que o São Paulo ensinou a sua importância aos brasileiros.

A partida em Belo Horizonte exigiria maior superação.

Derrotar o Atlético no Independência.

Ceni acreditava que o destino reservava esse feito no seu último ano.

Tinha a esperança de ser um jogo épico.

E tentou espalhar essa confiança ao time, a Ney Franco.

Suas palavras no vestiário antes do jogo nunca serão públicas.

Só quando o time vence as preleções são reveladas.

Suas previsões falharam.

O time outra vez ficou de joelhos diante do rival.

No gramado do Horto, o São Paulo foi humilhado.

Ele teve de pegar a bola nas redes por quatro vezes.

Justo na que seria a última Libertadores, o maior vexame.

"Acho que é a pior que eu participei", admite.

A campanha do São Paulo foi realmente ridícula.

Em dez partidas, perdeu seis jogos.

Ganhou três e empatou um.

Foi derrotado nas cinco vezes em que saiu do Morumbi.

Fez 19 gols e tomou 18.

Rogério Ceni é o recordista entre todos os jogadores brasileiros.

Participou de nove Libertadores como titular.

E três na reserva de Zetti.

Atuou 82 vezes.

Marcou 14 gols, artilheiro do São Paulo na disputa.

Esperava que a disputa de 2013 fosse consagradora.

Queria sair por cima.

Não humilhado, ridicularizado por torcedores.

Não, Rogério Ceni.

Aí escapou o que não queria deixar escapar.

Seu ego falou mais alto, para variar, no vestiário.

Não quis confirmar que esta foi sua última Libertadores.

Quer ir além.

Para alegria de Juvenal Juvêncio, que é contra a sua aposentadoria.

"Não vou fazer previsão de futuro.

Já chega ter que responder da derrota.

Não vou fazer projeção do futuro, não tem condições."

Ou seja, não confirmou que esta tinha sido a sua última Libertadores.

Deixou no ar que pretende disputar mais uma.

Suas frases ditas na madrugada já dominam o Morumbi.

A direção do clube ganhou novo ânimo.

O time será reforçado para o Brasileiro.

A cobiça por uma vaga na Libertadores de 2014 voltou.

É obrigação para Juvenal Juvêncio.

O dirigente septuagenário deixará o cargo em abril do próximo ano.

Ele quer sair com o time na competição mais desejada.

Quer ir até o final da disputa, já que faz o que quer no São Paulo?

Para isso, conta com Rogério Ceni como titular, aos 41 anos.

O primeiro passo em direção a isso foi dado ontem no Independência.

Em plena humilhação após o 4 a 1.

Antes disso há o Brasileiro.

E a sonhada Recopa, dois jogos contra o Corinthians.

Ou, se as duas diretorias conseguirem, apenas um.

Mas disputado na China.

Há sim essa possibilidade remota.

É lógico que Rogério Ceni estará em campo.

Testará sua condição física.

Porque seu ego já o empurra.

Ele quer continuar em 2014.

E disputar a Libertadores derradeira.

Mas de maneira digna.

Com um grupo mais forte, talvez um técnico menos inseguro.

Tem todo o apoio de Juvenal Juvêncio para continuar.

E é o que deseja.

Para o bem ou para o mal.

Deixar o futebol de maneira humilhante seria a morte.

Ainda mais para alguém que fez da arrogância a chave do sucesso.

Por isso a gana de continuar mesmo aos 41 anos.

A última Libertadores pode ter virado a penúltima.

O goleiro não admite sair assim tão por baixo.

Humilhado.

Não, ele não.

O dono do maior ego de todo futebol brasileiro.

Sua carreira pode ter ganhado uma sobrevida inesperada.

Mais um ano com a camisa do São Paulo.

Ficam duas perguntas sem respostas.

Que tem coragem de dizer não a Rogério Ceni?

Por que será que seus rivais querem tanto sua aposentadoria?
1gazeta6 Esportes

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Thu, 09 May 2013 13:31:44 -0300